Leo Maier recebe Jorge Roesener na Quinta-feira do Blues

Leo Maier recebe seu primeiro convidado do projeto Leo Maier Convida, na Quinta-feira do Blues. Esta semana, no dia 16, o músico toca em parceria com o baterista Jorge Roesener a partir das 21 horas, no palco do Nibbles Food & Fun.

Jorge Roesener é baterista há mais de dez anos, e desde 2008 toca profissionalmente blues, jazz e música brasileira. Sua primeira banda foi a Smoking Blue e hoje participa das bandas Riverside Blues e The Blues Planes, além de ter tocado com diversos músicos nacionais e internacionais, como Adriano Grinenberg, Cristiano Ferreira, Greg Wilson, Nico Smoljan e Maximiliano Hracek.

O projeto Leo Maier Convida promove duas apresentações mensais, uma com o grupo Leo Maier Trio e outra com convidados especiais para tocar o melhor do blues, proporcionando ao público um belo show acompanhado de um cardápio variado. “Às vezes a galera vai pra comer, bater um papo e não dá muita bola pra banda, mas na maioria dos casos, o pessoal participa, pede música, faz perguntas no intervalo e depois do show sobre Blues, interage e fica ligado na banda. É um ritmo contagiante, afinal!”, conta Léo.

Leo Maier começou a tocar violão com 14 anos, inicialmente com influências de rock clássico e heavy metal. Aos 19, o interesse pela música o fez conhecer artistas como Muddy Waters, John Lee Hooker e Freddie King, se impressionado pelo Blues. Hoje, aos 29 anos, já trabalha profissionalmente com o Blues.

Aberto todos os dias a partir das 18 horas, as atrações do Nibbles começam na quarta-feira, com o BBQ Ribs Festival, festival de costelinha ao molho barbecue com preço diferenciado. A “Quinta-feira do Blues” também é destaque, com os melhores músicos de Blumenau e região.

Os shows também acontecem sexta e sábado, com os mais diversos estilos e ritmos. Nesta semana, Juh Pill e Tati Rachadel se apresentam dia 17 e a banda Karrie King, 18 de abril. O restaurante Nibbles Food & Fun fica na rua Otto Hennings, bairro Itoupava Seca. Reservas e informações podem ser obtidas pelo telefone (47) 3037-4451.

 Léo Maier (Divulgação)

O projeto Leo Maier Convida promete movimentar a Quinta-Feira do Blues do Nibbles. (Foto: Divulgação)

Jorge Roesener (Foto Carlos Araújo)

Jorge Roesener é baterista das bandas Riverside Blues e The Blues Planes. (Foto: Carlos Araújo)

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A importância das ferramentas on-line para enfrentar as dificuldades na administração de pequenas empresas

* Tibério César Valcanaia

No dia a dia da administração de pequenos negócios, os empresários precisam enfrentar uma série de dificuldades. E já passou o tempo em que era possível fazer o gerenciamento com base em informações anotadas nos antigos cadernos ou mesmo nas mais recentes planilhas eletrônicas. Com a necessidade cada vez maior de planejamento e controle, e os desafios constantes, as ferramentas on-line têm se tornado fundamentais para a sustentabilidade e o sucesso dos empreendimentos.

Com a tecnologia Cloud Computing, ou Computação em Nuvem, os pequenos e médios negócios puderam passar a utilizar inovações e sistemas que há poucos anos tinham custos extremamente elevados. Essa tecnologia ajuda a reduzir gastos, proporciona acesso facilitado e ainda permite que as empresas mantenham suas informações fora dos servidores físicos, com mais segurança.

Com sistemas de gestão on-line, desenvolvidos dentro da proposta da Nuvem, é possível emitir, gerenciar e armazenar, por exemplo, os documentos fiscais eletrônicos (e-Docs) da empresa, como a Nota Fiscal eletrônica (para todos os segmentos), o Conhecimento de Transporte eletrônico (muito importante para transportadoras) e a Nota Fiscal do Consumidor eletrônica (para o varejo).

