Eficiência energética para arte em vidro

Entre os materiais mais antigos utilizados pelo homem está o vidro, cuja origem não é possível precisar, apesar dos primeiros registros datarem de mais de seis mil anos. Utilizado em todos os setores, é nas mãos de artistas que o material ganha as mais diversas formas e cores, transformando-se em verdadeiras obras de arte.

Uma das técnicas mais utilizadas pelos artistas é glass fusing, usada para o desenvolvimento de peças utilitárias e decorativas em vidro fundido. Com a técnica é possível criar vasos, pratos, fruteiras, bandejas e até mesmo peças maiores, como cubas para pias, de forma personalizada e única. A fundição do vidro requer fornos com altas temperaturas, chegando a 900°C.

Entre os fornos disponíveis no mercado, os mais eficientes são os projetados com isolamento térmico em fibra cerâmica compactada, que possibilita maior rapidez no aquecimento e resfriamento, reduzindo o consumo de energia elétrica, além de ser mais leve para o transporte. A tecnologia desenvolvida para a indústria pode ser encontrada também para fornos destinados à cerâmica e porcelana.

A artista plástica Juliana Roman Radin, de Xanxerê (SC), trabalha há nove anos com glass fusing, período em que já testou diversos fornos com tecnologias e tamanhos diferentes. A mais nova aquisição de Juliana é um equipamento da linha artística da Fornos Jung, o segundo forno que possui da fabricante de Blumenau (SC). “Conheço diversos fornos e fiquei decepcionada com a maioria. Este é o segundo forno com isolamento térmico com fibra cerâmica, e escolhi principalmente pela eficiência, acabamento, funcionalidade e a manutenção”, relata Juliana.

O forno da Jung utiliza como isolamento térmico fibra de cerâmica compactada, e está disponível em 15 tamanhos além de atender a demandas específicas conforme a necessidade de seus clientes. O equipamento possui cavaletes para suporte e porta superior com sistema hidráulico para a abertura. Um visor possibilita observar o andamento do processo de fusing e o controlador digital de tempo e temperatura memoriza os dados do processo e desliga automaticamente no final.

A Jung também dispõe de outros equipamentos como fornos industriais, laboratoriais e fogões, que priorizam a eficiência energética. “Desde a produção de seu primeiro forno em 1980, a Jung busca constantemente o aperfeiçoamento e inovação de sua linha de produtos, que são elaborados com a mais alta tecnologia existente no mercado”, conta Jonas Luchtenberg, diretor da empresa.

 

Sobre a Jung

Com mais de 10 mil equipamentos entregues das linhas industrial, laboratorial e artística no Brasil e exterior, a Fornos Jung atua há 35 anos no segmento de fornos e estufas, com destaque aos equipamentos de operação contínua, possibilitando qualquer grau de automação, ferramentas para aumento da produtividade, baixo consumo de energia e variados sistemas de movimentação da carga. Atualmente participa do programa Exporta SC, do Sebrae, e está internacionalizando suas atividades com a implantação de uma sede em Fort Lauderdale, na Flórida (EUA).

 

Fornos Jung linha artística glass fusing - baixa

 

Peças produzidas pela artista plástica Juliana Roman Radin.

Fotos Facebook

 

Fornos Junge - artista plástica Juliana Ramon Rodin - glass fusing (4) Fornos Junge - artista plástica Juliana Ramon Rodin - glass fusing (3) Fornos Junge - artista plástica Juliana Ramon Rodin - glass fusing (2)

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Blumenau – Santa Catarina
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