Seis décadas empreendendo, uma vida inteira aprendendo: a trajetória de Hanna Hirt-Duebbers

Filha de alemães, pioneira nos negócios e fundadora da Stuttgart Importação, ela atravessou inflação, confisco, greves e reinvenções e segue ativa até hoje. Há trajetórias que condensam décadas inteiras da história do Brasil dentro delas. A de Hanna Hirt-Duebbers é uma dessas. Aos 85 anos, a empresária blumenauense acorda, acompanha os negócios, conversa com clientes e agradece a Deus pela bênção de ainda ter trabalho. Não por necessidade, por escolha e por amor ao que construiu ao longo de uma vida inteira.

Nascida em Florianópolis em 1941, filha de pais alemães, Hanna cresceu numa época em que falar o idioma dos antepassados em público era proibido. A alfabetização aconteceu em casa, em alemão, com a consciência de que conhecer idiomas seria uma porta para o mundo. E foi.

A travessia de navio e a formação na Alemanha

Com 18 anos, Hanna embarcou num navio rumo à Alemanha, sozinha, corajosa, movida pelo sonho que carregava desde criança: estudar lá. Era agosto de 1959. Blumenau ainda não tinha universidade, e uma bolsa de estudos abriu caminho para a Escola Técnica anexa à Faculdade de Medicina de Marburg an der Lahn, onde se formou em técnicas de histologia, análises clínicas, radiologia e radioterapia ao longo de três anos e meio.

Trabalhou por mais de uma década nessa área, especialmente na Alemanha, até que o retorno ao Brasil trouxe um novo capítulo e um companheiro de vida e de negócios: Robert Hirt.

A ECKARDT e os anos de ferro

Em 1972, Robert recebeu uma proposta para representar no Brasil a ECKARDT, empresa de Stuttgart especializada em controle de processos industriais. O casal foi à Alemanha para treinamento e, em 1976, fundou a filial em Blumenau, com apoio da ACIB e do clima de abertura que o prefeito Felix Theiss promovia para atrair empresas estrangeiras à cidade.

O que viria a seguir seria um verdadeiro curso acelerado de sobrevivência empresarial. Hanna e Robert atravessaram a inflação de 84% ao mês, a grande greve dos metalúrgicos que parou a produção, a Lei de Reserva de Mercado que obrigou a empresa a nacionalizar a fabricação de peças antes importadas prontas da Alemanha, e o bloqueio compulsório de reservas financeiras no Plano Collor, em 1990. “O mais traumático foi o bloqueio das reservas. Todos os valores acima de 50.000 cruzados foram bloqueados por 18 meses”, relembra.

Sobre esse momento específico, ela guarda uma memória marcante: avisada com antecedência por um grande cliente de que o confisco estava próximo, o casal agiu rápido, quitou todos os compromissos que venceriam em breve e deixou na conta apenas o necessário para pagar os funcionários. “Esse fato me ensinou a cuidar de forma muito rigorosa dos recursos financeiros.”

O fim da ECKARDT e o recomeço na garagem

Após 17 anos à frente da filial, em 1993 chegou o golpe mais duro: a matriz alemã foi comprada pela FOXBORO, grupo americano de Boston, e a filial de Blumenau foi encerrada. “Foi um grande trauma para todos os envolvidos”, lembra Hanna. Mas ninguém baixou a cabeça. Vários técnicos da equipe fundaram suas próprias empresas e seguiram atendendo os clientes com o conhecimento que haviam desenvolvido ali, fazendo parceria com a filial brasileira da FOXBORO de Boston, que havia adquirido a ECKARDT.

Hanna e Robert fizeram o mesmo, só que em outra direção. Fundaram a Stuttgart Importação e Distribuição Ltda., especializada em alimentos importados, começando pelos produtos que mais amavam: chocolates e salsichas alemãs. E começaram de onde tantas histórias de empreendedorismo nascem: na garagem de casa.

