Inventti completa oito anos de atividades com cerca de 15 mil clientes em todo o Brasil
A Inventti chega ao seu oitavo ano de atividades com bons resultados para comemorar. A empresa, que registra um crescimento médio de 25% ao ano, desde que foi criada, vai fechar 2015 com cerca de 15 mil clientes em todo o Brasil e inclui em seu planejamento estratégico a meta de 50 mil clientes até 2022.
“Nesses oito anos de desenvolvimento, temos muito para comemorar, pois estamos seguindo nossos pilares de sustentação: qualidade do produto e serviços, escala e preço justo”, afirma o diretor técnico e de marketing da Inventti, Tibério César Valcanaia.
Ele acrescenta que o mercado tem reconhecido isso, com um índice de satisfação em torno de 98%, algo raro no ramo de tecnologia. “Estamos ajudando nossos clientes a crescer, reduzir custos e simplificando a gestão de documentos fiscais eletrônicos. Isso torna o dia a dia de nossos clientes muito mais simples”.
Atualmente, a Inventti já é considerada uma referência como especialista em soluções para documentos fiscais eletrônicos como NFC-e, NF-e, CT-e, NFS-e, entre outros; com projetos implantados em grandes organizações. Nos últimos anos, a Inventti resolveu diversificar e criou um outro braço de negócios, gerando uma “Spin-off”, focado em sistemas de gestão online para pequenas empresas, o myrp.
“No segmento de e-Docs a estratégia da Inventti é ter como clientes, empresas maiores com uma solução que se encaixe no sistema de cada companhia. Já na gestão empresarial on-line, o foco é larga escala”, explica o diretor comercial, Reinaldo Oliveira.
A empresa ainda tem grandes desafios pela frente. Um deles é garantir volume de negócios na área do “Novo Varejo”, onde a Inventti possui uma solução para a Nota Fiscal do Consumidor eletrônica (NFC-e) e Cupom Fiscal eletrônico (S@T CF-e) já implantada em grandes nomes deste segmento como o Carrefour, Sephora e Swarovski.
O diretor técnico, Tibério César Valcanaia, aponta como outro desafio futuro o crescimento do myrp, o sistema de gestão online da Inventti, que também possui uma área específica para o varejo. “O desafio para os próximos anos é atingir os volumes planejados e para isso nosso foco é entender cada vez mais o que a pequena empresa precisa para ser gerida e ter resultados positivos, refletindo isso no sistema “.
Os planos não terminam por aí! O futuro já está traçado, com um planejamento estratégicoo com metas bem definidas para os próximos anos, que incluem chegar aos 50 mil clientes até 2022.
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Crescimento do mercado de food trucks contribui com setor de embalagens
A forte tendência dos food trucks, presente em diversos países, chegou ao Brasil há algum tempo e já se consolidou no mercado gastronômico. Os restaurantes sobre rodas se tornaram uma excelente opção para quem quer empreender no setor de alimentação e iniciar um negócio que está em alta. Além disso, eles também são uma ótima opção para a população que pode saborear diversos pratos em ambientes mais despojados e com preços mais acessíveis. O crescimento dessa tendência já começou a atingir de forma positiva diversos setores, inclusive o de embalagens. De acordo com Maurício Heidmann, diretor da Packpoint, de Gaspar (SC), a procura por embalagens e bandejas para food trucks aumentou cerca de 30% nos últimos seis meses.
Santo Silveira, de Blumenau, é um dos empresários que viu na criação de um food truck uma ótima oportunidade de negócio. Recentemente, ele passou a investir no Santo Graal Bier Food Truck, um restaurante sobre rodas temático que vai comercializar cervejas artesanais e aperitivos. Segundo Santo, abrir um foodtruck foi uma das opções encontradas para investir mesmo em época de crise. “Os food trucks estão na moda e não requerem valores tão altos de investimento, o que me ajudou nesse momento em que o país enfrenta algumas dificuldades econômicas”, explica. O Food Truck Santo Graal começa a funcionar em dezembro, em Balneário Camboriú, para aproveitar a temporada de verão. Em poucos meses, o empresário espera participar dos famosos festivais itinerantes e de outros eventos da região.