As soluções on-line garantem a integração completa das informações, o que no caso de uma NF-e, por exemplo, pode evitar a emissão errada de uma nota fiscal e, como consequência, a geração de um possível passivo tributário com o Fisco. Com isso, o sistema proporciona agilidade e até evita custos desnecessários provocados por eventuais falhas de digitação e entrada de informações.

As ferramentas de gestão podem ainda contribuir para um gerenciamento financeiro mais completo e eficiente, tão essencial nos dias atuais. Os sistemas possibilitam, por exemplo, que o empresário visualize umyrp-Diretor MTK e Técnico-Tibério Valcanaiam fluxo de caixa previsto para os próximos meses, com os valores planejados de recebimentos e pagamentos. Assim, o gestor pode ter uma noção mais exata do futuro do negócio e controlar melhor a entrada e saída do dinheiro. Hoje, já considera-se como certo que o descontrole do fluxo de caixa é um dos fatores que contribuem para levar uma pequena empresa à falência, por isso a grande importância que um sistema de gestão pode ter.

Existem muitas soluções eficientes no mercado e que podem até ser testadas gratuitamente. E o melhor de tudo é que hoje o custo dessas ferramentas já não é mais um limitador para o pequeno empresário, que também consegue colocar em seu orçamento este serviço, o qual pode contribuir muito para o bom gerenciamento do negócio.

* Tibério César Valcanaia é diretor técnico e de marketing do myrp.

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Decreto traz novo aumento da carga tributária

As alíquotas de 0,65% e 4% incidem respectivamente sobre o PIS e a Cofins

A partir de 1o de julho de 2015, as pessoas jurídicas que apuram o PIS (Programa de Integração Social) e a Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) no regime não cumulativo previsto nas Leis nos 10.637/2002 e 10.833/2003 terão as receitas financeiras sujeitas à incidência das contribuições às alíquotas de 0,65% e 4% respectivamente. O motivo é o Decreto no 8.426, de 1o de abril de 2015, que trouxe o novo aumento da carga tributária.

A advogada especialista em Direito Tributário e Societário, Shirley Henn, Marco_Shirley_BPHG_Advogados_baixado BPHG Advogados, explica que essas receitas, entre as quais se classificam os descontos recebidos, os juros auferidos, os derivativos, entre outros, até então não estavam sendo tributados. “O motivo era o Decreto no 5.442, de 2005, que havia reduzido a zero as alíquotas do PIS e da Cofins”, afirma Shirley.

O novo decreto, de acordo com o advogado especialista em Direito Tributário, Marco Aurélio Poffo, do BPHG Advogados, sujeita, expressamente, à tributação as receitas financeiras decorrentes das operações realizadas para fins de hedge, assim como das “pessoas jurídicas que tenham apenas parte de suas receitas submetidas ao regime de apuração não-cumulativa da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins”.

Para Poffo, é importante destacar que essa tributação se aplica inclusive às pessoas jurídicas que tenham apenas parte de suas receitas submetidas ao regime de apuração não cumulativa da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins. “Já para as pessoas jurídicas que apuram o PIS e a Cofins exclusivamente no regime cumulativo, previsto na Lei no 9.718/1998, as receitas financeiras, quando não relacionadas ao objeto social, continuam não sendo tributadas”, aponta Poffo.

Inconstitucionalidade

Sobre a possível inconstitucionalidade do Decreto no 8.426/2015, Shirley lembra que há no artigo 27, § 2o, da Lei no 10.865/2004, autorização para o Poder Executivo reduzir e restabelecer as alíquotas do PIS e da Cofins sobre as receitas financeiras. Já a fixação de alíquotas, explica a advogada, é matéria reservada à lei e de sorte que não poderia ter sido introduzida por meio de decreto. “Sem dúvida, é um argumento relevante, mas a discussão iria longe, já que as alíquotas previstas nas Leis nos 10.637/2002 e Lei no 10.833/2003 de 1,65% para o PIS e de 7,6% para a Cofins não foram desrespeitadas”, afirma Shirley. A advogada complementa ainda que os valores – 0,65% e 4% – encontrando-se dentro dos percentuais previstos em lei.

