Enfrentar a crise sem mexer no quadro de funcionários é possível?

Enfrentar a crise sem mexer no quadro de funcionários é possível?

Os últimos números divulgados pelo IBGE apontam que a taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,9%, em junho. A situação preocupa contratantes e funcionários. Uma pesquisa recente da ABRH-SC indica que 70%  dos liderados estão apreensivos pela manutenção dos seus empregos. Porém, segundo gestores de Recursos Humanos, é possível contornar uma situação econômica desfavorável mantendo o quadro de funcionários. Como conseguir isso? Reavaliando o orçamento e processos operacionais com o intuito de reduzir custos e desperdícios.  “As pessoas são essenciais para a empresa, e estas devem ser o último ‘recurso’ a ser alterado”, afirma a supervisora de RH e integrante do Núcleo de Desenvolvimento Humano e Organizacional (DHO) da Acib, Janice Magierski Kepler. Na opinião da gestora de Desenvolvimento Humano e Organizacional, Mary Silva, nessa situação é importante o empresário ter conhecimentos plenos dos seus custos e certificar-se que as ações de redução serão suficientes para manter o quadro de funcionários. “Como, por exemplo, zerar férias vencidas, negociar férias coletivas, rever jornada de trabalho, otimizar os benefícios, negociar com os fornecedores, entre outras ações”, explica. Neste momento, o papel das lideranças é fundamental, atuando como orientadoras e motivadoras. “A liderança precisa abrir um diálogo claro e objetivo com o colaborador. Apresentar a situação da empresa, as dificuldades, as ameaças do ambiente, bem como as possíveis ações e estratégias para o enfrentamento de toda essa turbulência faz-se essencial. Essa transparência proporciona um ambiente de confiança, estimula a corresponsabilidade e pode promover até mesmo a inovação”, afirma Janice. Na opinião da especialista, é importante também aproveitar este momento para identificar oportunidades de treinamentos internos, integrações e polivalência entre funções. A...

Blusol firma convênio de R$ 4 milhões com o Badesc

Durante uma reunião na semana passada entre a diretoria do BluSol e o presidente do Badesc, João Paulo Kleinübing, as instituições fecharam convênio no valor de R$ 4 milhões para operações de microcrédito para o Vale do Itajaí. Desses valores, R$ 1 milhão será liberado imediatamente e o restante conforme a necessidade ao longo de 2014. Os recursos são destinados tanto para capital de giro quanto para capital fixo (aquisição ou reforma de máquinas e equipamentos, atividades agropecuárias, etc.). O foco são micro e pequenos empreendedores, formais e informais, profissionais liberais e autônomos. A busca por microcrédito tem aumentando significativamente. “Eles vêm em busca de capital de giro para estruturar os negócios. Assim, podem comprar à vista e ter mais poder de barganha. Outra finalidade do empréstimo é o investimento em maquinário”, aponta o gerente da unidade de Blumenau, Arlindo Sehnem Filho. O valor médio das operações feitas por esse grupo varia de R$ 3.500,00 a R$ 4.000,00. Em geral, o recurso é investido em compra de maquinário, como é o caso das facções de costura. Já para o comércio o objetivo é ampliar o mix de produtos. Um investimento em comum é a compra de veículos para fazer a distribuição dos produtos. Mesmo com o alto número de operações, o índice de cobrança se mantém estabilizado. Sehnem explica que atualmente a inadimplência está em torno de 1,35%, o que representa uma cobrança muito controlada. Para o gerente, esse baixo índice está diretamente relacionado com o empréstimo feito de forma responsável. “Emprestamos aquilo que o empreendedor pode absorver, o que o seu projeto de negócio comporta. Nosso foco é...

Eventos têxteis revelam tendências e novidades para o setor

Moda casa, mesa e banho é destaque em rodadas de negócio “in company” e em feira nacional durante o mês de fevereiro. As maiores e melhores empresas do setor têxtil prometem mostrar as novidades e tendências de moda casa, mesa e banho em dois grandes eventos do segmento, que acontecem em fevereiro. Em Blumenau, estreia a primeira Turnê do Mercado Têxtil SC 2014 (1ª TMT). Já em São Paulo, ocorre a 5ª Têxtil House Fair – Outono/Inverno. Entre os grandes nomes destes eventos, está a Bella Janela, maior produtora de cortinas prontas do Brasil, com sede em Blumenau. “Para criar a nova coleção, fizemos pesquisas nas principais feiras internacionais, seguindo design, cores e estampas de moda e decoração”, garante Jaqueline Medeiros do departamento de marketing da empresa. A primeira edição da TMT acontece de 2 a 6 de fevereiro, com um formato inovador no Brasil, de gerar negócios “in company”. O objetivo é mostrar ao mercado varejista brasileiro as tendências e as novidades do setor por meio de visitas às grandes indústrias produtoras de cama, mesa, banho e têxteis para o lar catarinense. Para tanto, dez das mais qualificadas empresas do setor com sede em Blumenau, Brusque, Joinville e São Bento do Sul, principal polo confeccionista brasileiro do segmento, vão abrir as portas para representantes de cerca de cem grandes lojas e redes comerciais. A Bella Janela vai apresentar durante a TMT o show room com as novidades do mercado, bem como as peças de mais sucesso, como a Devorê Linho, a Artesanale, a Desert e a Riviera. As visitas são programadas pelo organizador do evento, o Sintex –...