Bandeja personalizada
Para dar início ao seu negócio, Santo Silveira procurou uma empresa de embalagens para produzir uma bandeja personalizada que pudesse abrigar os produtos comercializados em seu food truck. Por já conhecer os serviços, ele optou pela Packpoint Embalagens que produziu uma bandeja com lugares para a bebida, aperitivo e molho. “A Packpoint me ajudou a otimizar a ideia que eu tinha. O resultado ficou ótimo e com qualidade”, ressalta. Segundo o diretor da Packpoint, o nicho de embalagens para food trucks vem crescendo consideravelmente nos últimos meses e a empresa tem aproveitado este momento para mostrar sua força no setor. “Muitos donos de food trucks acabam encontrando dificuldades em encontrar uma empresa que produza embalagens para o negócio em pequena quantidade. Nós estamos atentos a essa demanda e temos um know how para atendê-los, além de equipamentos e tecnologia para produzir excelentes produtos”, afirma Heidmann.
Packpoint
Localizada em Gaspar, Santa Catarina, a Packpoint Embalagens desenvolve e produz embalagens semi-rígidas de papelcartão, micro-ondulado, sacolas de papel, embalagens promocionais e industriais. Em uma área de mais de cinco mil m², a Packpoint conta com equipamentos de ponta, impressão em seis cores, e diferentes tipos de acabamento para qualquer tipo de embalagem. Entre os diferenciais, está a consultoria para o desenvolvimento de projetos personalizados para o cliente.
A Packpoint, que faz parte do grupo Sulforms, atende diversos segmentos, como têxtil, alimentício, indústria cosmética e farmacêutica, com a tecnologia e as certificações necessárias para atuar nestes segmentos.
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Microfinanças são alternativas para economia em 2016
Diante do atual cenário econômico, que leva o mercado financeiro tradicional a aumentar as taxas de juros, uma alternativa é lançar mão do microcrédito. Na opinião do economista e diretor executivo da Instituição Comunitária de Crédito Blumenau Solidariedade (BluSol), Amadeu Trentini, “o próximo ano será ainda mais saudável para as microfinanças no Estado de Santa Catarina (SC) e no Brasil”.
A projeção de instituições financeiras para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), estima para 2016 um aumento em torno de 6,70%. A taxa Selic deve passar dos 14%. “Com estes juros altos, a instituição de microcrédito torna-se um instrumento de geração de renda e emprego em épocas de crise. A BluSol manteve os percentuais padrões, estimados em 3,98% ao mês. Inclusive, nos últimos três anos, conseguindo uma redução de juros para este segmento. Quanto maior o valor do empréstimo menor a taxa de juros”, explica Trentini.
Ainda segundo o diretor da Blusol, as microfinanças em Santa Catarina estão em um momento positivo, pois os momentos de crise os microempreendedores precisam de capital de giro fixo para poderem continuar seus negócios. “Se comparados aos demais sistemas financeiros, como bancos públicos e privados, os micro e pequenos negócios têm apoio das instituições de micropcrédito com recursos e educação financeira para o desenvolvimento da gestão dos negócios”, afirma.
Com filiais em 12 cidades catarinenses que atendem a 71 municípios, a BluSol realizou, desde a abertura até novembro deste ano, 81.919 operações de microcrédito, girando em torno de R$ 284 milhões.
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Tecnologia do comércio eletrônico pode aumentar as vendas do varejo físico
As projeções para o Natal 2015 não são das mais otimistas para o varejo tradicional. Inflação, dólar em alta e desemprego estão entre os fatores que devem resultar em queda de 4,1% nas vendas com relação a 2014. Os dados são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Por outro lado, no e-commerce, a Associação Brasileira do Comércio Eletrônico (Abcomm) prevê crescimento de 18% das vendas neste Natal.