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FIESC defende a terceirização no Congresso Nacional

O vice-presidente regional da Fiesc para o Vale do Itajaí, Ronaldo Baumgarten Jr., participou da comitiva que foi a Brasília.  

O presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), Glauco José Côrte, acompanhado de lideranças industriais do Estado, solicitou à bancada federal catarinense que vote pela aprovação do projeto de lei (PL 4.330/2004), que regulamenta a terceirização. A região de Blumenau foi representada também pelo vice-presidente regional da Fiesc para o Vale do Itajaí, Ronaldo Baumgarten Jr. O grupo catarinense fez contato com praticamente todos os parlamentares do Estado em Brasília nesta terça-feira (7). Eles integram a mobilização nacional em defesa da terceirização, movimento coordenado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O projeto estava programado para ser apreciado pelo plenário da Câmara dos Deputados na terça-feira (7). Ainda na noite de ontem, a Casa aprovou tramitação em regime de urgência para o texto, o que permite que ele seja analisado pelo plenário sem precisar passar por comissões. Com isso, a Câmara colocará o projeto em votação nesta quarta-feira (8). A proposta é o primeiro item da pauta.

“Tivemos a oportunidade de esclarecer a posição da indústria e mostrar que o projeto é positivo não só para os empregadores, mas também para os trabalhadores, por formalizar as relações de trabalho”, disse Côrte, depois de realizar reunião com o Fórum Parlamentar Catarinense, no final da manhã, e de visitar gabinetes dos deputados.

A indústria tem destacado que a falta de legislação específica provoca insegurança jurídica para empresas e para um universo de 12 milhões de trabalhadores, que já se encontram nessa situação. Côrte lembra também que o substitutivo ao projeto de lei 4.330/2004, proposto pelo deputado relator Arthur Maia não leva a reduções de valores, salários ou direitos, mas propõe mecanismos como fiança, retenção de valores contratuais e responsabilidade da empresa contratante em relação à garantia dos direitos dos trabalhadores.

A regulamentação da terceirização é um dos pilares para que a economia brasileira seja mais competitiva no mercado mundial e uma medida capaz de estimular a atividade produtiva e o emprego no longo prazo, argumentam a FIESC e a CNI. Mais de metade do setor no Brasil seria prejudicado com uma eventual proibição à terceirização, com perda de competitividade ou até fechamento de uma ou mais linhas de produção.

Na opinião do setor, regulamentar a terceirização, aprovando o PL 4330, ajudará a reduzir conflitos nas relações do trabalho, reduzindo ações na Justiça. Além disso, a terceirização permite às micro e pequenas empresas, especializadas em produtos ou serviços, se inserirem na rede de fornecedores de empresas maiores, ampliando sua chance de crescimento e de geração de novos empregos.

Sondagem realizada pela CNI em 2014 mostra que quase 70% das 2.330 indústrias entrevistadas utilizam ou utilizaram, nos três anos anteriores, serviços contratados de terceiros. Para o levantamento foram entrevistadas empresas de pequeno, médio e grande portes. A sondagem destaca ainda que 62% das entrevistadas pretendem manter o volume de serviços terceirizados e 21,9% desejam aumentar ainda mais a utilização desse recurso.

Histórico

A terceirização começou a crescer no País a partir da década de 1970, disseminando-se com a globalização e o surgimento de grandes redes de produção horizontais, com fornecedores integrados. Ela tornou-se uma estratégia de negócios indispensável, pois permite combinar diferentes técnicas e várias modalidades de produção. Com as redes de produção se chega a um produto ou serviço final mais rapidamente, com maior qualidade e preço mais acessível ao consumidor. Um exemplo clássico de terceirização é a Toyota, uma das maiores empresas automobilísticas do mundo, que possui mais de 20 mil empresas terceirizadas dentro de sua cadeia de fornecimento e prestadoras de serviços.

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Grupo catarinense, liderado pelo presidente da FIESC, Glauco José Côrte, em encontro com parlamentares em Brasília.

Foto: Sérgio Amaral

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