Educação para as indústrias

A edição dessa sexta-feira, 20, do Jornal de Santa Catarina trouxe o artigo “Educação para as indústrias”. Nele, o vice-presidente regional da Fiesc para o Vale do Itajaí, Ronaldo Baumgarten Jr., fala sobre as ações da Fiesc para a educação, em especial sobre o Programa de Inclusão da Pessoa com Deficiência na Indústria e a nova fase do Movimento A Indústria Pela Educação voltada aos jovens.

Confira:

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) já é reconhecida em todo o estado pelo trabalho que vem desenvolvendo para aumentar a escolaridade básica do trabalhador, pois sabe que a educação é fundamental para elevar a competitividade da indústria. O Movimento a Indústria pela Educação, que conta com o apoio do Sesi, Senai e IEL, atingiu 877 mil matrículas entre 2012 e 2014.

Contudo, além dessa iniciativa, a Fiesc, por meio do Sesi, oferece o Programa de Inclusão da Pessoa com Deficiência na Indústria, criado em 2007. O programa promove a Educação Inclusiva e oferece capacitação as pessoas com deficiência visual, auditiva, motora e intelectual. Através dos cursos de Preparação para o Mercado de trabalho e Arteterapia, desenvolve competências e habilidades necessárias e resgata a autoestima e cidadania. Já nos cursos de Educação Básica atua na elevação da escolaridade em unidades especializadas a fim de incluí-las no trabalho de forma autônoma e competente.

Outro objetivo do Programa é unir esforços para auxiliar as empresas a minimizar e a enfrentar as principais barreiras que dificultam a contratação e a retenção das pessoas com deficiência nos ambientes organizacionais. Isso porque o programa traz abordagens complementares de sensibilização e mobilização para o assunto, contribuindo para a valorização da diversidade no ambiente de trabalho.

Outro foco do Movimento a Indústria pela Educação são os jovens. A preocupação surgiu depois que um estudou apontou que 17% dos catarinenses de 10 a 24 anos estão fora da escola. Além disso, 39% dos jovens de 19 anos não concluíram o ensino médio e 16,3% dos que têm 16 anos não concluíram o ensino fundamental. Por isso, a estratégia é aumentar a interação com a juventude, descobrir talentos e valorizar projetos que possam contribuir para a melhoria da educação.

Contudo, vale lembrar que os bons resultados só são possíveis com o apoio das indústrias que aderem aos projetos e oportunizam aos colaboradores participar das ações. Para que nos próximos anos possamos colher frutos positivos com o movimento – assim como fizemos até agora – precisamos da conscientização e do engajamento de todas as indústrias.


Por Ronaldo Baumgarten Jr., vice-presidente regional da Fiesc para o Vale do Itajaí

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