Federações empresariais, Secretaria de Educação e municípios lançam plataforma de geolocalização para estudantes
As federações da indústria (FIESC), do comério (Fecomércio), da agricultura (Faesc) e dos transportes (Fetrancesc), em conjunto com a Undime-SC e com a Secretaria Estadual de Educação, somam esforços para elevar a escolaridade do trabalhador no Estado. As entidades acabam de criar um ecossistema no qual será possível a qualquer estudante encontrar a escola de educação de jovens e adultos mais próxima de si. A plataforma de geolocalização será lançada no dia 27 de julho, em Blumenau, durante o seminário “Educação de Jovens e Adultos: Construindo um Ecossistema para uma Atuação em Rede”.
O evento, que será realizado no Complexo Esportivo Bernardo Werner (Rua Itajaí, 3434, Vorstadt), contará com a participação do especialista Timothy Ireland, coordenador da Cátedra da Unesco em Educação de Jovens e Adultos. Além de apresentar a plataforma de geolocalização, que estará disponível no site www.scpelaeducacao.com.br, as federações lançam na data uma campanha estadual para sensibilizar seus trabalhadores para a elevação da escolaridade.
“Trabalhadores mais qualificados são fundamentais para uma indústria mais produtiva e competitiva. Por isso, o Movimento estabeleceu como desafio ter todo o trabalhador com a educação básica completa até 2024 e com qualificação técnica adequada à função. Para alcançar esta meta, estamos lançando esta campanha que lembra que o estudo é o nosso melhor amigo para alcançar tudo aquilo que desejamos na vida”, diz o presidente da FIESC, Glauco José Côrte.
Segundo RAIS, 33% dos trabalhadores não têm educação básica em SC
De acordo com dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2015, Santa Catarina tem mais de 2,2 milhões trabalhadores formais e 724,8 mil deles (33%) ainda não concluíram a educação básica. A volta aos bancos escolares ainda é um desafio no Estado, que registra uma taxa significativa de jovens que não concluíram o ensino médio aos 19 anos (32,3%).
São estes jovens que, mais tarde, buscam a educação de jovens e adultos para concluir o ensino básico. De acordo com o último censo escolar do Ministério da Educação (2016), 64.220 pessoas frequentavam os cursos de EJA em Santa Catarina. A capilaridade dos ofertantes é ampla, atingindo 201 municípios e somando 421 estabelecimentos para a realização das aulas.
SERVIÇO
O quê: Seminário “Educação de Jovens e Adultos: Construindo um Ecossistema para uma Atuação em Rede”, promovido pela FIESC
Quando: 27 de julho, às 14h, no Complexo Esportivo Bernardo Werner (Rua Itajaí, 3434, Vorstadt)
Informações e inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSezgZeCZcmuvYkyrgrBsmRW_-neHDOu1SPIZUhPRpm6KNkJ_w/viewform
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Inverno, vinho e fondue: sommelier dá dicas de harmonização
Se o verão é a estação de comidinhas leves e drinks refrescantes, o inverno é a temporada de pratos quentes acompanhados de um bom vinho. Na época de frio, nada melhor do que um jantar a dois ou um encontro divertido entre amigos. Para ambos, o fondue costuma ser a pedida certeira na hora de decidir o que levar à mesa. Combinado a pães, batatas ou frutas (no caso dos doces), ele agrada a todos os tipos de paladar e é fácil de harmonizar com a sua bebida favorita.
A dica do sommelier da Decanter Blumenau, Sidney Lucas, é prestar atenção ao tipo de fondue que será servido. Para o clássico sabor queijo, por exemplo, a recomendação é o rótulo francês Domaine Paul Mas Claude Vas Rouge 2015. “Os suíços, inventores do prato, preferem consumi-lo com os vinhos brancos, sob a alegação de usar o mesmo na receita. Já por aqui temos o costume de harmoniza-lo com os tintos, o que é perfeitamente possível”, explica ele.
Há ainda quem prefira o fondue de carne, que, segundo Sidney, vai bem com um tinto de corpo mediano e sem muita exuberância. O italiano Curatolo Arini Coralto Nero d’Avola 2012 é a escolha perfeita. Já para os amantes de doce, o fondue de chocolate pede um vinho clássico do Porto como o Fonseca Porto Ruby.
