Blumenau receberá palestrante premiada como “Top Ser Humano”

Blumenau receberá palestrante premiada como “Top Ser Humano”

A palestrante e consultora Renata Bidoni estará em Blumenau, no próximo dia 19, para falar sobre cooperação e engajamento.   Na próxima quinta-feira, dia 19, a palestrante, consultora, psicóloga e doutora em comunicação social, especialista em gestão empresarial e em dinâmica de grupos, Renata Bidoni, estará em Blumenau para falar sobre cooperação e engajamento.   Renata, que já foi premiada como “Top Ser Humano” e teve três projetos sob sua gestão premiados como “Top Ser Humano e Top Cidadania” pela ABRH/RS, pretende conscientizar e capacitar gestores e coordenadores de RH sobre a importância da cooperação, engajamento e desenvolvimento de pessoas dentro das organizações.   O prêmio “Top Ser Humano”, foi criado em 1993 com o objetivo de reconhecer as empresas e profissionais que apresentam boas práticas na área de gestão de pessoas. É considerado uma das premiações mais cobiçadas do país na área de gestão de pessoas, valorizando quem possui um diferencial estratégico para o crescimento das pessoas e empresas.   A programação integra o evento “RH on the Road”, promovido pela Unimed Blumenau, e terá início às 7h30, no Espaço Gourmet do Hotel Quality. Os participantes serão recepcionados com um coffee break e participarão de uma palestra e de uma oficina criativa, para proporcionar engajamento e dinamismo, além de instigar a criatividade dos participantes. O objetivo do evento é aproximar o cliente à marca Unimed, para identificar e entender suas necessidades, além de estimular os participantes para o processo de inovação e co-criação. Outra premissa do evento é sensibilizar o grupo para abertura à mudança do modelo convencional de pensamento, proporcionando melhorias para as Unimeds por meio da...

Estrategicamente é melhor divulgar uma marca do que centenas de produtos, diz especialista

Na era da informação, é necessário escolher o melhor canal e as ferramentas adequadas para divulgar os produtos e serviços do seu negócio. Você já ouviu falar na expressão “zapear”? O termo significa ficar trocando de canal constantemente, ou seja, mudar de forma rápida e repentinamente o canal de televisão ou a frequência de rádio, até encontrar algo interessante para assistir ou ouvir. Hoje em dia, a expressão ganhou as redes sociais, onde os usuários passam o feed de publicações até encontrar algo que gostem e que chamem a sua atenção. Na era da informação, as pequenas e grandes empresas precisam otimizar o tempo para conseguir alcançar os potenciais consumidores de seus produtos e serviços. E isso não é uma tarefa fácil. O  empresário e consultor em gestão de marcas, Maka Werner, explica que, estrategicamente os resultados são muito mais satisfatórios quando as empresas se voltam a divulgar a sua marca, e não, centenas de produtos. “Além do valor investido ser menor, após a fidelização de um consumidor por determinada empresa, todos os produtos acabam virando sinônimo de qualidade. Em vez de divulgar mil produtos, divulgamos apenas uma única marca”, diz. Para isso se tornar realidade, a estratégia precisa ser pensada com muito cuidado. A escolha das melhores ferramentas e canais para divulgar uma marca, deve ser escolhida após uma série de análises, verificando tanto a estrutura interna da empresa, a capacidade de gerar conteúdo, e, também a mídia mais conveniente ao seu publico e ao tipo de conteúdo do negócio. “Muitas empresas acreditam que precisam estar em todas as plataformas, acho que isso dificulta o trabalho e acaba...

Escolas e universidades possuem uma verdadeira lição de casa para se adequar à LGPD, diz especialista

O setor de ensino precisa acelerar a implementação da lei para a coleta de dados pessoais em contratos e na renovação da matrícula dos alunos para o próximo ano. O prazo é agosto de 2020, mas, alguns setores da economia brasileira precisam acelerar o passo para a implementação das exigências previstas pela Lei Geral de Proteção de Dados, ou simplesmente, LGPD. A normativa está causando grande repercussão entre as companhias, seja de pequeno, médio ou grande porte, e alguns setores precisam lidar com questões mais específicas, de acordo com o seu modelo de negócio. É o que acontece com as escolas e universidades. As instituições de ensino lidam com dados pessoais de alunos, funcionários e terceirizados, que, possuem aspectos importantes para serem observados pelas instituições de ensino, independentemente se os dados são tratados de forma física ou digital. O especialista em segurança da informação da Indyxa, empresa blumenauense especializada em soluções e serviços de tecnologia, Tiago Brack Miranda, explica que, no caso de crianças, menores de 12 anos, a lei exige o consentimento específico dos pais ou responsáveis legais para o tratamento dos dados pessoais. “Para os demais alunos, a pessoa responsável pelo controle dos dados poderá possuir a base legal da realização de suas atividades para o tratamento das informações. Já para os dados classificados como sensíveis, ou seja, uma informação que comprometa o seu titular, o consentimento deverá ser obtido antes de qualquer coleta”, diz. A necessidade de revisão de todos os documentos contratuais existentes com seus alunos, funcionários e terceirizados, além da implementação de uma política de proteção de dados e de privacidade, são os principais...

