Diklatex e Altenburg defendem inovação aberta para fortalecer a competitividade da indústria têxtil

Empresas de segmentos distintos da cadeia produtiva compartilham experiências e apontam a troca de conhecimento como estratégia para acelerar o desenvolvimento de soluções de maior valor agregado

Em um cenário em que inovação, sustentabilidade e diferenciação tecnológica definem a competitividade da indústria têxtil, empresas que atuam em diferentes segmentos da cadeia produtiva começam a enxergar a colaboração como uma vantagem estratégica. Foi essa a principal mensagem do encontro realizado em Joinville, entre o CEO da Diklatex, André Jativa, e o CEO da Altenburg, Tiago Altenburg.

Mais do que uma visita institucional, a agenda reuniu lideranças e equipes das duas empresas para discutir como a aproximação entre organizações que não competem diretamente pode acelerar o desenvolvimento de produtos, estimular novos modelos de gestão e ampliar a capacidade de inovação da indústria brasileira.

“Somos duas empresas tradicionais e referências em seus segmentos, mas que não competem entre si. Existe um enorme potencial de complementariedade em modelos de gestão, tecnologia e aplicação da inovação. A proposta deste encontro foi justamente pensar juntos como tornar a indústria têxtil cada vez melhor”, afirma André Jativa.

A Diklatex desenvolve tecidos tecnológicos para sportswear, activewear e Casual Tech®, enquanto a Altenburg é referência em produtos para cama e banho. Embora atendam mercados distintos, as empresas identificam um movimento comum: consumidores cada vez mais interessados em produtos que aliem conforto, desempenho, bem-estar e funcionalidade.

Essa convergência amplia as possibilidades de desenvolvimento conjunto e favorece a troca de conhecimentos em áreas como engenharia têxtil, pesquisa de materiais, processos produtivos, sustentabilidade e aplicação de novas tecnologias. “O consumidor busca cada vez mais funcionalidade. Nós agregamos tecnologia aos tecidos para melhorar a performance das peças; a Altenburg aplica inovação para gerar mais conforto e qualidade do sono. São mercados diferentes, mas que convergem quando o objetivo é entregar mais valor às pessoas”, resume Altenburg.

O encontro também colocou em evidência o papel das equipes de pesquisa, desenvolvimento e inovação. Profissionais das duas empresas participaram das discussões para compartilhar experiências e identificar oportunidades de aplicação cruzada de tecnologias. “Os projetos ganham forma com as pessoas. Quando reunimos equipes com conhecimentos diferentes, percebemos que as possibilidades são muito maiores do que imaginávamos inicialmente. Esse tipo de troca amplia nossa capacidade de inovar” pontua Jativa. 

A indústria da moda catarinense, uma das mais completas do país, movimenta R$ 40,3 bilhões por ano, representa 12,1% da economia estadual e reúne mais de 10 mil indústrias distribuídas por todas as regiões, segundo a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC). O setor também responde por um em cada cinco empregos gerados pela indústria catarinense.

Para André Jativa, preservar a competitividade desse ecossistema passa, cada vez mais, pela disposição das empresas em compartilhar experiências e construir soluções em conjunto.

“Santa Catarina possui um ambiente extremamente rico em conhecimento e inovação. Gostaríamos que mais empresas promovessem encontros como este. Quando compartilhamos experiências, fortalecemos não apenas os negócios envolvidos, mas toda a cadeia produtiva. Temos muito a construir juntos e muito a entregar ao mercado”, avalia. 

A Diklatex vem ampliando seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento por meio do Dikla Lab, ambiente dedicado à criação de tecidos tecnológicos e sustentáveis para os mercados esportivo e casual. Já a Altenburg, sob a liderança da quarta geração da família fundadora, intensifica investimentos em inovação, governança e sustentabilidade. Em 2024, comercializou aproximadamente 14 milhões de travesseiros e, por meio da Ecofiber, reintegrou mais de 81 milhões de garrafas PET à cadeia produtiva.

O encontro reforça uma visão compartilhada pelas duas lideranças: a inovação deixa de ser um processo isolado dentro das organizações e passa a ganhar velocidade quando conhecimento, tecnologia e experiência circulam por toda a cadeia têxtil. 

Vídeo da visita aqui 

https://drive.google.com/file/d/1NM_GRidthUXaiMiPZv_lprCHYdo2IQcg/view   

Consultoria e assessoria de comunicação não são a mesma coisa.