Decanter
Uma das maiores e mais destacadas importadoras de vinhos do Brasil, a Decanter foi eleita a Importadora do Ano, na edição anual de vinhos da revista Gula. Fundada em Blumenau, em 1997, conta com mais de 50 distribuidores por todo o país, além da rede de Enotecas Decanter.
Seriedade, respeito ao cliente e uma política de preços convidativos têm sidos alguns dos suportes desse crescimento. No entanto, é a esmerada seleção de vinhos que dá corpo à empresa.
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SommPicks: Decanter oferece vinhos europeus com 30% off
A Decanter Blumenau oferece em julho três opções de vinhos que estão no seu máximo a preços de oportunidade. Os achados da adega são recomendações do sommelier da casa, Sidney Lucas, e oferecidos com 30% de desconto. Entre rótulos italianos, franceses e portugueses, há sabores para todos os tipos de paladar. Todos eles podem ser encontrados no site www.decanter.com.br.
O primeiro da lista é o Giuseppe Mascarello Status Langhe 2001. A família Mascarello está ligada à viticultura desde o início do século XIX, mas as atividades próprias se iniciaram em 1881 com Giuseppe Mascarello, ao adquirir um pequeno vinhedo em Monforte d’Alba. Hoje o patrimônio inigualável de vinhedos trabalhados em linhas orgânicas em Castiglione Falletto e Monforte d’Alba, na cantina secular, é gerido sem concessões aos modernismos, e o resultado são vinhos atemporais com alma e caráter marcante. A produção anual total é de apenas 50 mil garrafas (12 vinhos diferentes, entre Barolo, Barbera, Dolcetto e Freisa).
Há também o Quinta dos Roques Dão Reserva 2003, cuja vinícola protagonizou a revolução de qualidade no Dão e sob o firme comando de Luís Lourenço, coadjuvado pelo grande enólogo Rui Reguinga, conseguiu transformar-se “em uma das mais prestigiadas quintas e marcas de Portugal”, segundo a Revista de Vinhos. Este é o Dão na sua versão mais clássica: vinho para quem busca uma viagem sensorial à bela região protegida em três lados por altas montanhas de granito.
Por fim, um rótulo apontado como o terceiro favorito de seis dos maiores experts em Bordeaux da Inglaterra em 2005, dentro do critério qualidade/preço: o Château La Tour de By Médoc 2000. De coloração granada de média intensidade, límpida, conjuga cassis e amoras confitadas com especiarias, couro, húmus e fino tostado. O passo em boca é apaixonante, com taninos perfeitamente dissolvidos ao conjunto de extrema sedosidade.
Decanter
Uma das maiores e mais destacadas importadoras de vinhos do Brasil, a Decanter foi eleita a Importadora do Ano, na edição anual de vinhos da revista Gula. Fundada em Blumenau, em 1997, conta com mais de 50 distribuidores por todo o país, além da rede de Enotecas Decanter.
Seriedade, respeito ao cliente e uma política de preços convidativos têm sidos alguns dos suportes desse crescimento. No entanto, é a esmerada seleção de vinhos que dá corpo à empresa.
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Mitos que rondam os motéis
Os motéis existem no Brasil há cerca de 35 anos. Dados indicam que o primeiro estabelecimento nacional deste tipo surgiu em São Paulo e funcionava como uma espécie de clube, tinha até carteirinha e cobrança de mensalidade. Desde então, o segmento moteleiro vem passando por um processo de mudança e modernização. Mas, muitos mitos ainda cercam o tema. O empresário da área, Luis Eduardo Stedile, proprietário do Luv, em Blumenau, e outros dois motéis em Joinville e Caxias do Sul (RS), comenta alguns deles.
Decoração com imagens obscenas e de nudez
O que já foi unanimidade em todos os motéis, hoje é algo meio fora de moda. Motéis como o Luv investiram em suítes de arquitetura mais clean, visando atrair uma clientela mais qualificada. “O novo conceito do LUV tem como objetivo agradar a todos os clientes, mas principalmente os namorados, casados e demais casais que procuram um espaço para uma nova experiência e sair da rotina. Mantemos alguns itens que proporcionam uma experiência diferente como pole dance e banheira de hidromassagem. Mas mudamos o conceito de um modo geral, temos opções, por exemplo, que possuem cama king size, ducha dupla, duas camas, jardins. Além de serviços diferenciados, como chapinha de cabelo, roupões chinelos e ameneties de alta qualidade. Fora tudo isso oferecemos uma seleção de bebidas com espumantes especiais e cervejas artesanais, nosso cardápio é elaborado por chefs reconhecidos e ao final de tudo ou mesmo na chegada a suíte o cliente pode preparar seu próprio café” resume Stedile.
