Dia Mundial contra a Pneumonia alerta sobre os riscos da doença

Dados oficiais revelam que a cada ano a enfermidade é responsável pelo óbito de mais de um
milhão de crianças no mundo.

No Dia Mundial contra a Pneumonia, lembrado em 12 de novembro, alguns números da
Organização Mundial de Saúde (OMS) chamam a atenção para a prevenção da doença: essa é a
enfermidade que mais mata crianças menores de cinco anos, sendo responsável por 18% do total
de óbitos nessa faixa etária. A cada 20 segundos em todo o mundo, uma criança morre devido à
doença, totalizando 1,2 milhões de mortes por ano. Do total, mais de 99% são registrados em
países em desenvolvimento, como o Brasil.

A pneumonia atinge, na maioria das vezes, idosos e crianças menores de cinco anos e é
provocada pela penetração de um agente infeccioso (bactérias, fungos e vírus ) no espaço
alveolar, onde ocorre a troca gasosa. Segundo o pneumologista do Hospital Dia do Pulmão, Dr.
Mauro Kreibich, a doença é, por princípio, oportunista, que age onde encontra baixa imunidade,
ou seja, em um ambiente propício para os agentes se instalarem. Por isso, ele ressalta que é
fundamental ficar atento a qualquer condição que possa favorecer uma complicação
respiratória, em especial aqueles que já têm doença pré-existente e os que já sofrem com
doenças das vias áreas.

“Um resfriado ou gripe, ou um quadro respiratório alérgico não controlado pode gerar doenças
mais graves, como sinusites, otites, bronquiolites e pneumonia, sendo necessário, às vezes, até
internação hospitalar para tratamento”, explica Kreibich. Ele alerta que as pessoas fiquem
atentas a qualquer sintoma ou alteração nos quadros das doenças pré-existentes ou no
agravamento no curso dos quadros virais que são rotineiramente benignos. Febre persistente, comprometimento do estado geral e falta de ar são sinais de alerta que
justificam a avaliação medica.

Agentes causadores

Os principais agentes causadores da enfermidade são as bactérias Streptococcus
pneumoniae (também conhecida como pneumococo) e Mycoplasma pneumoniae, e o
Haemophilus influenzae, além de uma gama imensa de vírus.

Sintomas e diagnósticoO pneumologista ressalta que os principais sintomas da pneumonia são febre alta, tosse, dor no tórax, podendo evoluir para mal estar generalizado, falta de ar e prostração. Para diagnosticar,
os recursos essenciais são exame clínico, auscultação dos pulmões e radiografias de tórax.

Tratamento e prevenção

De acordo com Dr. Kreibich, o tratamento da doença requer o uso de antibióticos e a melhora
costuma ocorrer a partir de três ou quatro dias. A internação hospitalar convencional é
necessária quando a pessoa apresenta alterações clínicas decorrentes da própria pneumonia, tais
como: comprometimento da função dos rins e da pressão arterial e dificuldade respiratória
caracterizada pela baixa oxigenação do sangue, pois o alvéolo está cheio de secreção e não
funciona para a troca de gases. Hoje, com os recursos disponíveis, a extensa maioria dos
pacientes pode ser tratada em regime ambulatorial ou de Hospital Dia.

Para a prevenção da doença, o pneumologista recomenda a perfeita higienização, como lavar
constantemente as mãos, além de evitar o fumo e poluentes. “Outra ação fundamental e que a
população precisa ter consciência é da importância da vacina antigripal e anti pneumocócica,
que podem reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações em decorrência da pneumonia e
ainda de 39% a 75% o número tão elevado de mortalidade”, comenta.

Mais informações:
Presse Comunicação Empresarial – Assessoria de Imprensa
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