Quatro anos depois, a Stuttgart mudou para o endereço onde está até hoje, na Rua Almirante Barroso, 1360. O filho Frank, que entrou na empresa aos 15 anos como jovem aprendiz, cresceu junto com o negócio, passou por todos os setores, fez treinamento na Alemanha, formou-se em Administração com especialização em Comércio Exterior e Mestrado em Administração. Hoje é o Diretor de Marketing e Vendas da empresa, que importa alimentos e bebidas de dez países e opera em múltiplas frentes: distribui nacionalmente alimentos finos para empórios, supermercados e redes varejistas; fornece para as maiores plataformas digitais, como a Amazon; atende diretamente o consumidor final em seu ponto de venda dentro da própria distribuidora; entrega diariamente cestas de presente personalizadas; e comercializa contêineres fechados com produtos de sua representação para grandes redes de supermercados.

O trabalho como bênção

Quando perguntam a Hanna por que ainda trabalha com 85 anos, ela não hesita: “O trabalho é a maior bênção que a pessoa pode ter na vida, pois além da ocupação em si, traz alegria na convivência com outras pessoas, satisfação pelo realizado.”

Para as mulheres que estão começando, o conselho dela é direto e sem romantismo: “Além da formação e do conhecimento, é necessário ter visão sobre o que o negócio próprio demanda: muito mais horas de trabalho do que registro em CLT. Saber se é isso que realmente deseja na vida, e se vai te deixar feliz.”

E o legado que deseja deixar? Simples, como quem já passou por muito e aprendeu o que realmente importa: “Que as pessoas do meu relacionamento, pessoal e profissional, sejam felizes com minha convivência e possam alcançar seus sonhos. Economize onde for possível, mas seja feliz com a sua atividade escolhida”, finaliza Hanna Hirt-Duebbers.

Solange Poffo aprendeu que liderar não é controlar: é construir pessoas capazes de seguir sem você

Diretora Administrativa em uma empresa de engenharia elétrica, ela construiu uma trajetória marcada pela disciplina, pela coragem e pela habilidade de unir estratégia e humanidade em um ambiente corporativo cada vez mais exigente. 

Sua história começou longe das grandes estruturas empresariais. Filha de uma família humilde, Solange saiu do interior em busca de oportunidades em Blumenau levando consigo valores que ainda hoje sustentam sua forma de agir: responsabilidade, verdade, trabalho e fé. “Minha maior inspiração veio da força do meu pai e da coragem da minha mãe”, relembra.

O desafio de equilibrar todos os papéis

Ao longo da trajetória, Solange enfrentou um dos desafios mais silenciosos e complexos da vida contemporânea: equilibrar os papéis de mulher, mãe, esposa e empresária sem perder sua essência no meio do caminho. E foi justamente nesse processo que amadureceu sua visão sobre liderança. Para ela, crescer profissionalmente nunca significou abandonar a leveza, a sensibilidade ou a humanidade. “Esse equilíbrio não é sobre perfeição. É sobre escolhas diárias, muitas vezes difíceis, feitas com responsabilidade e sensibilidade”. 

Reconhecida pela capacidade de estruturar equipes de alto desempenho e fortalecer culturas organizacionais, Solange acredita que o verdadeiro sucesso não está apenas nos resultados imediatos, mas na construção de pessoas mais preparadas, conscientes e confiantes. “Meu legado não está apenas no que construí, mas nas pessoas que ajudei a evoluir”. 

Sua forma de liderar é sustentada por princípios claros: responsabilidade, coragem e verdade. Valores que, segundo ela, precisam caminhar ao lado da clareza e do propósito para gerar resultados consistentes. “Resultado sem propósito não sustenta”, conta. 

Quando liderar passou a ter outro significado

Mas foi a maternidade que provocou a transformação mais profunda de sua trajetória. O nascimento dos filhos trouxe uma nova percepção sobre controle, tempo e prioridades. “Foi quando entendi que não temos controle de tudo. Que, muitas vezes, é preciso parar, pausar e cuidar de quem realmente importa”, relembra. 

