Neurocirurgiã de Blumenau concorre ao prêmio de melhor  pesquisa internacional

Neurocirurgiã de Blumenau concorre ao prêmio de melhor pesquisa internacional

A neurocirurgiã Danielle de Lara, que atua no Hospital Santa Isabel, em Blumenau (SC), concorrerá ao prêmio de melhor pesquisa internacional com dois trabalhados selecionados. Eles serão apresentados nos dias 16 e 17 de fevereiro, no Congresso Americano de Neurocirurgia da Base do Crânio, em Orlando, na Flórida. “Entre quase 500 pesquisas enviadas de todo o mundo para concorrer à premiação, tive a honra de ter as minhas duas pesquisas selecionadas. Fico muito grata em representar meu país em um evento renomado como este”, comemora Danielle. Um dos trabalhos da especialista trata sobre a qualidade de vida em pessoas que são submetidas ao tratamento de doenças cerebrais. “O objetivo desta pesquisa foi entender como fica a qualidade de vida das pessoas que necessitam fazer uma cirurgia do cérebro, como tumores cerebrais e traumatismos cranianos, visto que, a avaliação de qualidade de vida é um assunto que vem crescendo bastante dentro da medicina”, explica a médica. O propósito, de acordo com a especialista, seria entender a qualidade de vida que estas pessoas têm após os procedimentos. “Sempre nos preocupamos em encontrar a melhor cirurgia, o melhor remédio, a melhor radioterapia, mas não sabemos como ficam estas pessoas depois de todos estes procedimentos. Vale a pena passar por isto? O que podemos estudar para informar ao paciente como ele ficará após os procedimentos? Este é o propósito principal da pesquisa”, afirma Danielle. A pesquisa reuniu dados de pacientes da Europa, Estados Unidos, Japão e Brasil. Na palestra, durante o Congresso Americano de Neurocirurgia da Base do Crânio, serão apresentados os dados coletados, para que, antes de realizar um procedimento, os médicos...
Avanços tecnológicos facilitam cirurgias do cérebro

Avanços tecnológicos facilitam cirurgias do cérebro

Novo aparelho para neurocirurgia adquirido pelo Hospital Santa Isabel funciona como um GPS do cérebro. As cirurgias neurológicas e cerebrais evoluíram de forma expressiva, especialmente nas últimas décadas. Há pouco tempo seria impensável uma pessoa passar por uma cirurgia neurológica e em poucos dias voltar ao trabalho. O sucesso desse tipo de procedimento anda em paralelo com as novas tecnologias. A neurocirurgiã Danielle de Lara, especialista em cirurgia cerebral minimamente invasiva pela Universidade do Estado de Ohio (EUA), explica que o uso de pequenas câmeras de vídeo ou um robô, assim como em outras especialidades médicas, é capaz de diminuir ao menos pela metade o tempo cirúrgico de alguns procedimentos.É o caso do novo aparelho adquirido pelo Hospital Santa Isabel, de Blumenau (SC). O aparelho chamado de Neuronavegador permite que o neurocirurgião navegue no interior do crânio, orientado a partir de imagens, o que torna a técnica mais precisa e segura, ajudando o médico a encontrar até os menores tumores, contribuindo assim para a sua remoção e diminuindo o risco de sequelas neurológicas. Também é possível realizar a cirurgia neurológica pelo nariz e pela pálpebra, eliminando qualquer cicatriz visível e aumentando a visualização do campo operatório. A especialista alerta que nem toda patologia cerebral pode ser tratada por estas técnicas. Um profissional treinado tanto na técnica tradicional, como na minimamente invasiva, poderá sugerir o melhor caminho a seguir em cada caso. Este tipo de cirurgia, na maioria das vezes, é orientado para doenças neurocirúrgicas como tumores cerebrais, hidrocefalia, aneurismas, traumatismo crânio-encefálico e a neurocirurgia funcional que envolve o tratamento da dor, epilepsia e distúrbios dos movimentos. “O avanço tecnológico...
Cuidados necessários com banhos e mergulhos no verão

