Prazo para empresas aderirem à NF-e está encerrando

Até setembro deste ano empresas de 79 setores terão de emitir nota fiscal eletrônica nas transações com outras companhias. Essa é uma das etapas do Sped, que prevê a transferência de todos os documentos contábeis e fiscais para o meio eletrônico. E não são apenas as grandes ou médias empresas que serão afetadas por essas mudanças. As micro e pequenas também serão obrigadas a se adaptar, tendo em vista que a regra vale por segmento e não pelo faturamento.

A lista completa dos setores que terão de emitir nota fiscal eletrônica até setembro está disponível no site da Secretaria Estadual da Fazenda http://nfe.sef.sc.gov.br

Segundo a diretora para Assuntos da Pequena e Micro Empresa da Acib Solange Schröder quem não obedecer às novas normas pode pagar multa de até R$ 5.000,00 por mês. “A multa é pela não entrega do Sped Contábil. Este, por enquanto, é só para empresas do Lucro Real. Em 2010 começa para as empresas do Lucro Presumido”, explica.

A nota fiscal eletrônica aumentará a capacidade do fisco de combater a sonegação. Isso porque a possibilidade de vigilância passa a ser online, permanente e em tempo real. Ao emitir uma nota eletrônica, o sistema varre os dados da rede. Se houver irregularidades na situação do comprador ou do vendedor, a emissão não é efetuada. E, sem nota fiscal, a mercadoria não circula — pelo menos não legalmente.

Com o fim da papelada, é possível diminuir em até 80% os custos com a emissão de notas físicas. Outro ganho possível está na logística. A nova documentação fiscal, dotada de código de barras, torna mais ágil a conferência em postos rodoviários do Fisco e reduz o tempo das viagens.

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