Alerta para a economia em 2014: setor têxtil exige atenção

Consultor Nelson Leite aponta que o próximo ano é atípico e vai sofrer interferência direta dos grandes eventos que o Brasil vai receber. Um ano atípico. Essa é a definição do escritor e consultor da SBA Associados especializado em varejo, Nelson Jorge Leite, para 2014. “O carnaval é em março e sabemos que para muitos o ano só começa definitivamente depois dessa comemoração. Serão dois meses de copa do mundo: um para a chegada das delegações e outro para os jogos. E ainda há as eleições majoritárias, onde se houver segundo turno, terminam apenas em novembro”, explica o consultor. Leite ainda adverte para as manifestações e os protestos que devem ocorrem ao longo do ano, já que em 2013 eles foram bem intensos e tiveram entre tantas motivações o combate à corrupção e o gasto excessivo de recursos públicos com a construção e a reforma de estádios. Aliado a essa série de grandes eventos, o consultor alerta para os indicadores econômicos do próximo ano. “A previsão é que o PIB seja parecido com o de 2013, a inflação não deve reduzir e o crescimento vai andar de lado. Além disso, a taxa Selic vai subir devido à política fiscal expansionista do Governo”, acrescenta Leite. Ele ainda lembra que o Fundo Monetário Internacional, FMI, aposta em uma taxa de desemprego maior. Para o consultor, o brasileiro já está percebendo esse cenário e está pagando as dívidas e evitando fazer novas contas. Nessas situações, a tendência é que as pessoas passem a gastar menos com itens não essenciais, como roupas, fato que interfere diretamente na economia do Vale do Itajaí, que...

SBA Associados é destaque na imprensa

O artigo “Planejamento traz resultados”, da psicóloga e consultora da SBA Associados, Giovana Tensini de Aguiar repercutiu na mídia regional e estadual. O artigo fala sobre a importância de planejar o ano, como fazer isso e mais, como cumprir essas metas. Entre os veículos de comunicação que destacaram o artigo estão: Portal Economia SC, Diário Catarinense e Jornal de Santa Catarina. [photopress:sba_associados_repercute_na_midia.jpg,thumb,pp_image] Para ler o artigo, você pode acessar o link: http://bit.ly/1aRwXBJ Mais informações: Presse Comunicação Empresarial – Assessoria de Imprensa Blumenau – Santa Catarina (47) 3041-2990 ou 3035-5482 |...

Unificação da alíquota de ICMS para importados pode trazer consequências negativas para empresas em Santa Catarina

 Medida terá vigor a partir de 1o. de janeiro. Empresas que importam matéria prima serão afetadas.  A partir de 1° de janeiro de 2013 as alíquotas de ICMS para transações interestaduais de importados será unificada em 4%, conforme resolução aprovada pelo Senado em abril deste ano. A alíquota se refere a produtos com conteúdo importado superior a 40%. Um dos Estados brasileiros que perdem com essa medida é Santa Catarina. A ação reduzirá a receita do Estado, uma vez que Santa Catarina oferecia incentivos para a importação. Segundo o advogado especialista em Direito Aduaneiro e Comércio Exterior, Ademir Gilli, do escritório BPHG, a intenção do governo federal era acabar com a chamada ‘Guerra dos Portos’. “No entanto, a medida criou uma distinção tributária inadequada entre produtos nacionais e importados, vedada pela Constituição Federal. Além disso, foram criadas regras repudiáveis sob o ponto de vista comercial, como a necessidade dos importadores/fornecedores revelarem o custo de aquisição dos seus produtos”, explica Gilli. Outro aspecto controvertido, conforme relata o advogado, diz respeito aos inúmeros produtos sem similar nacional que deveriam constar na lista de exceções à tributação diferenciada, publicada pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), mas que não foram contemplados, acentuando os problemas dos empresários catarinenses. O diretor geral da Têxtil Farbe, Ricardo Axt já visualiza as consequências dessa medida: “A resolução nos levará a mudanças significativas, principalmente na forma de operação atual, baseada na importação de insumos e uso como matéria prima em nossas unidades fabris. Vemos um cenário de migração de atividades industriais para atividades mercantis, neste caso, importação para comercialização”, aponta. Segundo ele, ao contrário do que anuncia o...

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