Consultoria e assessoria de comunicação não são a mesma coisa, mas ainda vemos empresas e profissionais que contratam um diagnóstico esperando o resultado de um trabalho contínuo, e depois se frustram quando percebem que um relatório, sozinho, não muda a percepção de ninguém sobre uma marca.

Por outro lado, também é comum o caminho inverso: empresas que contratam direto a execução, seja assessoria de imprensa, redes sociais ou as duas, sem antes ter uma direção clara sobre o que querem alcançar.

O que cada uma dessas palavras realmente significa

Consultoria normalmente é um projeto com início, meio e fim. Alguém olha para a empresa de fora, identifica problemas ou oportunidades, propõe um caminho e entrega um relatório. No caso da consultoria de comunicação: qual é o posicionamento certo, qual história vale contar, onde estão as oportunidades que ninguém dentro da empresa está vendo porque está ocupado demais tocando o dia a dia. É um trabalho de pensamento, não de execução.

Já a assessoria de comunicação é uma execução contínua. Não existe um documento final. No caso da Presse, o que existe é o nosso time trabalhando pelos resultados da empresa todo mês. E aqui vale destacar que a assessoria de comunicação da Presse tem hoje duas frentes principais:

Assessoria de imprensa: cuida do relacionamento com jornalistas e veículos de comunicação, com sugestão de pautas, releases, busca de espaço editorial para a empresa aparecer como fonte ou protagonista de uma matéria. O objetivo aqui é visilibilidade, agregando credibilidade à marca de nossos clientes. Além de auxiliar para que nossos clientes apareçam nas respostas das Inteligências Artificiais e nos mecanismos de busca.

Assessoria de redes sociais: cuida da presença digital direta com o público ao planejar conteúdo, produzir posts, vídeos, gerenciar os canais, acompanhar métricas e ajustar o que funciona.

São trabalhos distintos. Uma empresa pode precisar das duas, de uma só, ou primeiro de uma consultoria para decidir por onde começar.

Por que essa diferença importa mais do que parece

Reputação e visibilidade não se constroem num único movimento. Elas se acumulam. Uma matéria isolada em  um portal de notícias gera um pico de atenção que passa em dois dias, mas permanece com visibilidade nas IAs e nos mecanismos de busca.

Um post isolado pode perder força no feed no dia seguinte.

O que constrói uma marca reconhecida é a repetição: presença constante e estratégica na mídia e nas redes, cada peça reforçando o que as marcas precisam para atingir seus objetivos de comunicação.

Inteligência Artificial nesse contexto

Ferramentas de inteligência artificial estão sendo usadas hoje para pesquisar empresas antes de uma decisão de compra ou contratação, e essas ferramentas aprendem a partir do que já foi publicado sobre uma marca na internet, seja em matérias, seja em conteúdo digital. Uma empresa com presença constante nesses dois ambientes tem mais chance de ser lembrada quando alguém pergunta a uma IA quem são as referências do setor.

Por que a Presse passou a oferecer as três frentes

Durante quase 18 anos, a Presse fez assessoria, e ao longo desse tempo isso significou cuidar tanto do relacionamento com a imprensa quanto da gestão de redes sociais de empresas de setores como saúde, indústria e varejo, entre outros serviços.

Foi executando essas duas frentes, durante quase duas décadas, que aprendemos onde a maioria dos planos de comunicação trava na prática.

Foi esse acúmulo de execução que nos levou a também oferecer consultoria de comunicação. A diferença é que o diagnóstico que entregamos hoje não vem só de teoria: vem de quem já testou, na prática, o que funciona e o que só parece bom no papel.

Como saber do que a sua empresa precisa

Se sua empresa ainda não sabe qual é o problema de comunicação nem por onde investir primeiro, a resposta certa é diagnóstico e é disso que tratamos na consultoria. Se a empresa já sabe o que precisa e a pergunta virou “como faço isso acontecer”, a resposta é resultado e resultado em comunicação se constrói com assessoria contínua, mês após mês.

Na prática, boa parte das empresas que procuram a Presse precisa das duas coisas em sequência: primeiro o diagnóstico, depois o resultado sustentado. E é por isso que reunimos todas as frentes entre nossos serviços.

