Dentista esclarece cinco dúvidas frequentes sobre o mau hálito

Dentista esclarece cinco dúvidas frequentes sobre o mau hálito

Que o mau hálito é desagradável e gera muitos constrangimentos não há dúvidas. E você já deve ter ouvido diversas recomendações de como diagnosticar, como tratar, e assim por diante, não é mesmo? Pensando nisso, conversamos com o dentista Luciano Teodoro Eleotério, membro indicado da Associação Brasileira de Halitose (ABHA), para saber quais são os cinco questionamentos mais comuns apresentados pelos pacientes. Além disso, ele deu algumas dicas que podem te fazer sair do grupo de aproximadamente 57 milhões de pessoas no país que sofrem com o mau hálito. Fique de olho nos questionamentos e procure um especialista se houver suspeita de halitose. 1 – É possível descobrir se você tem mau hálito exalando sobre a mão em forma de concha? Sim, é possível determinar a presença de mau hálito usando esta técnica. No entanto, isso só pode funcionar se sua halitose é muito grave. A verdade é que identificar seu próprio mau hálito é muito difícil porque seu nariz está conectado à sua boca. Como tal, muitos odores internos podem ser rastreados, incluindo o mau hálito. Na dúvida, a recomendação é procurar um dentista capacitado no diagnóstico e tratamento. 2 – O mau hálito vem do estômago? Não necessariamente. Embora seja possível que o mau hálito possa resultar de distúrbios digestivos, representa de 1 a 2% dos casos de mau hálito. Atualmente, já existem equipamentos que identificam os gases gerados da halitose em questão de minutos. Com esse diagnóstico, é mais fácil e rápido tratar o problema. 3 – O mau hálito pode ser evitado por escovação e uso de fio dental regulares? Esta é uma maneira muito simples,...
Novo equipamento chega ao Vale do Itajaí e pode revelar causas do mau hálito

Novo equipamento chega ao Vale do Itajaí e pode revelar causas do mau hálito

BLUMENAU – No Brasil, pesquisas revelam que aproximadamente 30% da população sofre com a halitose (ou mau hálito) ou seja, cerca de 57 milhões de pessoas. O que muita gente não sabe é que este problema pode ser tratado, se as causas forem investigadas de maneira adequada. A tecnologia vem auxiliando os profissionais nesta tarefa. Uma das novidades é o Oralchroma, aparelho de última geração que acabou de chegar ao Vale do Itajaí, trazido pelo dentista Luciano Teodoro Eleotério. Ele mede, em oito minutos, o nível de diferentes gases causadores do mau hálito. O equipamento consegue separar e medir os três principais gases responsáveis pela halitose: o sulfidreto (original das bactérias), o metilmercaptana (predominante na gengiva) e o dimetilsulfeto (que pode ser originado pela ingestão de alguns alimentos e bebidas ou por problemas sistêmicos como pulmonares, intestinais, etc).  Luciano Teodoro, membro da Associação Brasileira de Halitose, explica que o mau hálito pode ser um sinal de que algo no organismo está em desequilíbrio, devendo ser identificado e tratado adequadamente. Com o exame por meio do Oralchroma é possível ter resultados quantitativos e qualitativos ao mesmo tempo. “O aparelho auxilia no diagnóstico da origem e o grau da halitose do paciente, que pode variar entre 1 e 5, sendo que o grau 1 é considerado o hálito normal. Pacientes com grau 5 possuem halitose severa, sentida a mais de 1 metro de distância e em ambientes fechados como uma sala é percepitível por todos”, aponta o dentista. Ainda segundo o especialista, existem cerca de 60 causas distintas para a halitose, por isso o mau hálito tem características multifatoriais. “Pode ser...
Assessoria de imprensa para todos os tamanhos

Assessoria de imprensa para todos os tamanhos

Quem pensa que apenas grandes empresas se beneficiam do trabalho da assessoria de imprensa está enganado! Aqui na Presse temos vários exemplos de organizações de pequeno porte e até mesmo de profissionais liberais que viram sua exposição crescer com um trabalho qualificado de divulgação. Um deles é o dentista Luciano Eleotério que, em seis meses de trabalho de assessoria, alcançou mídia espontânea em mais de 100 veículos, incluindo tvs, rádios, revistas e sites de notícias.   Um dos destaques foi a participação dele no quadro “Pergunte ao Doutor”, do Bom dia Santa Catarina. Ele também participou de entrevistas do Jornal do Almoço, da RBS TV, e nas principais rádios de Blumenau e de Santa Catarina, além de uma reportagem na revista EMP Saúde, atingindo um retorno sobre investimento de aproximadamente 35 mil reais.     Dr. Luciano Eleotério no quadro “Pergunte ao Doutor”, do Bom dia Santa Catarina.   Reportagem na revista EMP Saúde – Edição Dezembro/2015     Mais informações: Presse Comunicação Empresarial – Assessoria de Imprensa Blumenau – Santa Catarina (47) 3041-2990 ou 3035-5482 |...
Especialista aponta cuidados com clareamento dentário