Hidromassagem
As banheiras são higienizadas e esterilizadas, da mesma forma que em hotéis, pousadas e SPAs. As novas hidromassagens do Luv Motel não seguram mais água em seus encanamentos e, assim, não há risco de um cliente ter contato com a água de outro cliente. A esterilização da superfície das banheiras, conforme explica Stedile, é feita em todas as suítes após o uso, também é realizada a higienização da tubulação com um produto a base de cloro.
Piscinas
As piscinas são seguras e funcionam também como as piscinas de clubes, condomínios e hotéis. O tratamento é feito com cloro e a água é filtrada 24h por dia.
Enxovais
Os lençóis são lavados após cada uso. No Luv, em Blumenau, Stedile destaca que o processo é feito internamente em uma lavanderia do tipo industrial com grandes tanques, secadoras e ferros que garantem a higienização necessária. Quando o empreendimento não possui lavanderia própria, é comum optar por lavanderias terceirizadas especializadas em higienizar enxovais também de hotéis e pousadas. As toalhas não são embaladas e são trocadas todas às vezes independentemente do uso. Além disso, são oferecidos chinelos descartáveis, toalhas de rosto, mantas soft, roupões, chapinha, escova e prendedor de cabelo.
Mobiliário
Os móveis também são higienizados após cada utilização das suítes. O risco de contaminação é semelhante aquele no uso compartilhado de cadeiras e equipamentos de utilização pública, como academias.
Cozinha
Neste item, os motéis evoluíram muito e é comum encontrar cardápios assinados por chefs, com opções de pratos e bebidas requintadas. No Luv, o menu é assinado pelo chef Rodrigo Gonzaga, professor e coordenador do curso de Gastronomia da FURB. Entre as opções, estão Fondue com chocolate belga Callebault, Mignon ao Barbecue, Polvo Grelhado, além de saladas e sobremesas diversas. Cada prato do cardápio tem harmonizações com vinhos e cervejas premium. “Com o slogan Único e Envolvente, o Luv tem preços atrativos, porém com conforto e qualidade, além de serviços de excelência. Nosso objetivo é ser uma opção de entretenimento completa para os casais que desejam sair da rotina do dia a dia de forma prazerosa”, destaca Stedile.
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Reforma trabalhista: especialista esclarece 10 dúvidas sobre o assunto
O presidente Michel Temer sancionou na última quinta-feira (13) a lei da reforma trabalhista no Brasil, e as novas regras já estão gerando muitas dúvidas nos quatro cantos do país. Afinal, o que muda? Não haverá mais direto a férias? O trabalhador vai perder o 13º salário? E a jornada de trabalho, como será?
Especialista em Direito do Trabalho e sócio da BPH Advogados, de Blumenau (SC), o advogado Rafael Amaral Borba responde às perguntas mais comuns sobre o assunto:
1 – Por que o governo decidiu fazer a reforma trabalhista?
As normas trabalhistas até então aplicadas haviam sido, em sua maioria, criadas em 1943. De lá para cá não ocorreram inovações legislativas de modo a acompanhar a evolução social e tecnológica, restando à dita legislação, em muitos pontos defasada, grandes problemas e insegurança nas contratações. Além disso, os números de ações trabalhistas no Brasil são assustadores, o que, em parte, demonstra a necessidade de adequação dessa legislação ao tempo e realidade atual. A reforma trabalhista é, também, uma das principais medidas do governo para estimular novas contratações e desburocratizar os processos de admissão e demissão.
2 – Com a aprovação, o que muda na jornada do trabalhador?
Com a antiga lei a jornada de trabalho diária era de oito horas diárias, 44 horas semanais e 220 horas mensais. A nova lei mantém a mesma limitação da jornada, mas permite que o empregador contrate o empregado — de qualquer área de atividade — para trabalhar 12 horas diárias, com descanso de 36 horas consecutivas, desde que respeitado o limite de 44 horas semanais.
A prorrogação da jornada de trabalho do empregado contratado para trabalhar oito horas diárias continua sendo de duas horas diárias, sendo que as horas extras laboradas deverão ser pagas com o acréscimo legal ou compensadas em conformidade com a as regras do banco de horas.
3 – Vou perder o direito ao 13º salário?
