Nem rosé, nem tinto

Tendência do mercado agora são os vinhos laranja, releitura dos vinhos produzidos na origem da viticultura. A Decanter é pioneira na importação deste tipo de bebida no Brasil.

Também conhecidos como Orange Wines, os vinhos laranja não são produzidos a partir de laranjas como o nome sugere. A bebida que vem conquistando o mercado é feita baseada em um estilo ancestral de produção, que surgiu há cerca de oito mil anos. Guilherme Corrêa, um dos mais premiados e experientes sommeliers do Brasil, da importadora Decanter, destaca que a coloração alaranjada decorre do processo de amassar as uvas brancas com o mosto, tal como se produzem os vinhos tintos a partir de uvas tintas. “No nariz, estes vinhos  possuem uma complexidade ímpar, revelando desde notas florais, de cítricos confitados, de drupas e frutas secas, até notas saborosas de cogumelos, de “sottobosco”, vegetação rasteira que cresce à sombra das árvores, além de fortes acentos minerais. Na boca a sua estrutura é firme, fenólica, tal como um tinto, mas com o frescor e a mineralidade de um grande branco”, explica.

O sommelier conta que a Decanter possui o mais completo portfólio de vinhos laranja, sendo pioneira na importação da bebida no Brasil. “Josko Gravner, renomado enólogo do Friuli na Itália, foi o pioneiro em elaborar este tipo de vinho. Abandonou a vinificação quando era o melhor produtor de vinhos brancos modernos da Itália, em busca de reencontrar a essência da arte da vinificação perdida no tempo. Gravner optou pela produção em jarros trazidos da Geórgia, que amplificam a pureza dos seus vinhos”, comenta. Corrêa ressalta que estes vinhos são raros em qualquer parte do mundo e a Itália lidera a produção mundial do estilo.

O especialista recomenda como fazer uma boa harmonização com a bebida. “Na mesa os vinhos laranja fazem o papel de um grande branco, acompanhando peixes e crustáceos em preparações bem saborosas, mas harmonizam até com carnes intensas como a de cordeiro. A bebida também combina bem com queijos maduros, cogumelos e pratos com nozes”, indica.

O sommelier indica

Dettori Renosu Bianco Romangia (750 ml)

Uma bebida de coloração dourada intensa, com nuances alaranjadas. Olfato que remete a pêssegos, seguido de ervas mediterrâneas. Harmoniza com massa fresca com vieira e açafrão, perdiz cozida com lentilhas ou fettucine. Preço: R$ 115,10

Zidarich Malvasia 2011 (750 ml)

Vinho com coloração dourada-âmbar e leve opacidade. É ideal para completar o cardápio composto de Penne envolvido com lascas de atum, queijos frescos de massa cremosa ou até mesmo com mignon suíno cozido em baixa temperatura, servido com mostarda. Preço: R$ 279,40

Gravner Breg 2006 (750 ml)

Bebida de cor âmbar que apresenta no olfato frutas secas como damasco e avelãs, toques herbáceos como sálvia e tomilho ou cascas de laranja e açafrão. Ideal para ser servido com escalopes de coelho ao tomilho, cordeiro braseado com gengibre ou pombo estufado com curry. Preço: R$ 485,20

 

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Sobre a Decanter

Fundada em Blumenau, em 1997, a Decanter tornou-se uma das maiores e mais destacadas importadoras do Brasil. Seriedade, respeito ao cliente e uma política de preços convidativos têm sidos alguns dos suportes desse crescimento, nos últimos 18 anos.

No entanto, é a esmerada seleção de vinhos que dá corpo à empresa, alavancando seu crescimento que hoje conta com mais de 50 distribuidores por todo o país, além da rede de Enotecas Decanter.

Mais informações:
Presse Comunicação Empresarial – Assessoria de Imprensa
Blumenau – Santa Catarina
(47) 3041-2990 ou 3035-5482 | www.presse.inf.br

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