Alguns fatores que promovem o sucesso do varejo on-line são o sistema de recomendação, que personalizam a experiência do usuário com o site ou e-commerce; a assertividade em oferecer o que o cliente procura ou gosta; e a comunicação eficiente com o consumidor, com descrições detalhadas dos produtos, exposição clara dos preços e formas de pagamento, por exemplo.
A partir de agora, toda essa inteligência do e-commerce pode ser aplicada às lojas físicas. Essa é a promessa do aplicativo Hoket, desenvolvido pela Appromo, uma das empresas selecionadas no primeiro edital do Inove Senior, um programa de aceleração corporativa idealizado pela Senior Sistemas.
Utilizando a geolocalização dos usuários de tablets e smartphones, o Hoket estimula o relacionamento das marcas com os clientes, por meio do envio de promoções personalizadas de acordo com os gostos e preferências dos consumidores. “O aplicativo permite a comunicação com os clientes enquanto eles estão fisicamente próximos do ponto de venda ou estabelecimento comercial, estimulando uma troca de dados e o desenvolvimento de ações que antes só eram possíveis no e-commerce, como o remarketing”, explica Ana Locks, CEO da Appromo.
O projeto está em fase piloto em Blumenau, com associados e dependentes da Associação Desportiva e Recreativa (ADR) da Senior e estabelecimentos que mantêm convênios com a entidade, como pizzarias, academias e escolas de idiomas. O Chef Waldemar é uma delas. A empresa é especializada em delivery (tele-entrega) e já apresenta resultados positivos com o uso do aplicativo.
Segundo Ana, o Chef Waldemar disponibilizou no Hoket as vantagens que já oferecia ao convênio ADR Senior. “Muitos dos colaboradores associados não lembram de todas as vantagens que estão disponíveis para eles porque a ADR Senior tem muitos convênios, e por meio do aplicativo, é fácil saber quem está oferecendo vantagens para eles. No Chef Waldemar, por exemplo, temos como resultado do piloto em Blumenau um importante aumento na conversão dos associados. Mostrando que esta é uma forma mais eficaz de saber quais as vantagens que as empresas estão oferecendo para eles”, aponta.
Como funciona
Com o Hoket, o usuário segue as marcas que mais gosta e recebe promoções dos seus produtos favoritos no momento em que está fisicamente próximo do estabelecimento. O lojista, por outro lado, consegue acompanhar e entender melhor as preferências de cada cliente, podendo desenvolver ações personalizadas e em tempo real para cada um. “É o que o comércio eletrônico faz há anos, mas a maioria das lojas físicas não tinha tecnologia para desenvolver”, explica Ana.
O Hoket é composto por três frentes: o aplicativo, beacons e um painel de indicadores. O aplicativo mobile é o ponto de contato do cliente com as marcas, user friendly e otimizado para melhorar a experiência do usuário dentro e fora dos estabelecimentos.
Os Hoket Beacons são aparelhos que possibilitam a comunicação indoor, funcionando por proximidade. Eles registram a presença dos usuários e transmitem esses dados para o aplicativo, que, então, identifica o usuário e se comunica com ele.
Já o Hoket Sis é um dashboard, ou seja, um painel destinado aos lojistas, que apresenta de maneira visual o detalhamento das informações e métricas relevantes ao uso do aplicativo e de informações coletadas com a interação do cliente com a marca.
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Cinco dicas para evitar que as vendas caiam
Definir estratégias e executá-las de forma controlada deve ser prioridade para as empresas que não querem ver suas vendas caírem. Conforme explica o consultor da SBA Consultores Associados e economista, Nelson Leite, para uma estratégia exitosa, capaz de alavancar as vendas mesmo em períodos turbulentos, é necessário haver agilidade e senso de urgência. Para isso, é preciso mudar certos conceitos e pensar em estratégias voltadas para os produtos e público específicos da empresa. “Em uma empresa, se as vendas não acontecem, nada mais acontece. Os motivos são múltiplos, incluindo a situação do país. No entanto, há empresas que, mesmo quando os ventos estão propícios, patinam e têm um crescimento aquém”, ressalta. Para auxiliar os empresários e ajudar no crescimento das vendas, o consultor elenca cinco dicas essenciais.
