Novas versões trazem alterações nos documentos eletrônicos para serviços de transportes
Dois documentos fiscais eletrônicos do segmento de serviços de transportes estão passando por mudanças de versão. Neste ano, já entraram em produção as versões 3.0 do Conhecimento de Transporte eletrônico (CT-e) e do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e). Até 5 de junho de 2017, as empresas precisam estar utilizando a nova versão de MDF-e, e até 4 de dezembro de 2017, a nova versão do CT-e. Quem não fizer as atualizações das versões dentro desses prazos, não conseguirá mais emitir esses documentos fiscais eletrônicos.
A consultora de negócio da Inventti, especialista em documentos fiscais eletrônicos, Karine Gresser, explica que no CT-e 3.0 foram feitas duas grandes alterações. Uma é a de exclusão de muitos campos que passam a ser preenchidos no MDF-e e outra é a inclusão do novo modelo de documento fiscal, o CT-e OS, que será utilizado para transporte de valores, pessoas e excesso de bagagem. “Muitos campos foram retirados do layout, agilizando o processo do empresário no momento da emissão do CT-e”, diz Gresser.
O MDF-e, que já tem três milhões de emissores no país e cerca de 58 milhões de documentos emitidos, passa a ter muito mais campos a serem preenchidos, pois campos que antes eram do CT-e passam a ser obrigatórios no MDF-e, como motorista e veículo por exemplo. “A alteração dos campos para o MDF-e garante melhor a informação sobre a efetivação do transporte de cargas”.
As empresas que utilizam os sistemas da Inventti terão suas soluções atualizadas automaticamente de acordo com a legislação.
Quem precisa emitir CT-e:
O CT-e é o documento fiscal para a prestação de serviço de transporte de cargas realizada por qualquer modal (Rodoviário, Aéreo, Ferroviário, Aquaviário e Dutoviário).
Quem precisa emitir MDF-e:
O MDF-e deve ser emitido por empresas prestadoras de serviço de transporte para prestações que sejam realizadas em veículos próprios, arrendados, ou mediante contratação de transportador autônomo de cargas, desde que efetuadas para fora do estado de origem.
Sobre a Inventti:
A Inventti é empresa catarinense de TI com experiência de cerca de 20 anos de mercado e um total aproximado de 15 mil clientes ativos. É pioneira em Sistemas para Gestão de Documentos Fiscais Eletrônicos. A empresa registrou um crescimento de 28% no faturamento em 2016 e projeta 30% de crescimento para 2017.
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Vinhos: Três harmonizações para iniciar o ano
Para iniciar bem o ano de 2017, o sommelier da Decanter, Sidney Lucas, indica algumas opções de vinhos exclusivos para saborear ainda neste mês de janeiro.
O espumante Lírica Crua, da vinícola Hermann, eleito o melhor do Brasil pelo especialista de vinhos mais respeitado no Brasil, Jorge Lucki, apresenta aromas focados em frutas cítrica como na pera frescas e flores brancas delicadas, além de cremosidade, frescor e uma textura deliciosa. A bebida é uma excelente opção para acompanhar canapés à base de pescados, frutos do mar tempurados, truta assada ao forno e ainda com sashimis de peixes gordos (atum, salmão, tambaqui, pirarucu).
Outra sugestão do sommelier é o vinho Domaine de la Guillaudière Rosé 2014, que traz uma coloração rosa pálido. “O nariz é um sedutor desfile de flores e frutinhas silvestres frescas, com laivos minerais. Rosé de incrível verve no palato, dotado de empolgante frescor e sapidez que o tornam um aperitivo absolutamente sedutor”, descreve Lucas. O vinho combina perfeitamente com pratos leves. Entre eles, segundo o sommelier, salada com ostras pochés e vinagre de framboesa, tomate farcie au fromage de chèvre (tomates maduros ao forno recheados com queijo fresco de cabra), espetinhos de camarão marinados com páprica na churrasqueira e a tradicional quiche Lorraine (receita francesa, feita com recheio à base de ovos e creme de leite com pedacinhos de bacon e queijo).
