Colônia de férias garante diversão para crianças e adolescentes de Blumenau e região
Durante o mês das férias o SESI – Serviço Social da Indústria – de Blumenau oferecerá uma programação de diversão e aprendizado para crianças e adolescentes. Essa é a 5ª Colônia de Férias do SESI e vai ocorrer no Centro Esportivo Bernardo Werner de 20 a 24 de julho, das 13h às 18h. A programação é voltada para as crianças e adolescentes de 7 a 15 anos, que serão divididos em Kids (7 a 9 anos) e Teen (10 a 15 anos).
Durante os cinco dias haverá atividades de robótica, esportes, arvorismo, piscina e sessão de cinema, além de alimentação. A diretora regional do SESI – entidade da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC) – Dalila de Carvalho, explica que todas as ações serão coordenadas e supervisionadas por profissionais do SESI/FIESC. “A colônia de férias proporciona diversas atividades lúdicas, educativas e de qualidade de vida. Assim crianças e adolescentes podem aproveitar para aprender brincando, se divertir e fazer novos amigos”, afirma Dalila.
As inscrições podem ser feitas na recepção do Centro Esportivo do SESI, na rua Itajaí, 3434, no bairro Vorstadt, em Blumenau até o dia 16 de julho. As vagas são limitadas. No momento da inscrição os pais ou responsáveis devem estar com documentos das crianças e adolescentes e carteira de trabalho para garantir o desconto de industriário. Os cinco dias de programação da colônia de férias, incluindo a alimentação, custam R$150,00 para industriário e R$ 200,00 para a comunidade. Há desconto de 10% para os alunos matriculados na academia, natação e hidroginástica do SESI. A 5ª Colônia de Férias do SESI conta com o apoio da FIESC, SESI Blumenau, Programa Atleta do Futuro (PAF) e SESI Educação.
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Férias de julho: É hora de cuidar do sorriso
Os problemas dentais nem sempre são visíveis pela expressão facial. No entanto, os pais devem ficar atentos, pois, de acordo com a Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial, 60% das crianças com idade entre seis e dez anos precisam corrigir os dentes ou mordida errada. É comum crianças e adolescentes precisarem de tratamentos ortodônticos, mas na maioria das vezes, os pais têm dúvidas também em relação à idade e o melhor momento de adaptação.
Segundo o dentista Luciano Teodoro Eleotério, especializado em ortodontia e ortopedia facial, a procura por esse tipo de tratamento aumenta durante o recesso escolar, que acontece no mês de julho, uma boa época para colocar o aparelho ortodôntico, devido ao tempo necessário para adaptação. “Os pais ficam preocupados e por isso querem que a criança se adapte no período das férias, para quando as aulas iniciarem não terem problemas. Em alguns casos, é necessário um período longo de adaptação”, explica. Ele alerta que, a partir de cerca de cinco anos de idade, se necessário, a criança já pode fazer o tratamento indicado.
Eleotério afirma que na região do Vale do Itajaí, o problema mais frequente é a deficiência de crescimento da mandíbula, como também a mordida cruzada posterior, problema muitas vezes causado pelo hábito de chupar bico e dedo. “Nestes casos, são indicados o tratamento com aparelhos ortopédicos, que servem para crescimento ósseo e correção esquelética. Geralmente é aplicado o aparelho Hyrax ou Haas, que serve para a expansão rápida da maxila corrigindo a mordida cruzada posterior, ou o Bionator, que realiza a alteração postural da mandíbula em relação à maxila e desenvolve estímulos normais de crescimento”, conta.
Ele frisa ainda que em muitos casos pode-se evitar cirurgias no futuro com a correção feita na infância. “Até com dentes de leite pode fazer intervenção, apresentando alguma deficiência esquelética é possível fazer o reparo”, aponta.
Sinais de que a criança precisa usar aparelho ortodôntico
Luciano Teodoro alerta para alguns sinais que podem ser indicação da necessidade de usar um aparelho ortodôntico. Os pais ou responsáveis devem ficar atentos a sintomas como:
– Dentes fora da posição normal;
– Criança que apresenta um espaço grande entre os dentes;
– Dificuldade para mastigar;
– Criança que baba ou ronca ao dormir;
– Criança que fica com a boca aberta constantemente;
– Dificuldade para respirar;
– Criança que chupa o dedo ou mama na mamadeira.
