Cuidados necessários com banhos e mergulhos no verão

Cuidados necessários com banhos e mergulhos no verão

Próximo do verão, aumentam os casos de acidentes como afogamentos, mal súbito, hipotermia e traumas. Próximo da estação mais quente do ano, torna-se comum a procura por piscinas, praias, rios, cachoeiras, entre outros lugares que refrescam e, ao mesmo tempo, transformam o momento em diversão para o corpo e a alma. No entanto, é nesta época do ano que são registrados os maiores números de acidentes que podem, inclusive, levar uma pessoa a perder os movimentos de braços e pernas e até a morte durante banhos e mergulhos. A neurocirurgiã Danielle de Lara alerta que entre os acidentes mais comuns no verão, além de afogamentos, estão mal súbito, hipotermia e traumas em geral. Para não deixar o lazer de lado, a especialista ressalta sete fatores importantes para prevenir qualquer tipo de acidente, e até mesmo a morte. São eles: Conhecer a profundidade do local em que mergulhará, principalmente em lugares que possuem pedras, como rios e cachoeiras. Observar se há salva-vidas por perto; Para as piscinas, mantenha em dia o exame médico; Evitar ingerir bebidas alcoólicas e alimentos pesados antes de mergulhar; Evitar saltar de cabeça e ficar atento com saltos em beiradas de piscinas, trampolins e afins. Crianças sempre devem estar supervisionadas por um adulto; Não superestime sua capacidade de nadar. Segundo dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático a água mata muito no Brasil. Dezessete pessoas morrem afogadas, em média, todos os dias no país. São 6 mil casos por ano. “A maioria destes incidentes ocorre por falta de prudência. As pessoas ignoram seus limites e acham que sempre podem avançar um pouco mais e, isto...
Maio Cinza alerta para importância do diagnóstico precoce do câncer cerebral

Maio Cinza alerta para importância do diagnóstico precoce do câncer cerebral

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que para cada ano do biênio 2018/2019 sejam diagnosticados 11.320 novos casos de tumores cerebrais ou no sistema nervoso central no Brasil. Esses números correspondem a um risco estimado de 5,62 casos novos a cada 100 mil homens e 5,17 para cada 100 mil mulheres. Ainda segundo o instituto, 4% das mortes por câncer estão associadas ao câncer cerebral. Em jovens com idade inferior a 15 anos, os tumores do cérebro são a segunda principal causa de câncer. Para alertar sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer cerebral, o mês de maio é considerado o “Maio Cinza – mês de conscientização e combate ao câncer cerebral”. A neurocirurgiã Danielle de Lara, que atua em Blumenau (SC), alerta para a importância de se procurar um especialista ao perceber sintomas como náuseas, vômitos, visão turva, convulsões e problemas de equilíbrio. A médica também explica que o câncer cerebral pode demorar para ser descoberto, já que seus sintomas podem ser pouco específicos. “Os sintomas iniciais serão relacionados ao local do cérebro onde o câncer está e também podem ser sintomas mais específicos, como falta de força ou fraqueza em um braço ou perna, dificuldade para falar e alterações da visão”, relata. Quanto mais cedo for o diagnóstico, melhores são as chances de cura e de evitar sequelas. Segundo a especialista, as cirurgias neurológicas e cerebrais evoluíram de forma expressiva, especialmente nas últimas décadas. Atualmente, é possível uma pessoa passar por uma cirurgia neurológica e em poucos dias voltar ao trabalho. Especialista em cirurgia cerebral minimamente invasiva pela Universidade do Estado de Ohio (EUA), Danielle...
Tecnologia facilita recuperação dos pacientes em cirurgias do cérebro

Tecnologia facilita recuperação dos pacientes em cirurgias do cérebro

As cirurgias neurológicas e cerebrais evoluíram de forma expressiva, especialmente nas últimas décadas. Há pouco tempo seria impensável uma pessoa passar por uma cirurgia neurológica e em poucos dias voltar ao trabalho, como ocorreu recentemente com o senador americano John McCain após um diagnóstico de câncer no cérebro. O sucesso desse tipo de procedimento anda em paralelo com as novas tecnologias. A neurocirurgiã Danielle de Lara, especialista em cirurgia cerebral minimamente invasiva pela Universidade do Estado de Ohio (EUA), explica que o uso de pequenas câmeras de vídeo ou um robô, assim como em outras especialidades médicas, é capaz de diminuir ao menos pela metade o tempo cirúrgico de alguns procedimentos. A cirurgia pela pálpebra – a exemplo da que o senador americano se submeteu – é outra novidade. “Nosso grande desafio é remover o agravo ao cérebro – seja ele um tumor, um aneurisma, entre outros problemas – sem causar novos danos”, explica a médica. Neste sentido, a técnica de cirurgia minimamente invasiva vem ajudando cirurgiões e pacientes, diminuindo o risco de criar novas sequelas durante o procedimento. Também é possível realizar a cirurgia neurológica pelo nariz, eliminando qualquer cicatriz visível e aumentando a visualização do campo operatório. A especialista alerta que nem toda patologia cerebral pode ser tratada por essa técnica. Um profissional treinado tanto na técnica tradicional, como na minimamente invasiva, poderá sugerir o melhor caminho a seguir em cada caso. Este tipo de cirurgia, na maioria das vezes, é orientado para doenças neurocirúrgicas como tumores cerebrais, hidrocefalia, aneurismas, traumatismo crânio-encefálico e a neurocirurgia funcional que envolve o tratamento da dor, epilepsia e distúrbios dos movimentos....
Neurocirurgiã de SC recebe o título de membro internacional da Academia Americana de Neurocirurgia da Base do Crânio