Especialista aponta cuidados com clareamento dentário

A decisão de fazer o clareamento dentário exige alguns cuidados especiais. O dentista Luciano Teodoro Eleotério alerta que antes de realizar qualquer tipo de procedimento, é necessário procurar um especialista para seguir o tratamento de acordo com a necessidade de cada pessoa. “No clareamento de consultório o dentista isola os dentes para proteger a gengiva e aplica um agente oxidante forte. O clareamento  consiste na ativação do gel clareador especial sobre o dente de uma forma mais rápida que a convencional, podendo assim obter o efeito desejado em uma única sessão”, afirma. Após o procedimento, os efeitos colaterais que podem aparecer são sensibilidade dolorosa e irritação nas gengivas. Além disso, é indicado evitar o uso de algumas substâncias, destacando-se: alimentos com coloração forte, como o chocolate, bebidas (café, refrigerantes, vinhos, etc), soluções para bochecho, cigarro, entre outros. Luciano destaca ainda que não existe uma melhor técnica para o clareamento dentário. “Podemos resolver os casos com a técnica caseira, com a técnica de consultório ou combinada. Devemos avaliar o grau de descoloração, o estilo de vida do paciente, sua disciplina e a rapidez desejada no clareamento”, frisa. Ele conta que no clareamento de consultório o resultado aparece na mesma sessão, já no clareamento caseiro após sete dias.   Dr. Luciano Teodoro Eleotério CRO/SC 8.109 Graduado em Odontologia e Especialista em Ortodontia e Ortopedia pela Universidade de Santo Amaro (SP), o dentista Luciano atende em Blumenau, Santa Catarina (SC).   Mais informações: Presse Comunicação Empresarial – Assessoria de Imprensa Blumenau – Santa Catarina (47) 3041-2990 ou 3035-5482 |...
Especialista de SC apresenta novidades em Blumenau

Especialista de SC apresenta novidades em Blumenau

Foto-Portal halitobrasilia Muita gente não sabe, mas quando descoberta, a halitose tem tratamento e cura. Porém, é necessário investigar. Para isso, o especialista em Halitose, Luciano Teodoro Eleotério, único filiado à Associação Brasileira de Halitose em Santa Catarina, traz para o Vale do Itajaí o Halímeter. O aparelho americano é novidade na região e comprova o nível da halitose de cada pessoa. De acordo com Eleotério, o Halímeter é um aparelho que mede a quantidade de concentração dos compostos sulfurados voláteis (CSV), ou seja, ele comprova em que nível está a halitose de cada pessoa e possibilita ao profissional acompanhar o progresso de tratamento, além de arquivar registros de leitura. “Este aparelho deve ser utilizado como parte de um programa total, compreendendo uma análise cuidadosa e exame clínico do paciente, como também de uma avaliação organoléptica (avalia a cor, textura, odor, entre outros)”, explica. No Brasil, pesquisas revelam que aproximadamente 30% da população sofre com a halitose (ou mau hálito) ou seja, cerca de 57 milhões de pessoas. A halitose pode inclusive ser consequência de alguma patologia ou problema de saúde mais grave. Halitose Segundo o especialista, existem cerca de 60 causas distintas para a halitose, por isso o mau hálito tem características multifatoriais. “Pode ser de origem fisiológica (hálito da manhã, jejum prolongado ou alimentação inadequada); devido a razões locais, como má higiene bucal, placas bacterianas retidas na língua ou amídalas; baixa produção de saliva; doenças da gengiva; problemas em vias aéreas (adenóides, rinites, sinusites); estresse; ou razões sistêmicas como diabetes, problemas renais ou hepáticos, prisão de ventre acentuada e outros”, explica Eleotério. Além disso, ele acrescenta que...
Mau hálito pode revelar outros problemas de saúde

Mau hálito pode revelar outros problemas de saúde

No Brasil, pesquisas revelam que aproximadamente 30% da população sofre com a halitose (ou mau hálito) ou seja, cerca de 57 milhões de pessoas. Existe até mesmo um Dia Nacional de Combate ao Mau Hálito, instituído pela ABHA (Associação Brasileira de Halitose), e celebrado em 22 de setembro. O que muita gente não sabe é que este problema pode ser tratado. Porém, é necessário investigar as causas. A halitose pode inclusive ser consequência de alguma patologia ou problema de saúde mais grave. O dentista Luciano Teodoro Eleotério, único especialista em halitose de Santa Catarina filiado à Associação Brasileira de Halitose, explica que o mau hálito pode ser um sinal de que algo no organismo está em desequilíbrio, devendo ser identificado e tratado adequadamente. Segundo o especialista, existem cerca de 60 causas distintas para a halitose, por isso o mau hálito tem características multifatoriais. “Pode ser de origem fisiológica (hálito da manhã, jejum prolongado ou alimentação inadequada); devido a razões locais, como má higiene bucal, placas bacterianas retidas na língua ou amídalas; baixa produção de saliva; doenças da gengiva; problemas em vias aéreas (adenóides, rinites, sinusites); estresse; ou razões sistêmicas como diabetes, problemas renais ou hepáticos, prisão de ventre acentuada e outros”, explica Eleotério. Além disso, ele acrescenta que uso excessivo de medicações, fumo ou bebidas alcoólicas e até mesmo a utilização de soluções para bochecho com álcool na composição são fatores que podem causar a halitose. A idade também é um fator importante. À medida que envelhecem, as pessoas vão ficando mais suscetíveis a desenvolver mau hálito: estudos apontam que a incidência de halitose na população brasileira é de 17%...

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