Quando a mesma equipe que faz o diagnóstico também é quem executa, o plano não fica engavetado e a execução não sai sem direção, porque nasce do mesmo diagnóstico.

A Presse trabalha entregando resultado há quase 18 anos.

Chame a gente e vamos entender juntos qual é o caminho que vai te levar onde você quer chegar.

E se o ChatGPT estivesse recomendando o seu concorrente agora mesmo? (E como mudar isso)

Por Cristiane Soethe

Quando foi a última vez que você pesquisou algo diretamente no ChatGPT ou em um assistente de IA antes de abrir o Google?

Se você já faz isso, saiba que os seus clientes fazem o mesmo. Os números impressionam: são 2,5 bilhões de pedidos processados diariamente por IA e cerca de 800 milhões de pessoas fazendo perguntas ao ChatGPT todas as semanas.

A jornada de compra tradicional — Descoberta, Pesquisa, Comparação, Site e Conversão — foi sequestrada pelas IAs. Hoje, o usuário pergunta diretamente à inteligência artificial (seja via ChatGPT, Claude, Perplexity ou Google AI Overviews) e recebe uma recomendação pronta. Estudos de Princeton e Georgia Tech mostram que os assistentes de IA mencionam, em média, apenas 2 a 7 marcas por resposta.

Eu pergunto a você: Quando o seu cliente pede uma indicação para a IA, o seu nome (ou o da sua marca) aparece na resposta?

Se a resposta for não, você está ficando invisível no jogo mais importante do marketing atual. E a boa notícia é que isso não é sorte: é método. É exatamente sobre como marcas e profissionais podem se tornar a resposta favorita da inteligência artificial que eu quero falar.

Entendendo o novo alfabeto do jogo

Para dominar esse território, precisamos atualizar o nosso vocabulário:

  • SEO (Search Engine Optimization): Classifica páginas no Google.

  • AEO (Answer Engine Optimization): Faz a sua marca ser citada diretamente nos mecanismos de resposta.

  • GEO (Generative Engine Optimization): É o subconjunto do AEO focado na saída gerativa — quando a IA escreve um novo conteúdo utilizando a sua autoridade como referência.

A inteligência artificial não atua mais apenas como um motor de busca, mas ela se transformou na consultora de confiança dos seus compradores.

O combustível invisível: a Assessoria de Imprensa que alimenta a IA

Em um ecossistema onde as IAs cruzam dados de portais de notícias, artigos e publicações originais para validar o consenso sobre quem é referência, a assessoria de imprensa deixa de ser apenas “espaço na mídia” e se torna uma ferramenta estratégica. 

Cada matéria publicada em um veículo de credibilidade serve de treino para os modelos de linguagem e alimenta a sua autoridade digital. É o que gera o verdadeiro dividendo da confiança, afinal, as IAs priorizam fontes que demonstram E-E-A-T (Experiência, Especialidade, Autoridade e Confiabilidade).

O método: 7 passos para colocar sua marca na resposta da IA

Se o seu objetivo é fazer com que a IA recomende o seu negócio, a sua produção de conteúdo precisa mudar de figura. O caminho prático envolve:

  1. Entender a intenção real de pesquisa: Ir direto ao ponto de dor do seu público.

  2. Escrever a resposta direta primeiro: As primeiras 100 palavras são decisivas, é ali que a IA avalia se vai citar você.

  3. Adicionar experiência real: Conteúdo gerado de forma puramente genérica por robôs não se sustenta. O segredo é incluir estudos de caso, erros comuns e os bastidores reais do seu trabalho.

  4. Usar tabelas para clareza: Estruturas tabulares facilitam a extração de dados tanto para humanos quanto para os algoritmos.

  5. Responder a FAQs legítimas: Antecipar as dúvidas reais do seu ecossistema de negócios.

  6. Manter o conteúdo vivo: Atualizar preços, dados e exemplos constantemente (a IA descarta o que está obsoleto).

  7. Terminar com um CTA claro: Guiar com precisão o próximo passo do leitor.

O futuro já começou (e ele não avisa quando chega)

Se pensarmos que a próxima fronteira, que é o comércio impulsionado por agentes de IA, prevê que softwares gerenciem grande parte das compras B2B nos próximos anos, a lógica se torna implacável: se o agente de IA do seu cliente não sabe que você existe, você sequer entra na mesa de negociação.