Dr. Luciano Teodoro Eleotério CRO/SC 8.109
Graduado em Odontologia e Especialista em Ortodontia e Ortopedia pela Universidade de Santo Amaro (SP), o dentista Luciano atende em Blumenau, Santa Catarina.
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Dia da Pizza combina com vinho
A pizza tem a feliz coincidência de agradar diferentes paladares. O prato versátil combina com ocasiões informais, acompanhadas de familiares e amigos. Para celebrar o Dia da Pizza, comemorado no dia 10 de julho, o sommelier da Decanter, Sidney Lucas, sugere algumas harmonizações para a data.
Pizza aos quatro queijos
No Brasil, ninguém sabe ao certo quais os quatro queijos “certos” da tradicional pizza. Em italiano, há a expressão “mozzarella, altri formaggi a discrezione” – base de mussarela e queijos a escolha. Porém o segredo está em combinar sabores fortes e suaves com texturas diferentes. O vinho italiano Curatolo Arini Baglio di Luna Grillo 2013 harmoniza muito bem com a pizza de sabores mussarela, catupiry, parmesão e gorgonzola.
Pepperoni
Os sabores italianos do vinho Curatolo Arini Paccamora Nero d’Avola 2013 e pepperoni harmonizam deliciosamente, ressaltando o sabor picante da linguiça. O ingrediente descende dos apimentados salames e salsichas italianas, mas ganhou a versão americana com carnes suínas, bovinas e toucinho.
Pizza à Portuguesa
Com uma culinária tradicional forte em pães e confeitos, os portugueses à época da imigração para o Brasil, decidiram também produzir pizzas para competir com as cantinas italianas, que já faziam sucesso por aqui. Usando os sabores que já conheciam, criaram a pizza que leva presunto, ovo cozido, cebola e azeitonas, que harmoniza muito bem com o vinho argentino Las Moras Malbec 2014.
Pizza à Bolonhesa
Um dos sabores mais conhecidos e servidos no mundo, a pizza à Bolonhesa tem o sabor marcante do molho de tomate com palmito, pimentão, azeitona, e salsa que acompanham a carne moída e o queijo. O vinho francês Chateau La Croix Calendreau 2011 harmoniza muito bem com carnes vermelhas e queijo suave, marca do sabor que há cinco anos foi protagonista de uma campanha do governo italiano para a divulgação do sabor original.
Pizza à Margherita
Com o sabor criado em homenagem a visita da rainha Margherita di Savoia à cidade italiana de Nápoles, a pizza à Margherita harmoniza muito bem com o vinho francês Dominique Piron Morgon Côte du Py 2012. O aroma das frutas vermelhas cereja e framboesa fica leve com ingredientes clássicos da Margherita: queijo mussarela, molho de tomates e folhas de manjericão.
História
Apesar da fama de ser italiana, a pizza nasceu há cerca de seis mil anos, provavelmente entre egípcios e hebreus. Porém, foi na Itália que ela ganhou o tomate e, inicialmente, era consumida dobrada ao meio como um calzone. Foi na segunda metade do século XIX, em 1889, com dom Raffaele Espósito, um padeiro napolitano que servia o rei Umberto I e a rainha Margherita, que a receita da pizza mais famosa do mundo ganhou corpo. Para agradar e inovar o cardápio, ele adicionou à massa mussarela, tomate e manjericão, ingredientes que reproduziam as cores da bandeira italiana. Em homenagem à rainha, Espósito batizou a pizza de Margherita. Na sequência, padeiros mais criativos começaram a incluir na pizza outros ingredientes, como o alho, o alicce e peixes.
Ao Brasil, a pizza chegou com os imigrantes vindos da Itália. Até 1950, o prato era mais concentrado nos círculos italianos, mas logo se disseminou por todo o país. O Dia da Pizza começou a ser comemorado em 1985, sempre no dia 10 de julho, por conta de um concurso de pizzas ocorrido em São Paulo nesta data.
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Osblu visita Centro Integrado de Armazenamento e Distribuição
Representantes da diretoria, dos conselhos, associados e voluntários do Observatório Social de Blumenau (Osblu) realizam, nesta semana, a visita no Centro Integrado de Armazenamento e Distribuição (CIAD) que é gerido por meio da Secretaria de Administração Municipal. O evento ocorre na sexta-feira (10), às 8h30 e contará com a presença do Secretário de Gestão Governamental do Município, Paulo Eduardo Costa.
No local será realizada umas das principais atividades da terceira etapa do plano de monitoramento de licitações. “Nesta etapa é feito uma conferência física do objeto licitado e contratado com o material entregue pelos fornecedores no CIAD”, explica o presidente do Osblu, Leomir Minozzo.