É necessário ter atenção redobrada com aplicativos que solicitam acesso as suas redes sociais, diz especialista

Apps podem coletar e até mesmo compartilhar seus dados pessoais no momento que você dá o consentimento. O ambiente digital está fortemente centrado na coleta de dados pessoais dos clientes. Por isso, são necessárias políticas e práticas para a segurança e proteção do consumidor no ambiente online. É com esse intuito que aLei Geral de Proteção de Dados, ou simplesmente LGPD, entra em ação em todo o território nacional a partir de 2020. A normativa impõe uma importante reflexão para as companhias brasileiras sobre que dados realmente são necessários coletar dos usuários, quais são permitidos armazenar e utilizar. Um exemplo recente que mostra a coleta massiva de dados dos usuários foi registrada pelo fenômeno do aplicativo FaceApp, que modificava a aparência do usuário, e gerou uma preocupação sobre as políticas de privacidade, segurança e proteção dos dados solicitados pela plataforma. A Apple e o Google, mantenedoras do aplicativo, receberam uma multa do Procon do estado de São Paulo, no valor de R$ 9.964.615,77 para o Google e de R$ 7.744.320,00 para a Apple. E a cobrança deve ficar ainda maior. Para as empresas que não seguirem as regras impostas pela LGPD, as penalidades vão desde notificações a multas que chegam a milhares de dólares. O especialista em Segurança da Informação da Indyxa, empresa especializada em soluções e serviços de tecnologia, Tiago Brack Miranda, explica que é muito comum que aplicativos, redes sociais e plataforma onlines, solicitem dados pessoais e informações a todo o momento, seja para fazer um login na sua rede social, ou para se cadastrar e adquirir determinado aplicativo. “Quando o assunto é a proteção de dados...

Há um ano para entrar em vigor, 85% das empresas ainda não estão preparadas para atender às exigências da LGPD

A pesquisa realizada pela Serasa Experian apontou que a média nacional de todos os setores da economia brasileira é de 15, 2%. No ramo da saúde e hospitalar, por exemplo, apenas 8,7% das empresas estão em conformidade com a lei. Faltando um ano para entrar em vigência em todo o território brasileiro, em agosto de 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados, ou simplesmente LGPD, está causando uma verdadeira “dor de cabeça” na maioria dos empresários e gestores do país, independente do tamanho da companhia. Os desafios à efetivação das novas regras, como a adaptação da empresa ao que é exigido pela lei, e a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão regulador previsto para aplicar e fiscalizar a lei, faz com que a maioria das empresas não se considere pronta para atender às novas regras. É o que mostra a pesquisa realizada pela Serasa Experian, em março deste ano, que ouviu executivos de 508 pequenas, médias e grandes empresas, de todos os segmentos da economia brasileira, em todas as regiões do país. Segundo o levantamento, 85% das empresas afirma que não estão preparadas para garantir os direitos e deveres em relação ao tratamento e coleta de dados pessoais em conformidade com a lei. A pesquisa ainda revela que 72% das companhias com mais de 100 funcionários pretendem contratar serviços terceirizados para auxiliar na adequação à lei. Para o especialista em segurança da informação da Indyxa, Tiago Brack Miranda, a primeira coisa a ser feita é entender e identificar quais dados são gerenciados e manipulados internamente, analisando como eles são armazenados e protegidos de possíveis...

Tecnologia está aprimorando a gestão hospitalar na região nordeste do Brasil

Rede de atendimento médico hospitalar de Sergipe encontrou na tecnologia da informação mais disponibilidade e estabilidade no armazenamento das informações dos pacientes. Em tempos de grande desenvolvimento tecnológico, o investimento em ferramentas tecnológicas na gestão hospitalar é uma estratégia fundamental para as organizações voltadas ao atendimento médico, que querem se destacar no setor da saúde. Um sistema de monitoramento de dados, por exemplo, é indispensável para o armazenamento e gerenciamento eficiente das informações acessadas diariamente em hospitais e clínicas de saúde. Ainda mais quando estamos lidando com informações sigilosas, como procedimentos médicos e administrativos, tratamentos e diagnósticos de pacientes, contratos e uma série de outros documentos importantes. Diante desse cenário e de novas regras que estão a surgir, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), prevista para entrar em vigor em agosto de 2020, o investimento em tecnologia é primordial para o sucesso e a continuidade do negócio. Com o objetivo de facilitar e proporcionar mais segurança e qualidade no atendimento da população sergipana e nordestina, a Rede Primavera Saúde, de Aracaju, Sergipe, investiu em tecnologia para potencializar o monitoramento do banco de dados e  aprimorar o sistema de armazenamento das informações. Com 10 anos dedicados ao atendimento médico hospitalar, a Rede Primavera é referência na região nordeste, utilizando tecnologia avançada não apenas na área administrativa, mas também em seus procedimentos médicos. As atualizações e o suporte especializado para o parque tecnológico estão a cargo da empresa blumenauense Indyxa, especializada em soluções e serviços de tecnologia. O gerente em Tecnologia da Informação da rede de saúde, Humberto Freire Bezerra, conta que a atualização tecnológica foi um verdadeiro...

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