Alunos de Blumenau participam de programa de intercâmbio

Quarenta e oito estudantes de Blumenau participarão do programa Conexão Mundo, iniciativa do Serviço Social da Indústria (SESI) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), em parceria com a ONG US-Brazil Connect. Apenas três municípios catarinenses foram selecionados para participar (Blumenau, Jaraguá do Sul e Joinville). Ao todo, escolas de 32 cidades, de 21 estados brasileiros, irão participar do programa que estimula a fluência no idioma inglês e promove o intercâmbio cultural. O objetivo principal é preparar os jovens para o mercado de trabalho, que carece de profissionais com fluência no inglês.

Em Blumenau, a abertura será na segunda-feira, dia 29, no SENAI, às 15h e contará com a presença de seis coachings norte americanos, além do vice-presidente regional da Federação das Indústrias de Santa Catarina para o Vale do Itajaí, Ronaldo Baumgarten Jr. Essa é a segunda vez que Blumenau integra o programa. Os participantes são alunos do SENAI e cursam o ensino médio junto com algum curso técnico.

Os 48 alunos já realizaram a primeira etapa do Conexão Mundo, que foram dois meses de aulas virtuais feitas pelo Facebook, hangouts e uma plataforma virtual para aprendizado da gramática. Agora os estudantes iniciam a segunda etapa, quando terão, durante 30 dias, aulas de inglês no período vespertino, de forma presencial, com os coachings que estarão em Blumenau. O objetivo é estimular o amadurecimento do raciocínio no idioma inglês e a fluência na comunicação cotidiana.

Em seguida, a terceira etapa segue com mais seis semanas de aulas pela internet, quando é retomada a metodologia de educação a distância. Nesta fase as atividades estão orientadas para o desenvolvimento de atividades escritas e a aquisição de vocabulários especializados.

Ao final das três etapas, 5% do total de alunos que concluíram o programa e se destacaram são selecionados para um intercâmbio cultural de duas semanas nos Estados Unidos. Na viagem, eles ficam hospedados em casas de família, conhecem escolas, universidades e museus, dentre outros locais, viabilizando assim oportunidades para a prática do idioma aprendido. A previsão é que os alunos de Blumenau façam esse intercâmbio em fevereiro de 2016.

Para Baumgarten, o inglês é exigência básica no mercado de trabalho, visto que esse é um dos idiomas mais presentes no mundo. “A FIESC sabe da carência de profissionais fluentes no inglês e que isso implica também na competitividade das indústrias, por isso, apoia programas como o Conexão Mundo. Queremos jovens mais preparados para o mercado de trabalho”, conta o empresário, que também é proprietário da gráfica multinacional Baumgarten.

 

HISTÓRICO

O Conexão Mundo foi criado em 2012. No primeiro ano, atendeu 200 estudantes de Salvador. Em 2013, o programa foi estendido a 800 participantes de sete cidades do país. E no ano passado, foram ofertadas 2 mil vagas para 31 escolas de 18 estados.

Em 2014 o Programa Conexão Mundo aconteceu pela primeira vez em Blumenau-SC e 100 alunos participaram. Dentre eles, cinco foram escolhidos pelos seus desempenhos no Ensino Médio, Técnico e durante o programa, nas atividades propostas.

 

QUALIFICAÇÃO

Com o programa, o Sistema Indústria proporciona experiências únicas de qualificação para os brasileiros, ao atribuir a devida importância do idioma inglês para a vida pessoal e profissional de seus alunos.  Além de favorecer o aprimoramento na fluência do idioma inglês, o Conexão Mundo estimula o amadurecimento de um relacionamento intercultural e inova no uso de redes sociais aplicada à educação.

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Quarenta e oito estudantes do SENAI de Blumenau participarão do programa Conexão Mundo

Crédito: Divulgação SENAI

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Especialista aponta motivos pelos quais as empresas devem investir em saúde e segurança no trabalho

A importância dos investimentos em saúde e segurança no trabalho foi tema do Café com a Indústria, realizado na manhã desta quinta-feira (25), em Blumenau. O evento, promovido pela Fiesc, por meio do Sesi e com o apoio do Sintex, contou com a palestra Saúde e Segurança no Trabalho – Custo ou Investimento?, ministrada pelo especialista em Medicina no Trabalho e em Saúde do Trabalhador, Gustavo Nicolai, também coordenador de Segurança e Saúde no Trabalho do Departamento Nacional do Sesi. Cerca de 170 pessoas lotaram o auditório e houve também transmissão ao vivo em uma sala ao lado, devido à grande procura pelo evento.

Para o presidente do Sintex, Ulrich Kuhn, o grande desafio de um evento como este é o de promover a reflexão. “Precisamos refletir sobre como os investimentos em saúde e segurança podem beneficiar a todos”, destacou. O superintendente do Sesi em Santa Catarina, Fabrizio Machado Pereira, contou que a ideia do evento surgiu em uma reunião no Sintex e que logo foi colocada em prática dada a importância do tema. “Fazer a gestão da saúde e segurança é determinante para a competitividade das empresas”, destacou.

