Pessimismo envolve a Copa do Mundo no Brasil

No setor empresarial, investimentos e contratações deixam de ser realizados e a marca Brasil será afetada. Com a proximidade da Copa do Mundo no Brasil, não é apenas o descontentamento da população com questões alheias aos jogos que criam um clima de pessimismo em torno do mundial. Segundo pesquisa do International Business Report 2014 (IBR), contratada pela consultoria Grant Thornton, 88% dos empresários brasileiros não planejam aumentar seus investimentos por conta do evento e 58,7% não farão novas contratações em decorrência da Copa do Mundo. Os paulistas são os mais pessimistas e 52% deles acreditam que a Copa não impulsionará a economia. Compartilham da mesma opinião 4,62% dos cariocas e 36,7% dos gaúchos. Para o CEO da JPrayon & Partners, que atua na área de Fusões e Aquisições de empresas brasileiras e internacionais, Jean Prayon, com a proximidade da realização da Copa do Mundo estão cada vez mais evidentes os problemas de infraestrutura do Brasil, o que irá prejudicar também a imagem do país no exterior. “Infelizmente, o mundial é uma grande vitrine do país-sede e até agora o que tem sido apresentado está deixando a desejar”, destaca Jean. Apesar do clima pessimista, de acordo com a pesquisa do IBR, na visão dos empresários, o torneio beneficiará principalmente o turismo, para 57,7% dos entrevistados, e a construção civil (18,7%). Porém, segundo Jean, pode afetar negativamente outros segmentos que negociam com o exterior, mas não de forma permanente. “Instaurou-se um clima de incerteza principalmente com relação a obras de infraestrutura, uma questão importante para quem investe no exterior”, explica o executivo. Mas, segundo Jean, apesar de todos os problemas, o...

JPrayon & Partners participa de maior feira internacional de tecnologia industrial

Entre os dias 7 e 11 de abril ocorrerá a edição de 2014 da Hannover Messe, em Hannover, na Alemanha, considerada a principal feira mundial do setor de tecnologia industrial e de energias renováveis. Com o objetivo de atrair investidores para Santa Catarina, a JPrayon & Partners, empresa de Blumenau que atua em apoio estratégico para internacionalização, estará presente no evento para participar de rodadas de negócios com organizações de todos os continentes. Realizada anualmente, em 2014 a Hannover Messe terá aproximadamente cinco mil empresas em exposição, de 65 países, dividas entre 13 segmentos: Componentes; Técnicas de acionamento; Prestação de Serviços; Técnicas de Ar Comprimido; Economia Energética; Automação Industrial; Mecânica de Fluidos; Motores e Câmbios; Plantas de Força; Energias Renováveis; Pesquisa e Desenvolvimento; Serviços de TI; e Tecnologias a vácuo em laboratório. Mais de 50% dos participantes são de fora da Alemanha. Além do país sede, China, Itália, Holanda e Turquia lideram o ranking de principais nações expositoras. Para Jean Prayon, CEO da JPrayon & Partners, a feira de Hannover é uma excelente oportunidade para estreitar relacionamentos com clientes e empresas que possuem potencial para investir no Brasil, em especial no estado catarinense. “A expectativa para nossa participação é extremamente positiva, principalmente em relação ao setor de energias renováveis. É um segmento forte na Europa, mas que já está se tornando limitado devido a poucos espaços disponíveis. Uma alternativa dos europeus é investir em energia eólica no mar, porém os custos são elevados, o que os faz buscar novos locais para investir, além do continente europeu. Durante a Hannover Messe haverá diversas empresas interessadas em investimentos tanto de equipamentos...

Busca de sócios estratégicos ainda é vista com cautela em empresas catarinenses

Especialista aponta atitude como erro nas organizações que querem crescer e se destacar. Santa Catarina tem forte tradição em empresas familiares e, apesar de não haver dados precisos, o Estado segue as estatísticas nacionais. Do total de empresas catarinenses em atividade, estima-se que 75% são controladas por famílias empreendedoras. Porém, destas, de acordo com dados do IBGE, apenas 30% chegam à segunda geração, enquanto 5% atingem a terceira. “São várias as questões que levam a este resultado pífio, um deles é a desconfiança que as empresas catarinenses, em especial as de cunho familiar, têm em se profissionalizar e em buscar sócios estratégicos para o negócio”, destaca Jean Prayon, CEO da JPrayon & Partners. Segundo Jean, existe uma grande procura de empresas e investidores do exterior, como também gestoras de fundos private equity, interessados em investir em Santa Catarina. “Temos contatos dos mais diversos segmentos que possuem interesse em fazer aquisições na região, mas ainda existe alguma resistência”, destaca. Por definição, no mundo dos grandes negócios empresariais, o sócio estratégico pode ser um concorrente internacional de porte maior que enxerga a local como um nicho ou aumento de share naquele local. “Pela falta de cultura em M&A`s, fusões e/ou aquisições, Santa Catarina infelizmente ainda perde muitas oportunidades”, afirma Jean. Santa Catarina é um celeiro de diversos segmentos da indústria, portanto uma grande plataforma para grandes projetos, desde greenfields, Joint-Ventures até fusões e aquisições. Para Jean, está faltando uma ousadia por parte dos empresários. De acordo com o empresário, se bem planejada, uma aquisição por uma empresa estrangeira pode garantir muitos resultados positivos, alavancando negócios e trazendo novas tecnologias ao país....

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