Drinks fáceis e rápidos para o verão
Barman dá dicas de coquetéis refrescantes e saborosos para estação que está por vir.
Receitas à base de vinho: além de acompanhar as refeições, a bebida também pode ser utilizada como tempero ou ingrediente
Além disso, o sommelier destaca que é tradicional em algumas culturas harmonizar o prato com o mesmo vinho utilizado na receita, na Borgonha, por exemplo, o mesmo vinho utilizado no cozimento do Boeuf Bourguignon, pode acompanhar à mesa, mas, não precisa ser um exemplo a ser seguido, já que não se aconselha utilizar vinhos caros nas receitas. “Não precisa ser caro, basta que tenha qualidade aceitável. É importante também utilizar apenas vinhos em bom estado, aquelas sobras em garrafas abertas por vários dias já oxidadas ou bouchonnés – um defeito que o faz ter gosto e cheiro que lembra o mofo – não devem ser utilizadas para cozinhar”, finaliza Sidney.
Vinhos Brancos
Os vinhos brancos são ótimos para marinadas de aves e cozimento de risotos. Estes, em geral, tem acidez acentuada e exige um pouco de atenção na escolha para que o prato não adquira esta característica depois de pronto.
Vinho Tinto
O vinho tinto é mais usado em reduções, assados e cozimentos de caças e outras carnes vermelhas. Além disso, também pode ser utilizado para reduções e outros molhos para acompanhar diversas receitas.
Decanter
Uma das maiores e mais destacadas importadoras de vinhos do Brasil, a Decanter foi eleita a Importadora do Ano, na edição anual de vinhos da revista Gula. Fundada em Blumenau, em 1997, conta com mais de 50 distribuidores por todo o país, além da rede de Enotecas Decanter.
Seriedade, respeito ao cliente e uma política de preços convidativos têm sidos alguns dos suportes desse crescimento. No entanto, é a esmerada seleção de vinhos que dá corpo à empresa.
Horários dos ônibus de Blumenau passam a ser disponibilizados em tempo real no Google
A BluMob, em parceria com a plataforma, disponibiliza as informações ao serviço do Google Maps. ler mais…
Alimentos classificados como orgânicos podem estar sujeitos a análise
Em 2003 foi estabelecida uma lei sobre os critérios para o funcionamento de todo o sistema de produção orgânica, desde a propriedade rural até o ponto de venda. Alimentos orgânicos são aqueles em que o produto é cultivado em um ambiente que considere sustentabilidade social, ambiental e econômica e que valorize os produtores rurais. “O que a maioria das pessoas sabe é que um alimento orgânico é aquele produzido sem agrotóxicos, porém, para ele ser considerado orgânico, deve seguir diversas regras estabelecidas na Lei 10.831, de 2003 e que foi regulamentada em 2007 com novas regras”, afirma a bióloga, Amanda Vicente, da Laboprime, empresa especializada em amostragem e análises físicas, químicas e microbiológicas, em amostras de águas, efluentes, alimentos, materiais e análises de agentes químicos para higiene ocupacional. A agricultura orgânica não utiliza agrotóxicos, hormônios, drogas veterinárias, adubos químicos, antibióticos ou transgênicos em qualquer fase da produção. Para que o cultivo consiga resistir a pragas e doenças, os produtores buscam o equilíbrio do ecossistema, utilizando plantas mais resistentes como, por exemplo, as daninhas, que muitas vezes atraem para si as pragas, além de enriquecerem o solo. Para verificar se o produto é realmente orgânico, é necessário realizar a análise do mesmo, através da coleta de amostra. “Após a chegada do produto no laboratório, o mesmo é processado e analisado no Cromatógrafo gasoso para determinar a quantidade de agrotóxicos presente”, afirma Amanda. Fiscalização O órgão que fiscaliza e certifica a comercialização de produtos orgânicos é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), de acordo com a Lei Nº10. 831, de 23 de dezembro de 2003. Porém, esta lei não obriga que seja feita a análise dos produtos para quantificar os agrotóxicos. Desta forma, não é necessário que os produtores e empresas que comercializam estes alimentos realizem qualquer tipo de análise. “Por mais que existam regras específicas para a produção e venda destes produtos, ainda sim, há locais que produzem e vendem de forma irregular, por conta de não ser obrigatório a análise dos mesmos e acabam lucrando com isso”, afirma Amanda. O preço do produto orgânico é mais elevado do que os demais, pois, ele é baseado na remuneração do trabalhador e toda sua atividade artesanal, enquanto que os demais aderem a insumos químicos e máquinas para garantir o produto. Para ser considerado orgânico, o produto deve ser composto de no mínimo 95% de ingredientes orgânicos. Os que têm proporção menor só podem ser chamados de “produtos com ingredientes orgânicos” e essa porção tem que ser de, no mínimo, 70%. Conforme a legislação brasileira especifica, o produto orgânico é reconhecido através do selo brasileiro ou pela declaração de cadastro do produtor orgânico familiar. Todo produto orgânico vendido em lojas e mercados tem que apresentar o selo em seu rótulo. “Se a pessoa costuma frequentar determinada feira por ser orgânica, mas nunca se atentou ao selo, deve começar a prestar atenção, caso contrário, pode estar comprando produto irregular e não orgânico”, ressalta a bióloga. Cuidados Com o tempo e com a utilização frequente de agrotóxicos, os mesmos vão se acumulando no organismo e podem ser crucias a saúde. “Ele pode causar desregulação hormonal, impotência, infertilidade e pode causar má formação fetal. Além de aumentar o risco de desenvolvimento de câncer”, afirma a bióloga. Alguns laboratórios, como a Laboprime, podem ajudar realizando ensaios para agrotóxicos e contaminantes na água utilizada para irrigação. Na quantificação de nutrientes do solo utilizado no plantio. Realizando ensaios para controles microbiológicos e químicos, além de realização de ensaios para tabela nutricional dos alimentos orgânicos processados. O mais indicado é que sempre seja feita a conferência da procedência dos alimentos, sejam eles orgânicos ou não. E, claro, quanto menos uso de insumos químicos, melhor.
Espaço de Educação Maker do SESI de Blumenau promove feira de descobertas e invenções
Evento acontece nos dias 23 e 24 de novembro e tem como objetivo apresentar os trabalhos desenvolvidos pelos estudantes durante o ano, além de promover atividades “mão na massa” para o público em geral.
Nos dias 23 e 24 de novembro o Espaço de Educação Maker do SESI de Blumenau, promoverá a feira de descobertas e invenções. Este ano o evento terá sua segunda edição, onde os estudantes que frequentaram o Espaço de Educação Maker do SESI em 2018 apresentarão os projetos desenvolvidos durante o ano. ler mais…