Neurocirurgiã de SC recebe o título de membro internacional da Academia Americana de Neurocirurgia da Base do Crânio

A médica neurocirurgiã Danielle de Lara, que atua no hospital Santa Isabel em Blumenau, foi aprovada como membro internacional da Academia Americana de Neurocirurgia da Base do Crânio, entidade dos Estados Unidos, que reúne profissionais especializados em cirurgias da Base do Crânio e que tem por objetivo desenvolver novas técnicas e divulgar as inovações para a comunidade médica. Isso significa que ela representará a entidade no Brasil, tendo acesso a pesquisas exclusivas para neurocirurgiões e novidades na área científica. Danielle atua em um dos centros no Brasil que fazem a cirurgia cerebral minimamente invasiva. Ou seja, cirurgias utilizando câmeras de vídeo e pequenas vias de acesso através do nariz ou de pequenas aberturas no crânio, com o objetivo de diminuir a cicatriz cirúrgica e facilitar o período de recuperação. A profissional tem treinamento de dois anos no Departamento de Cirurgia Minimamente Invasiva da Base do Crânio na The Ohio State University Medical Center,  em Ohio, nos Estados Unidos. Cirurgia cerebral minimamente invasiva As cirurgias neurológicas e cerebrais evoluíram de forma expressiva, especialmente nos últimos 50 anos. No entanto, o maior desafio persiste em remover o agravo ao cérebro – seja ele um tumor, um aneurisma, entre outros problemas – sem causar novos danos. Com a cirurgia cerebral minimamente invasiva, procedimento relativamente novo no Brasil, o risco diminui drasticamente. “A maior preocupação do neurocirurgião é evitar criar novas sequelas. Neste sentido, a técnica de cirurgia minimamente invasiva vem ajudando cirurgiões e pacientes. Além disso, facilita a recuperação”, aponta a neurocirurgiã. A especialista alerta que nem toda patologia cerebral pode ser tratada por essa técnica. Um profissional treinado tanto na técnica...
Volta às aulas e os cuidados com o peso da mochila

Volta às aulas e os cuidados com o peso da mochila

A volta às aulas requer uma atenção especial dos pais: o peso das mochilas.  A neurocirurgiã Danielle de Lara, de Blumenau (SC), alerta que o excesso de peso causado pela quantidade de cadernos, livros e outros materiais pode prejudicar a coluna e a postura das crianças e adolescentes. Por isso, é necessário que os pais fiquem atentos para evitar que os filhos carreguem peso maior que o recomendável. O Ministério da Saúde recomenda que o peso não ultrapasse em mais de 10% o peso da criança, ou seja, uma criança de 30 quilos não pode carregar mais do que 3 quilos de material. Segundo a especialista, os problemas de saúde podem começar na infância e atingir até mesmo os adolescentes. No entanto, há como prevenir. “O ideal é o responsável pela criança ou adolescente analisar com os professores se há horários de determinadas matérias para não carregar peso além do necessário que será usado no dia da aula”, conta Danielle. Além disso, a especialista frisa que deve-se ficar atento na hora de escolher a mochila. “A melhor opção de bolsa é aquela que possui rodinhas, que não força a coluna. E também é importante fazer com que a criança mantenha a rotina de atividades físicas para desenvolver a musculatura”, aponta. É fundamental os responsáveis ficarem atentos aos sinais que podem aparecer e apontar um problema na coluna. De acordo com a neurocirurgiã, os principais sintomas são dores ao se movimentar e dores de cabeça. O tratamento para problemas na coluna é feito de acordo com cada paciente. Mas, na maioria dos casos, consiste em orientação postural com um profissional, analgésicos...
AVC: Fique atento aos sinais de alerta

AVC: Fique atento aos sinais de alerta

Na última semana, o estado delicado de saúde da ex-primeira-dama, Marisa Letícia, virou manchete dos principais veículos de comunicação do país. Ela sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e após ficar dez dias internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio Libanês de São Paulo, Marisa foi diagnosticada, nesta quinta-feira (02), com morte cerebral. De acordo com a neurocirurgiã Danielle de Lara, o AVC ocorre de forma súbita e, atualmente, é uma das principais causas de mortalidade e sequelas no mundo. A especialista explica que o AVC ocorre a partir da alteração do fluxo de sangue ao cérebro e, entre os principais fatores de risco, estão a hipertensão descontrolada, diabetes, sedentarismo, obesidade e colesterol alto. “É possível distinguir e reduzir os casos de AVC se os pacientes estiverem atentos a alguns sinais. A prevenção é possível em muitos casos e a doença pode ser evitada na adoção de um bom estilo de vida”, alerta a médica. Segundo informações divulgadas pela imprensa, Marisa tinha um aneurisma no cérebro – uma artéria com má formação – que tinha sido identificado há dez anos, e vinha sendo acompanhado pelos médicos, mas acabou se rompendo. Daniele enfatiza que “os aneurismas cerebrais são mais comuns em mulheres e em pessoas que tem familiares com o problema (risco genético). Geralmente não dão sintomas até o momento em que rompem, causando uma hemorragia no cérebro, com grande risco de sequelas e até mesmo a morte. O tabagismo e a pressão arterial descontrolada são os maiores fatores de risco para a ocorrência e ruptura de um aneurisma”. Sinais do AVC Vale lembrar...

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