Sidney aposta no vinho Jean-Luc Colombo Côtes-du-Rhône Les Abeilles Rouge 2013. A bebida apresenta cor rubi intensa, borda em ligeira evolução, com fruta vermelha madura, ameixa seca e lavanda. Harmoniza com entrecôte grelhado na brasa com flor de sal.
Decanter
Uma das maiores e mais destacadas importadoras de vinhos do Brasil, a Decanter foi eleita a Importadora do Ano, na edição anual de vinhos da revista Gula. Fundada em Blumenau, em 1997, conta com mais de 50 distribuidores por todo o país, além da rede de Enotecas Decanter. Seriedade, respeito ao cliente e uma política de preços convidativos têm sido alguns dos suportes desse crescimento. No entanto, é a esmerada seleção de vinhos que dá corpo à empresa.
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Projeto inédito leva sustentabilidade e inovação ao setor têxtil
Levar inovação ao setor têxtil de Blumenau e região e produzir peças com reduzido impacto ambiental, unificando os elementos de criatividade e de técnica. Estes são alguns dos objetivos do Projeto “Melhoria de Produto Aplicando Ecodesign”, que vem sendo executado pelos Institutos SENAI de Tecnologia Ambiental e Têxtil, Vestuário e Design, de Blumenau, em parceria com as empresas Altenburg, Dudalina e Eurofios. Este é um projeto inédito na região.
De acordo com o coordenador técnico, consultor do Instituto SENAI de Tecnologia Ambiental de Blumenau e coordenador do projeto, Ronald Schwanke, o setor têxtil e de confecção tem sido constantemente tema de debates quando o assunto é a sustentabilidade, e várias são as iniciativas das indústrias nesta direção, mas ainda é preciso evoluir muito. “O projeto vai ao encontro dessa evolução, com o propósito de desenvolver um produto sustentável que contribua para o meio ambiente e para a sociedade, mas que seja um produto de sucesso no mercado”, destaca Schwanke.
Projeto
Apoiado pelo Departamento Nacional do SENAI, o projeto visa desenvolver produtos com foco na sustentabilidade e inovação e disseminar as metodologias de Avaliação de Ciclo de Vida e de Ecodesign no setor Têxtil e Confecção, o que caracteriza o ineditismo dele no Brasil. “A partir de ferramentas, como avaliação de ciclo de vida e de princípios de Design Thinking e Ecodesign, os produtos são desenvolvidos com estratégias de redução de impacto ambiental, tanto na sua concepção quanto no seu processo produtivo, com benefícios ambientais percebidos pelo consumidor”, explica Schwanke.
Durante o projeto, serão realizados workshops de criação colaborativa para o desenvolvimento de briefings de produtos inovadores e de reduzido impacto ambiental. “A equipe do SENAI vai dar todo o suporte e apoio para que as empresas participantes criem e desenvolvam produtos baseados no Ecodesign. Depois disso, elas vão decidir se esses produtos chegarão ao mercado”, ressalta Schwanke, acrescentando que essa é uma ideia inovadora que vem tendo uma aceitação muito boa dos participantes.
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Começa a obrigatoriedade de emissão de NFC-e para as primeiras categorias de varejistas no Rio Grande do Norte
A partir de 1º de janeiro de 2017 entram na obrigatoriedade de emissão da Nota Fiscal de Consumidor eletrônica (NFC-e) as primeiras categorias de contribuintes no Rio Grande do Norte. Estarão obrigados a emitir o documento eletrônico os novos contribuintes, exceto aqueles que possuam pelo menos um estabelecimento usuário de ECF inscrito no CCE-RN anterior a essa data; e para os contribuintes que desenvolvam, como principal ou secundária, atividades enquadradas nos grupos CNAE 453, 454, 475 e 476.