Cuidados necessários com banhos e mergulhos no verão

Próximo do verão, aumentam os casos de acidentes como afogamentos, mal súbito, hipotermia e traumas. Próximo da estação mais quente do ano, torna-se comum a procura por piscinas, praias, rios, cachoeiras, entre outros lugares que refrescam e, ao mesmo tempo, transformam o momento em diversão para o corpo e a alma. No entanto, é nesta época do ano que são registrados os maiores números de acidentes que podem, inclusive, levar uma pessoa a perder os movimentos de braços e pernas e até a morte durante banhos e mergulhos. A neurocirurgiã Danielle de Lara alerta que entre os acidentes mais comuns no verão, além de afogamentos, estão mal súbito, hipotermia e traumas em geral. Para não deixar o lazer de lado, a especialista ressalta sete fatores importantes para prevenir qualquer tipo de acidente, e até mesmo a morte. São eles: Conhecer a profundidade do local em que mergulhará, principalmente em lugares que possuem pedras, como rios e cachoeiras. Observar se há salva-vidas por perto; Para as piscinas, mantenha em dia o exame médico; Evitar ingerir bebidas alcoólicas e alimentos pesados antes de mergulhar; Evitar saltar de cabeça e ficar atento com saltos em beiradas de piscinas, trampolins e afins. Crianças sempre devem estar supervisionadas por um adulto; Não superestime sua capacidade de nadar. Segundo dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático a água mata muito no Brasil. Dezessete pessoas morrem afogadas, em média, todos os dias no país. São 6 mil casos por ano. “A maioria destes incidentes ocorre por falta de prudência. As pessoas ignoram seus limites e acham que sempre podem avançar um pouco mais e, isto...
Maio Cinza alerta para importância do diagnóstico precoce do câncer cerebral

Maio Cinza alerta para importância do diagnóstico precoce do câncer cerebral

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que para cada ano do biênio 2018/2019 sejam diagnosticados 11.320 novos casos de tumores cerebrais ou no sistema nervoso central no Brasil. Esses números correspondem a um risco estimado de 5,62 casos novos a cada 100 mil homens e 5,17 para cada 100 mil mulheres. Ainda segundo o instituto, 4% das mortes por câncer estão associadas ao câncer cerebral. Em jovens com idade inferior a 15 anos, os tumores do cérebro são a segunda principal causa de câncer. Para alertar sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer cerebral, o mês de maio é considerado o “Maio Cinza – mês de conscientização e combate ao câncer cerebral”. A neurocirurgiã Danielle de Lara, que atua em Blumenau (SC), alerta para a importância de se procurar um especialista ao perceber sintomas como náuseas, vômitos, visão turva, convulsões e problemas de equilíbrio. A médica também explica que o câncer cerebral pode demorar para ser descoberto, já que seus sintomas podem ser pouco específicos. “Os sintomas iniciais serão relacionados ao local do cérebro onde o câncer está e também podem ser sintomas mais específicos, como falta de força ou fraqueza em um braço ou perna, dificuldade para falar e alterações da visão”, relata. Quanto mais cedo for o diagnóstico, melhores são as chances de cura e de evitar sequelas. Segundo a especialista, as cirurgias neurológicas e cerebrais evoluíram de forma expressiva, especialmente nas últimas décadas. Atualmente, é possível uma pessoa passar por uma cirurgia neurológica e em poucos dias voltar ao trabalho. Especialista em cirurgia cerebral minimamente invasiva pela Universidade do Estado de Ohio (EUA), Danielle...
Tecnologia facilita recuperação dos pacientes em cirurgias do cérebro