Em sua palestra, Nicolai apresentou as mudanças ocorridas no cenário de Saúde e Segurança no Trabalho recentemente e destacou que não se pode mais atuar como era há 20 anos nesta área.

O especialista explicou detalhadamente os impactos para os custos das empresas com a criação do Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP), Fator Acidentário de Prevenção (FAP) e a revisão dos Riscos Ambientais do Trabalho (RAT), que compõem o novo Seguro Acidente do Trabalho (SAT). Apesar dos custos que os novos cálculos podem trazer para as empresas, Nicolai, explicou que, por outro lado, com investimentos em saúde e segurança é possível economizar.

Ele mostrou que em média uma empresa tem um custo de R$ 18 mil reais quando um profissional se acidenta e de R$ 138 mil quando ele se afasta de suas atividades. Isso contabilizando apenas custos tributários, sem contar perdas de produtividade na empresa. Por isso, destacou o especialista, “saúde e segurança são um investimento”.

Nicolai explicou que as empresas precisam buscar soluções mais proativas para evitar os afastamentos previdenciários; comprometer as gerências e lideranças com as questões relacionadas à saúde e segurança;  utilizar os limites da legislação para evitar custos que poderiam ser minimizados; conversar com os médicos peritos sobre os casos envolvendo a empresa para buscar a melhor alternativa para ambos os lados e influenciar a rede credenciada para não fomentar afastamentos desnecessários. Além disso, o especialista recomendou que as empresas mantenham uma documentação impecável, que comprove os investimentos feitos em saúde e segurança do trabalhador. Outra indicação de Nicolai foi a necessidade de especialização na área. “Saiba que você não é o especialista em saúde e segurança. Busque o apoio de quem entende destes assuntos”, destacou.

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Aluna do SENAI de Blumenau é a única selecionada em SC para o SENAI Brasil Fashion

Sabrina de Oliveira Bublitz, estudante do 3º semestre do Curso Superior de Tecnologia em Design de Moda, da Faculdade de Tecnologia SENAI Blumenau foi a única selecionada em Santa Catarina para o SENAI Brasil Fashion. Está é a segunda edição do evento, que reúne estilistas, modelos e especialistas brasileiros de renome internacional para avaliarem as minicoleções desenvolvidas pelos nove alunos selecionados do sistema SENAI de todo o país.

O evento será durante a WorldSillks São Paulo 2015, a maior competição de educação profissional do mundo, que acontece de 11 à 16 de agosto. No dia 13 de agosto haverá um desfile no Estúdios Quanta, em São Paulo, onde os nove alunos de moda do SENAI desfilam suas coleções. Os estudantes desenvolverão três looks inspirados no tema do ano, “A influência do mundo no Brasil”. O grupo se encontrará quatro vezes até a data final vai receber tutoria de estilistas, entre eles estão Ronaldo Fraga, Alexandre Herchcovitch e Lino Villaventura.

Sabrina acredita que diferencial para ter o projeto escolhido foi trabalhar com as técnicas manuais e artesanais. “Na minha opinião, elas são as nossas raízes, pois foi onde tudo começou, onde as nossas roupas começaram a ser tecidas. Hoje temos todas as tecnologias possíveis para a confecção de uma peça e a gente acaba fazendo tudo tão rápido que deixamos de fazer com amor. Optamos sempre pelo mais rápido, prático e barato e vamos deixando de lado as nossas raízes, perdendo aquilo que deveria ser passado de geração em geração”, conta a estudante.

O processo de desenvolvimento do projeto SENAI Brasil Fashion, tem como proposta contínua o engrandecimento da Cadeia de Valor Têxtil e de Confecções e também fortalecer a REDE SENAI e a competitividade da Indústria Têxtil e de Confecção, contando com a participação dos Departamentos Regionais do SENAI.

Alunos selecionados

Sabrina Bublitz (SENAI-SC)

Willane Filho (SENAI-MA)

Natália Costa (SENAI-MG)

Tiago Silva (SENAI-PA)

Laís Alves (SENAI-PB)

Amanda Castro (SENAI-PR)

Jéssica Cerejeira (SENAI-RN)

André Fortes (SENAI-SP)

Michel Cardoso (SENAI CETIQT)

SENAI

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) é uma das quatro entidades que integra a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC). Compõem ainda a  FIESC o Serviço Social da Indústria (SESI), pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e pelo Centro das Indústrias do Estado de Santa Catarina (CIESC).

 

Atuando com sinergia, as entidades da FIESC estão voltadas à promoção de um ambiente favorável aos negócios, à qualidade de vida e educação do industriário e ao estímulo à inovação. Mantida e administrada pelo setor industrial com os mesmos parâmetros das melhores empresas privadas, a FIESC e as entidades que a compõem são um dos alicerces da competitividade industrial catarinense.