O Observatório Social de Blumenau trabalha com três fases de monitoramento em licitações públicas. A primeira fase é o controle interno da licitação, que compreende desde a necessidade de compra o objeto licitado até a publicação de edital. A segunda, diz respeito ao edital, englobando todo o processo desde sua publicação até a homologação. E a terceira fase assume a análise de compatibilidade do objeto licitado e contratado com o que deve ser oficialmente entregue. Como também o controle de pagamentos e prazos de acordo com o que foi homologado contratualmente.
Osblu
O Observatório Social de Blumenau (Osblu) concentra seus esforços em mudar a cultura de forma definitiva para as práticas legais e com a melhor relação custo x benefício para a comunidade. Atuando de forma autônoma desde 2013, o Osblu já registra diversos pontos positivos no acompanhamento das licitações do município.
De janeiro a abril de 2015, 29,1% das licitações da Prefeitura foram acompanhadas de perto pelo Osblu, o que corresponde a 87,3% do valor total de todas as licitações do período. Dentre as iniciativas estavam a análise dos editais, sugestão de alterações e a participação nas sessões públicas. Foram acompanhadas 26 licitações com um valor disponível de até R$ 44.159.405,00. Ao final do processo licitatório, o valor total homologado foi de R$ 32.872.705,00, uma diferença de 25,6% dos recursos, o que significa uma economia de R$ 11 milhões para o município.
O Osblu age, principalmente, na fiscalização dos gastos públicos desde o início, para que não haja nenhuma possibilidade de erro no futuro.
Todos os voluntários do Observatório Social já passaram por capacitação e atuam no controle de acompanhamento de licitações, análise jurídica, monitoramento de compras, obras e prestação de serviços pelos órgãos públicos. Qualquer pessoa que não tenha vínculo partidário pode se voluntariar ao Osblu.
Cada voluntário atua de acordo com a própria disponibilidade de tempo, na área em que mais se interessa. E além dos serviços de análise, os voluntários podem atuar na verificação de aditivos contratuais, acompanhando o empenho de pagamentos e preços pagos pelo governo, conferindo se são compatíveis com o mercado, por exemplo.
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Gestão e planejamento de carreira: quem é o responsável?
Na maioria das empresas os profissionais esperam que os superiores cuidem do planejamento de suas carreiras, mas este é um grande equívoco. Não se pode deixar na responsabilidade exclusiva de um terceiro, ainda que o chefe, a definição da própria trajetória profissional. No sentido figurado, seria delegar a outro ator o papel principal do filme da vida profissional.
Considerando que um grande número de empresas não tem planejamento de carreira, a situação fica ainda mais crítica. Tenho dado consultoria em companhias de diversos segmentos e portes que não mapeiam seus recursos humanos, não tem a identificação do potencial de cada um deles, nem dos talentos. Certa vez eu estava numa corporação com mais de cinco mil colaboradores e o diretor da área chegou nervoso para me contar que o gerente, braço direito dele, havia pedido demissão. E, como solução, ele iria pedir para o setor de recursos humanos (RH) contratar um substituto.
Oxigenar a organização com recursos do mercado é uma necessidade, mas neste caso a mensagem que se passa é a pior possível. Entre cinco mil empregados não há ninguém preparado, nem identificado com potencial para ser treinado para o cargo necessário? Tenho certeza que, ao ler esse artigo, muitos executivos se lembrarão de situações semelhantes que já vivenciaram.
Tecnicamente existem dezenas de modelos e sistemas para a gestão de planejamento de carreira. Não é necessário inventar nada. Se a empresa não adota um modelo formal, líderes e gestores devem começar fazendo uma avaliação formal com a equipe pelo menos uma vez por ano. É importante falar sobre aspirações, estimular o autodesenvolvimento e colocar-se a disposição para prestar auxílio profissional. Deixe claro e discuta com os subordinados a posição atual na estrutura e qual a possibilidade de crescimento.
Fazendo desta forma, logo outros gestores seguirão o mesmo exemplo, pois irão perceber que os resultados estão melhorando. Lembre-se, gestão de pessoas é responsabilidade do superior imediato e não da área de RH, cujo principal papel é auxiliar na implantação dos modelos, sistemas e documentação de gestão do planejamento de carreira.
César Zabot é consultor da SBA Associados e especialista em gestão estratégica, humana e processos
Crédito: Edemir Garcia
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