De abril de 2013 a abril deste ano foi feito um projeto piloto de NFC-e no estado e a partir do final de abril foi liberada a adesão voluntária ao documento. Depois da obrigatoriedade de janeiro, o cronograma ainda inclui outras categorias em 2017, a partir de abril, os varejistas com CNAE 472, 473, 477, 478, e a partir de julho, as demais empresas varejistas não alcançadas pelos grupos acima, assim como Restaurantes, Bares e similares; Hotéis, Motéis e similares.
A consultora de negócios do sistema myrp, Karine Gresser, ressalta a necessidade dos varejistas escolherem, o quanto antes, uma opção de sistema para a emissão do documento fiscal do varejo, para cumprir a legislação, não ter problemas com a SEFAZ e com a continuidade das vendas.
Para garantir que os comerciantes se adaptem no prazo, uma opção rápida e fácil é o sistema de gestão myrp, que pode ser colocado em operação na loja em poucos minutos. Além das funcionalidades básicas como a emissão de NFC-e e NF-e, envio de NFC-e por e-mail e geração de backup automático, o sistema de gestão myrp inclui controles mais abrangentes como a gestão do estoque do varejista e gestão financeira, com fluxo de caixa e registros das contas a pagar e receber.
Sobre o myrp:
O myrp é um sistema de gestão empresarial que faz a emissão de todos os documentos fiscais eletrônicos, como NFC-e, NF-e e CT-e, e possibilita o gerenciamento de uma pequena empresa, com controle financeiro, de estoque e vendas. O sistema funciona no modelo de armazenamento na nuvem e pode ser utilizado por empresas da indústria, atacado, comércio, serviços e transportes.
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Obrigatoriedade de emissão de NFC-e para nova categoria de varejistas em Rondônia
A partir de 1º de janeiro de 2017 entra na obrigatoriedade de emissão da Nota Fiscal de Consumidor eletrônica (NFC-e) mais uma categoria de contribuintes do comércio em Rondônia. Estarão obrigados a emitir o documento eletrônico os contribuintes optantes pelo Simples Nacional, que recolhem o ICMS na forma da Lei Complementar n. 123, de 14 de dezembro de 2006 e que, no somatório dos seus estabelecimentos, tenham auferido, no ano calendário de 2015, receita bruta igual ou superior a R$ 120 mil.
As primeiras obrigatoriedades de NFC-e, em Rondônia, começaram em março de 2015, e seguiram com a inclusão de outras categorias de estabelecimentos comerciais. O cronograma no estado continua ainda em 1º de julho de 2017, para os contribuintes optantes pelo Simples Nacional, que recolhem o ICMS na forma da Lei Complementar n. 123, de 14 de dezembro de 2006 e que, no somatório dos seus estabelecimentos, tenham auferido, no ano calendário de 2015, receita bruta igual ou superior a R$ 80 mil; e a partir de 1º de janeiro de 2018, para todos os contribuintes.
A consultora de negócios do sistema myrp, Karine Gresser, ressalta a necessidade dos varejistas escolherem, o quanto antes, uma opção de sistema para a emissão do documento fiscal do varejo, para cumprir a legislação, não ter problemas com a SEFAZ e com a continuidade das vendas.
Para garantir que os comerciantes se adaptem no prazo, uma opção rápida e fácil é o sistema de gestão myrp, que pode ser colocado em operação na loja em poucos minutos. Além das funcionalidades básicas como a emissão de NFC-e e NF-e, envio de NFC-e por e-mail e geração de backup automático, o sistema de gestão myrp inclui controles mais abrangentes como a gestão do estoque do varejista e gestão financeira, com fluxo de caixa e registros das contas a pagar e receber.
Sobre o myrp:
O myrp é um sistema de gestão empresarial que faz a emissão de todos os documentos fiscais eletrônicos, como NFC-e, NF-e e CT-e, e possibilita o gerenciamento de uma pequena empresa, com controle financeiro, de estoque e vendas. O sistema funciona no modelo de armazenamento na nuvem e pode ser utilizado por empresas da indústria, atacado, comércio, serviços e transportes.
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