A partir dali, sua liderança deixou de ser apenas técnica e se tornou mais consciente. Mais humana. Mais firme. “Foi quando deixei de apenas gerir e passei, de fato, a liderar”, conta Solange. 

Hoje, ao ocupar espaços estratégicos e desenvolver equipes, Solange entende que também ajuda outras mulheres a enxergarem novas possibilidades para si mesmas. Principalmente em ambientes onde, por muito tempo, a liderança feminina foi confundida com dureza ou necessidade de validação constante.

Mais do que cargos ou resultados, talvez seja essa a principal marca que Solange deseja deixar: mostrar que é possível liderar com firmeza sem abrir mão da essência. “É possível ser tudo o que você escolher ser; desde que tenha clareza, leveza e coragem para fazer acontecer”, conclui. 

Isabela Tafner Stollmeier constrói sua trajetória com tempo, intenção e coragem para permanecer fiel à própria essência

Em um tempo em que velocidade costuma ser confundida com sucesso, Isabela Luiza Tafner Stollmeier acredita em outro caminho: o das construções feitas com profundidade, consistência e significado. Sócia fundadora da Tauf Empreendimentos e formada em Business Management pela Florida International University, Isabela construiu sua trajetória unindo visão estratégica, sensibilidade de mercado e atenção aos detalhes. Mais do que desenvolver empreendimentos, ela acredita em criar projetos que carreguem identidade, qualidade e permanência.

Essa visão nasceu muito da própria história familiar. Segundo ela, veio de uma família em que sempre se acreditou no valor da educação, na importância de compartilhar conhecimento e em deixar algo verdadeiro na vida das pessoas. Por isso, quando fala sobre legado, Isabela prefere enxergá-lo como algo que permanece nas pessoas e não apenas no que é construído materialmente. “Quero deixar no mundo algo que tenha verdade, cuidado e significado”, afirma.

O amadurecimento que nasce fora da zona de conforto

Parte importante da maturidade de Isabela começou a ser construída quando decidiu sair do Brasil para estudar no exterior. Morar longe da família e enfrentar uma realidade completamente nova exigiu independência, adaptação e coragem emocional. Foi um período que ampliou sua visão sobre o mundo e também sobre si mesma.

Mais tarde, outro grande desafio surgiria com o início da Tauf. A incorporadora ainda dava seus primeiros passos quando Isabela percebeu que crescer profissionalmente significava aprender enquanto muitas decisões precisavam ser tomadas. Nem sempre havia respostas prontas ou domínio imediato sobre tudo o que precisava ser feito.

Ao longo desse processo, ela entendeu que maturidade profissional também passa por reconhecer limites, observar mais e construir com consciência. “Aprendi a não confundir pressa com resultado”, resume ao falar sobre as escolhas que moldaram sua trajetória.

Com o tempo, percebeu que deixar algumas oportunidades passarem também fazia parte da construção de algo sólido. Direcionar energia, tempo e dedicação para aquilo que realmente importava acabou trazendo resultados mais consistentes e alinhados com os valores que acredita.

Crescer sem abrir mão da essência

Na vida e no trabalho, Isabela é guiada por princípios como integridade, respeito, responsabilidade, lealdade e cuidado com as pessoas. Para ela, a maneira como as coisas são feitas importa tanto quanto o resultado final. Essa percepção também influencia sua visão sobre liderança feminina e posicionamento profissional. Em vez de acreditar que mulheres precisam endurecer para ocupar espaços de decisão, defende que a verdadeira força está em sustentar a própria essência com inteligência, preparo e consistência. “A força de uma mulher não está em endurecer para caber, mas em sustentar quem ela é”, destaca.

Um dos principais pontos de virada de sua trajetória aconteceu quando decidiu, ao lado da família, seguir e impulsionar a incorporadora de forma mais determinada e consciente. A partir dali, entendeu que não bastava apenas fazer parte de uma história. Era preciso assumir responsabilidade real sobre aquilo que estava sendo construído.