Embora a nova lei determine a prevalência do acordado sobre o legislado, alguns direitos permanecem inalterados e não podem ser negociados. Dentre eles está o 13º salário, que permanecerá sendo devido a todos os empregados.
A única alteração em relação ao tema diz respeito à forma de cálculo para os contratos firmados na modalidade de contrato intermitente, onde o empregado poderá ser contratado por horas e alternância de períodos, já que nesta modalidade contratual o valor do 13º salário será calculado de forma proporcional as horas trabalhadas.
4 – E quanto às férias? O que muda?
As férias que antes poderiam ser fracionadas apenas em situações excepcionais e, no máximo, em dois períodos nunca inferiores a 10 dias, agora poderão, mediante acordo entre empregado e empregador, ser fracionadas em até três períodos, desde que ao menos um deles corresponda a duas semanas ininterruptas de descanso. O pagamento do terço de férias continua sendo obrigatório.
5 – O que acontece com o FGTS?
O FGTS continua sendo de recolhimento obrigatório. A única alteração se refere às rescisões realizadas de comum acordo entre empresa e empregado, pois neste caso a multa rescisória será reduzida de 40% para 20%. Nas demissões sem justa causa por inciativa exclusiva da empresa permanece vigente a obrigação da multa integral de 40%
6 – Há mudança prevista para quem trabalha em home office?
O trabalho em home office não era regulamentado pela legislação anterior. A nova lei regulamente tal atividade, sendo que as condições do trabalho, inclusive no que se refere a uso de equipamentos, custo de energia, dentre outros, deverá ser acordado entre empregado e empregador.
7 – O que acontece com os trabalhos temporários?
O trabalhador temporário fará jus ao mesmo atendimento médico, ambulatorial e de refeição destinado aos empregados do tomador de serviços temporário, além da garantia de condições de segurança, higiene e salubridade. Os serviços contratados poderão ser realizados nas instalações físicas do contratante ou em local previamente convencionado no contrato de trabalho temporário.
No que diz respeito ao prazo de duração do contrato de trabalho temporário, a vigência não poderá exceder ao prazo de 180 dias, consecutivos ou não, podendo ser prorrogado por até 90 dias consecutivos ou não, além do prazo de 180 dias, quando comprovada a manutenção das condições que lhe deram causa.
8 – O que acontece com o trabalho em tempo parcial?
De acordo com a nova regra o trabalho em regime de tempo parcial é de até 30 horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares por semana, ou de 26 horas por semana – neste caso com a possibilidade de seis horas extras semanais. As horas extras serão pagas com o acréscimo de 50% sobre o salário/hora normal. Atualmente, trabalho em regime de tempo parcial é aquele que tem duração máxima de 25 horas semanais e a hora extra é vedada.
9 – Ainda terei direito a banco de horas?
O banco de horas foi desburocratizado, pois na antiga legislação só seria legítimo se firmado com o sindicato representativo da categoria. Com a nova lei, o banco de horas poderá ser firmado através de acordo individual entre empregado e empregador, desde que a compensação ocorra no período máximo de seis meses.
10 – Como ficam as ações na Justiça do Trabalho?
Nada muda em relação às ações na justiça do trabalho, principalmente porque o direito de ingressar com a ação é um direito constitucional de todos os trabalhadores. Entretanto, a partir da entrada em vigor da nova lei, o empregado será obrigado a comparecer às audiências designadas e arcar com os custos do processo, caso perca a ação.
Outra inovação da reforma trabalhista diz respeito à rescisão contratual, pois retira a exigência de homologação contratual ser feita no sindicato. As rescisões serão feitas na própria empresa, na presença de advogados do empregador e funcionário.
Sobre a BPH Advogados
Com mais de 15 anos de atuação no mercado e atendendo a grandes empresas dos mais diversos ramos de atividades, a BPH Advogados tem forte atuação nas áreas do Direito Tributário — inclusive Aduaneiro e tributos incidentes no comércio exterior —, Societário — abrangendo operações de M&A —, Civil/Contratual, Imobiliário e Trabalhista, além das outras áreas jurídicas inerentes ao Direito Empresarial.
Considerado um escritório boutique, que preza pelo atendimento mais próximo do cliente e melhora nas técnicas jurídicas, é comandado pelos sócios Rafael Amaral Borba, Marco Aurélio Poffo e Shirley Henn. Atualmente, tem unidades estabelecidas nas cidades de Blumenau e Lages.
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