O marketing inteligente deixou de ser uma disputa apenas por tráfego nos buscadores. Agora, o sucesso pertence a quem constrói uma entidade digital forte, confiável e pronta para ser citada.

Cortar comunicação na crise: o erro que parece economia e vira prejuízo

O segundo semestre está sendo desafiador para muitas empresas e, diante do aperto, a reação mais comum é sempre a mesma: cortar o que parece “não essencial”. Assessoria de imprensa, produção de conteúdo, redes sociais — o que comumente se chama de “marketing” — tudo entra na lista de corte quando o caixa aperta. Faz sentido na planilha, não é?

Some a despesa, o resultado do mês melhora.

O problema aparece depois. Quando você para de ser referência, seu cliente migra para quem ocupa esse espaço. E reconquistar esse espaço não sai barato: segundo a Harvard Business Review, conquistar um cliente novo pode custar de 5 a 25 vezes mais do que manter um que a empresa já tinha. Na prática, voltar a ocupar o lugar que ficou vazio na cabeça do cliente é pagar de novo por algo que, um dia, já foi seu.

Um exemplo mostra bem o efeito do caminho contrário. No primeiro trimestre de 2020, com as lojas físicas fechadas pela pandemia, o Magazine Luiza acelerou o investimento em comunicação digital em vez de recuar. Resultado: o e-commerce da empresa cresceu 73% no período e passou a representar 53% do faturamento total, segundo dados que a própria companhia enviou à CVM. Enquanto concorrentes reduziam a presença, o Magalu ocupou o espaço.

Esse padrão não depende do tamanho da empresa nem do tipo de crise. Assessoria de imprensa constrói credibilidade fora dos seus próprios canais — é outra voz falando bem de você, o que nenhum anúncio consegue replicar. Produção de conteúdo dá repertório para essa credibilidade se sustentar, mostrando que a empresa entende do que faz. Redes sociais mantêm essa relação viva no dia a dia, no lugar onde o cliente já está olhando. Os três funcionam em conjunto. Enfraquecer um enfraquece os outros dois.

Quando sua marca decide se calar, outra ganha o espaço que ficou vazio.

Mas nem todo corte é igual

Um erro comum depois de decidir não cortar comunicação é continuar tratando toda a verba como uma coisa só. Não é.

Existem dois tipos de investimento em comunicação, e eles se comportam de formas opostas numa crise.

O primeiro é o que ativa vendas agora: campanha promocional, anúncio de curto prazo, ação pontual de conversão. Dá pra pausar, redesenhar ou reduzir sem destruir nada — porque o efeito dele já se esgota rápido de qualquer jeito.

O segundo é o que constrói a razão de existir da marca: assessoria de imprensa, conteúdo, presença ativa nas redes. Esse é o que sustenta a lembrança do cliente entre uma compra e outra, o que faz a empresa ser citada, indicada, procurada sem precisar pagar por isso toda vez.

Les Binet e Peter Field, num dos estudos mais citados sobre efetividade de marketing, recomendam uma proporção de 60% do orçamento em construção de marca de longo prazo e 40% em ações de curto prazo. A lógica é simples: o curto prazo vende hoje, o longo prazo garante que ainda existam clientes procurando a empresa daqui a um ano.

Na hora de cortar, o erro mais comum é inverter essa lógica — preservar a campanha que “gera resultado imediato” e cortar exatamente o que sustenta a marca no médio prazo, porque o efeito dele não aparece no relatório da próxima semana.

Um jeito simples de auditar antes de cortar qualquer coisa: pergunte se aquela ação constrói algo que continua existindo depois que ela termina. Anúncio termina e não deixa rastro. Uma matéria na imprensa, um conteúdo bem-feito, uma presença consistente nas redes — continuam trabalhando muito depois de publicados.

O corte na ação de curto prazo você sente por algumas semanas. O corte na comunicação que constrói a marca você só sente meses depois, quando o cliente já esqueceu que sua empresa existe.

Há quase 18 anos acompanhamos empresas atravessando ciclos de crise assim. E o que faz uma marca vencer uma crise não é o tamanho do orçamento — é a decisão de enfrentá-la com escolhas inteligentes sobre o que cortar e o que proteger.

Sua empresa já passou por um momento em que cortar comunicação pareceu a saída mais fácil? O que aconteceu depois?

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