A escolha exigiu abrir mão de outros projetos, justamente para direcionar tempo e atenção à construção da empresa da maneira que acreditava ser correta. Também reforçou uma percepção que considera essencial: grandes decisões raramente são construídas sozinhas.

Ao olhar para sua trajetória, Isabela faz questão de reconhecer a importância das pessoas que estiveram ao seu lado ao longo do caminho. Família, marido, parceiros e pessoas próximas tiveram papel importante em sua construção pessoal e profissional.

Talvez por isso sua visão sobre sucesso tenha menos relação com urgência e mais conexão com profundidade. Menos aparência e mais intenção. Hoje, ela acredita que crescer de forma verdadeira exige respeitar processos, construir com calma e permanecer coerente com aquilo que realmente importa. “O tempo me ensinou a construir com mais verdade, mais cuidado e mais intenção”, afirma.

E é justamente essa ideia que parece resumir a marca que deseja deixar: a de alguém que escolheu crescer sem perder a própria essência. Afinal, como ela mesma define, “ser fiel à própria essência também é uma forma de coragem”. 

“Transformar a paixão pelo que fazemos”: a trajetória de Andréia Hackbarth, empresária que trocou a segurança corporativa pelo próprio sonho

Mãe, esposa e empreendedora, ela deixou o mercado financeiro tradicional para construir seu próprio caminho, guiada pela fé, pela ética e pela coragem de dar o primeiro passo. Há um momento na vida de algumas mulheres em que a segurança deixa de ser suficiente. Em que o salário certo, a rotina previsível e o ambiente conhecido já não cabem mais nos sonhos que crescem por dentro. Para Andréia Regina Luchtemberger Hackbarth, esse momento chegou, e ela teve a coragem de atravessá-lo.

Empresária, casada e mãe da Gabriela, Andréia construiu sua trajetória entre dois mundos bem distintos: o rigor do mercado financeiro corporativo e a liberdade, e a responsabilidade de empreender no ecossistema de negócios local. A virada aconteceu quando ela decidiu deixar para trás a estabilidade do ambiente tradicional para inovar e criar algo seu.

A decisão que mudou tudo

Quando perguntada sobre o ponto de virada de sua trajetória, Andréia é direta: foi a decisão de sair do mercado corporativo financeiro. “Tudo mudou. A maneira de pensar, de agir”, relembra. Não foi um passo fácil, jamais é. Mas foi o passo certo.

Empreender exige um tipo diferente de coragem: a de apostar em si mesma sem rede de proteção. E é exatamente essa mensagem que ela carrega para outras mulheres que estão no início de suas jornadas. “Começar. Ter a coragem de dar o primeiro passo em busca dos seus sonhos, deixando marcada sua trajetória através de suas paixões.”

Atravessando a pandemia

Como para tantos empresários, a pandemia foi o maior desafio que Andréia enfrentou à frente do seu negócio. Num momento em que o mundo parou e a incerteza tomou conta de tudo, foi nos valores que ela buscou sustentação: fé, ética, honestidade e o compromisso com as pessoas ao seu redor.

“Desafios enfrentamos diariamente, como mulher, mãe e empresária”, reconhece. Mas é justamente na soma desses papéis que ela encontra força, não apesar das dificuldades, mas através delas.

O que a move

Os princípios que guiam Andréia são os mesmos na vida pessoal e profissional: valores cristãos, familiares e éticos, com honestidade como fio condutor de todas as decisões. Para ela, não existe separação entre quem se é e como se faz negócios.

O legado que deseja deixar traduz bem essa visão: “Ter fé e acreditar que temos um Deus todo-poderoso para nos conduzir em todos os nossos dias, ter valores familiares, valores éticos, valores de lealdade e compromisso de responsabilidade com tudo e todos.”

Mais do que resultados, o que Andréia busca é impacto. A certeza de que passou por onde passou e deixou algo bom para quem ficou. “Transformar a paixão pelo que fazemos, marcando a vida das pessoas através de experiências, boas memórias e melhores momentos.”

“Transformar a paixão pelo que fazemos, marcando a vida das pessoas através de experiências, boas memórias e melhores momentos”, finaliza Andréia Hackbarth.