Defina estratégias avaliadas e controladas
Em uma estratégia, antes de tudo é importante saber para quem se está vendendo ou para quem se deveria estar vendendo e que produtos e serviços a empresa deve oferecer para ser a primeira opção. “Para além dos fatores não controláveis (clima, macroeconomia, etc), que no mercado atingem todos nós e nos iguala, recuperação de receitas tem nome e sobrenome: Estratégia definida, executada, avaliada e controlada”, ressalta o consultor.
Entenda que estratégias para recuperação de receita são agressivas e interventoras
Segundo Nelson Leite, as estratégias de mercado para recuperação de receita são agressivas, interventoras e boa parte calcada em experiências e insights. “As empresas lutam pela sobrevivência do seu negócio e marcas. Assim sendo, a estratégia condicionada ou inspirada pelo cenário e circunstâncias muitas vezes contunde, contraria os ‘bons procedimentos acadêmicos’”, destaca. Essa estratégia deve ser oportunista e liderada por uma política comercial que proteja a perenidade do negócio no primeiro momento. Depois, a rentabilidade seguida de expansão no mesmo mercado ou em outros. Por vezes sacrificando o médio e longo prazo, pelo curto prazo.
Não se prenda ao politicamente correto
Uma pessoa que se submete ao politicamente correto pode estar sinalizando alguma fragilidade, quase sempre imaturidade, e não deve ter diferencial nas suas escolhas. “Quando se vive submetido ao ‘bullying’ do politicamente correto, o exercício será mais de cultivar imagens e não de resolver os problemas. Buscará minimizar inimigos e pressões”, salienta. Assim, as escolhas poderão atender às expectativas da pauta do politicamente correto e não exatamente ao que necessita ser feito para resolver o problema ou aproveitar a oportunidade. Para o consultor, o politicamente correto pode levar as lideranças a uma paralisia nas suas iniciativas ou tomá-las por baixo. Pode também, por atender expectativas múltiplas, tomar decisões difusas, sem foco, inócuas, com baixo potencial de retorno.
Lembre que nem sempre o academicamente correto é a melhor escolha
Na empresa tudo pode estar certo, mas a receita não vem. Isto porque, muitas vezes, o acadêmico preocupa-se em ter todos os dados e informações para não errar ao emitir sua opinião. Além disso, ele se liga ao passado distante ou próximo, mas passado, e dele faz uma leitura, apreende um conhecimento, transforma-o em conceito e o projeta para o futuro com as devidas adequações. No entanto, as empresas estão ligadas ao futuro e mesmo tendo um legado cultural e operacional que deve ser respeitado, é o futuro que ela mira. “Dessa forma, estamos hoje especializando docentes sobre coisas de ontem para um mundo de anteontem. A empresa ‘politicamente correta’ aplica todos os conceitos modernos e tem todos os controles, mas, apesar de tudo, a receita não vem mesmo quando a economia lhe é favorável, pois lhes faltam estratégias e elas pouco ou nada têm a ver com o política ou academicamente correto”, explica Nelson.
Agregue inovação ao seu negócio
Além de definir estratégias adequadas a cada negócio, a inovação é outro elemento fundamental para a recuperação da receita. “Até onde estamos agregando inovação em nosso negócio, nos produtos, na comunicação, nos processos, na eliminação dos custos e desperdícios? Ainda existem muitas empresas, especialmente familiares, pequenas ou médias, que não compram, não fazem pesquisas, não saem ao mercado. Ficam presas apenas em papos informais”, orienta. Para o consultor, as empresas devem inovar em todas as suas ações, buscando, por meio de medidas inovadoras, superar os problemas e a crise.
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