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Blumenau terá palestra Fábrica Digital (3D) e Cálculo de Escoamento de Produção

Na segunda-feira, 29 de junho, o SENAI, entidade da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), oferece a palestra Fábrica Digital (3D) e Cálculo de Escoamento de Produção. O encontro, gratuito e aberto à comunidade, será às 19h, na sala multiuso do SENAI Blumenau.

Os palestrantes serão Neimar Chiapetti, profissional da área de marketing e vendas; responsável pela aplicação de tecnologias CAD, CAM, BIM, PDM e PLM e atua há 11 anos como parceiro Autodesk e Welinton Auerbach, que em 2011 foi premiado como melhor profissional técnico Autodesk do Brasil. Além disso, ele atua como consultor pré-vendas e coordenador de implantações há 10 anos nas áreas CAD, CAM, PDM, PLM e Programação.

Mais informações pelo fone (47) 3321-9615 ou pelo e-mail Blumenau@sc.senai.br. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo link http://goo.gl/forms/0tGZaBFwpX

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Prever tendências para fugir da crise

Com pouco mais de 22 anos de atividades, a SBA Associados – empresa de consultoria de Blumenau, já viveu outras crises nos Brasil, porém sempre se destacou por encontrar oportunidades para crescer. Prova disso são as mais de duas décadas de atuação nas regiões sul, sudeste e centro-oeste, onde prestou consultoria 122 empresas de diversos segmentos, como têxtil, alimentício, moveleiro, supermercados e bancos. Para chegar até aqui, um dos segredos foi a análise de tendências de futuro e preparação para atender essas demandas. A empresa que começou com duas pessoas hoje conta com 26 consultores e parceiros.

Logo que foi criada, a SBA Associados passou pelo período das mudanças de moeda do país, que afetou muitas empresas. O diretor da SBA Associados, Sidney Bohrer de Aguiar, conta que naquele período vislumbrou produtos e ações de consultoria que auxiliariam as empresas, em especial as que já eram clientes. O foco foi à área de desenvolvimento e treinamento de pessoas, visto que a crise estava gerando instabilidade em relação a mão de obra. “Foi nesse período que a SBA se posicionou no mercado com o desenvolvimento de recursos humanos”, explica.

Cerca de três anos depois, surgiu uma nova crise que afetou a economia do Brasil. Novamente a SBA Associados mudou o foco e agregou nas competências profissionais mais vinculados aos processos de gestão industrial. Dessa vez, o objetivo foi melhorar a qualidade, a gestão e redução de custos operacionais. “Nessa época as demandas por áreas de recursos humanos caíram significativamente. O que nos sustentou foi essa visão antecipada em oferecer serviços em outras áreas para atender as demandas que viriam e com isso nos solidificamos em mais uma área, que é a de gestão de processos industriais”, conta o diretor.

Nos últimos cinco anos a SBA Associados, procurando se adequar às demandas do mercado, começou investir fortemente na área de consultores especialistas em área comercial. Sidney explica que, numa leitura de mercado realizada pela própria SBA em junho de 2014, se percebeu o agravamento da situação econômica brasileira e, após uma análise das informações, a consultoria começou a dar ênfase nos produtos e serviços da área comercial e de gestão de custos. “O momento que estamos vivendo confirma nossas expectativas. Os profissionais disponíveis na SBA nessas duas áreas (comercial e gestão de custos) estão com as horas totalmente tomadas com os serviços nas empresas que atendemos”, afirma Sidney.

Para atender as demandas a SBA Associados se preparou. Para isso realizou parcerias de elevado nível de qualificação nas áreas citadas. Um exemplo é a parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA) e a KC&D, ambas de São Paulo. Além disso, reforçou a estrutura interna para dar suporte aos consultores que estão na ponta e especializou a área comercial para trabalhar diretamente nesse segmento comercializando produtos da SBA. Atualmente há uma colaboradora para o setor de marketing, outra para o financeiro e ainda uma exclusiva para a gestão comercial da própria SBA Associados.

E a consultoria já está analisando as tendências dos próximos anos. “Estamos desenvolvendo três produtos inovadores que irão suprir necessidades de 2016 e 2017. É preciso transformar a crise em oportunidade”, revela o diretor. Nos últimos três anos, a SBA dobrou o número de clientes ativos. Só em 2015 são oito novos projetos, o que significa em relação a 2014 um acréscimo de 25% nesse período.

Atualmente, a SBA Associados possui 43 clientes ativos. Para os bons números, Sidney reforça que é essencial fazer uma análise das tendências e antecipar as ações. “Esse é o segredo. Muitas vezes as empresas preveem, mas não acreditam. Ou seja, não tomam nenhuma medida para se precaver”, explica.

 

O diretor conta ainda que a própria SBA Associados já errou, mas o saldo entre erros e acertos é positivo. Para ele, prova disso é a expressiva carteira de clientes da empresa. “Soubemos trazer os ventos da crise para as velas dos nossos navios”, revela Sidney.

 

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Sidney Bohrer de Aguiar é diretor da SBA Associados

Crédito: Edemir Garcia

 

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