A arte de comunicar e a coragem de empreender: o legado de Cristiane Soethe

Para Cristiane Soethe, a comunicação nunca foi apenas uma escolha profissional feita aos 17 anos; foi a construção de uma ponte entre o propósito pessoal e a transformação social. Hoje, aos 44 anos, a jornalista e empresária blumenauense personifica o equilíbrio entre o rigor estratégico, o faro empreendedor e a sensibilidade de quem entende que o verdadeiro sucesso é coletivo.

Filha mais nova de um juiz de Direito e uma dona de casa, Cristiane viveu uma infância itinerante, mas o coração da família sempre pertenceu a Blumenau. Aos 11 anos, o retorno definitivo para a cidade marcou o início de uma história de identificação profunda com a região. Com graduação e especialização pela Univali e mestrado pela FURB, sua base acadêmica preparou o terreno para uma carreira que passou por rádio, TV e veículos impressos.

O ponto de virada: o salto para o protagonismo

Sócia da Presse Comunicação desde 2008, Cristiane não herdou o empreendedorismo, ela o desbravou. Aos 27 anos, trocou a segurança de uma carreira consolidada pelo desafio de fundar uma agência que, em 2026, celebra 18 anos de solidez no mercado catarinense. Ao lado de sua sócia, Fernanda Momm, ela superou as barreiras burocráticas e o desafio de se posicionar como uma liderança feminina jovem em um setor exigente.

Com escritórios em Blumenau e Tubarão, a Presse hoje atende quase 50 clientes de diversos segmentos, resultado de uma gestão baseada na verdade e no comprometimento. “Os desafios me levaram a entender o meu papel no mundo e a importância do meu trabalho para a minha independência. Me ensinaram a ter forças para suportar obstáculos e nunca desistir”, reflete.

O elo entre a técnica e a sensibilidade

Além da atuação corporativa, Cristiane compartilha seu conhecimento nas salas de aula como professora universitária e em consultorias de marketing e reputação. Mas é no campo das relações humanas que sua essência se revela de forma mais profunda. Para ela, a literatura não é apenas um refúgio, mas um ponto de encontro vital. No Clube da Capitu (clube de leitura formado exclusivamente por mulheres), ela exercita a escuta ativa e o compartilhamento de visões de mundo que transcendem o cotidiano profissional.

Essa faceta criativa também encontra eco em suas paixões pessoais, como a culinária e as viagens para conhecer novas culturas. O que move Cristiane é uma curiosidade incansável. Essa sede de informação reflete-se também pelo seu interesse por estudar novas línguas. Cristiane transita por idiomas como francês, inglês, espanhol e alemão, que estuda desde a adolescência e servem de ferramentas para ampliar seu horizonte cultural e profissional. “Adoro estudar e me informar. Acredito que o aprendizado contínuo nos mantém vivos e conectados com o futuro”, afirma.

Valores que tecem o futuro

Se na vida profissional o foco é a reputação e a excelência, na vida pessoal a bússola é o caráter. Para Cristiane, o legado vai além do trabalho apaixonado; reside na empatia, na simplicidade e na honestidade que deseja transmitir ao filho, Otto, de 12 anos. “A maternidade foi a maior mudança da minha vida. Ela nos faz repensar prioridades e valores a cada dia”, compartilha.

Inspirando novas jornadas

À frente de equipes prioritariamente femininas, Cristiane busca abrir caminhos para que outras mulheres alcancem independência financeira e emocional. Seu conselho para quem está começando é direto: “Cerquem-se de pessoas que lhe façam ter coragem de seguir em frente. Não sonhem pequeno e não desistam dos seus sonhos!”.

Ao ser questionada sobre o que define sua essência nesta fase da vida, ela sintetiza sua visão em uma frase que serve de norte para tantas outras jornadas:

“A verdadeira independência feminina não se constrói isoladamente; ela se fortalece na troca de experiências e na coragem que transmitimos umas às outras.”

Arquivos

Categorias