Tecnologia facilita recuperação dos pacientes em cirurgias do cérebro

As cirurgias neurológicas e cerebrais evoluíram de forma expressiva, especialmente nas últimas décadas. Há pouco tempo seria impensável uma pessoa passar por uma cirurgia neurológica e em poucos dias voltar ao trabalho, como ocorreu recentemente com o senador americano John McCain após um diagnóstico de câncer no cérebro. O sucesso desse tipo de procedimento anda em paralelo com as novas tecnologias. A neurocirurgiã Danielle de Lara, especialista em cirurgia cerebral minimamente invasiva pela Universidade do Estado de Ohio (EUA), explica que o uso de pequenas câmeras de vídeo ou um robô, assim como em outras especialidades médicas, é capaz de diminuir ao menos pela metade o tempo cirúrgico de alguns procedimentos. A cirurgia pela pálpebra – a exemplo da que o senador americano se submeteu – é outra novidade. “Nosso grande desafio é remover o agravo ao cérebro – seja ele um tumor, um aneurisma, entre outros problemas – sem causar novos danos”, explica a médica. Neste sentido, a técnica de cirurgia minimamente invasiva vem ajudando cirurgiões e pacientes, diminuindo o risco de criar novas sequelas durante o procedimento. Também é possível realizar a cirurgia neurológica pelo nariz, eliminando qualquer cicatriz visível e aumentando a visualização do campo operatório. A especialista alerta que nem toda patologia cerebral pode ser tratada por essa técnica. Um profissional treinado tanto na técnica tradicional, como na minimamente invasiva, poderá sugerir o melhor caminho a seguir em cada caso. Este tipo de cirurgia, na maioria das vezes, é orientado para doenças neurocirúrgicas como tumores cerebrais, hidrocefalia, aneurismas, traumatismo crânio-encefálico e a neurocirurgia funcional que envolve o tratamento da dor, epilepsia e distúrbios dos movimentos....
Neurocirurgiã de SC recebe o título de membro internacional da Academia Americana de Neurocirurgia da Base do Crânio

Neurocirurgiã de SC recebe o título de membro internacional da Academia Americana de Neurocirurgia da Base do Crânio

A médica neurocirurgiã Danielle de Lara, que atua no hospital Santa Isabel em Blumenau, foi aprovada como membro internacional da Academia Americana de Neurocirurgia da Base do Crânio, entidade dos Estados Unidos, que reúne profissionais especializados em cirurgias da Base do Crânio e que tem por objetivo desenvolver novas técnicas e divulgar as inovações para a comunidade médica. Isso significa que ela representará a entidade no Brasil, tendo acesso a pesquisas exclusivas para neurocirurgiões e novidades na área científica. Danielle atua em um dos centros no Brasil que fazem a cirurgia cerebral minimamente invasiva. Ou seja, cirurgias utilizando câmeras de vídeo e pequenas vias de acesso através do nariz ou de pequenas aberturas no crânio, com o objetivo de diminuir a cicatriz cirúrgica e facilitar o período de recuperação. A profissional tem treinamento de dois anos no Departamento de Cirurgia Minimamente Invasiva da Base do Crânio na The Ohio State University Medical Center,  em Ohio, nos Estados Unidos. Cirurgia cerebral minimamente invasiva As cirurgias neurológicas e cerebrais evoluíram de forma expressiva, especialmente nos últimos 50 anos. No entanto, o maior desafio persiste em remover o agravo ao cérebro – seja ele um tumor, um aneurisma, entre outros problemas – sem causar novos danos. Com a cirurgia cerebral minimamente invasiva, procedimento relativamente novo no Brasil, o risco diminui drasticamente. “A maior preocupação do neurocirurgião é evitar criar novas sequelas. Neste sentido, a técnica de cirurgia minimamente invasiva vem ajudando cirurgiões e pacientes. Além disso, facilita a recuperação”, aponta a neurocirurgiã. A especialista alerta que nem toda patologia cerebral pode ser tratada por essa técnica. Um profissional treinado tanto na técnica...
× Como podemos ajudar?

Presse - Todos os Direitos Reservados

Desenvolvido por: