Jelly Roll Boys se apresenta na Quinta-feira do Blues
Especializado em culinária norte-americana, o restaurante Nibbles Food & Fun também celebra a boa música promovendo novos e já consagrados nomes do cenário musical da região e do estado. Esta semana, o destaque é a banda Jelly Roll Boys, que se apresenta dia 9 de abril na Quinta-feira do Blues.
O trio é formado por um brasileiro e dois argentinos: o catarinense Leonardo Dignart, natural de Balneário Camboriú, Adrian Flores e Juan Codazzi, naturais de Buenos Aires. Há alguns anos acompanhando artistas internacionais em tours pela América Latina, os integrantes da banda Jelly Roll Boys trazem na bagagem a vivência e o repertório de grandes nomes do Blues norte-americano.
O nome foi inspirado em um grande trio de blues do Mississipi (EUA) chamado Jelly Roll Kings, formado por Frank Frost, Big Jack Johnson e Sam Carr no final dos anos 50. Veteranos do Blues, juntos os três integrantes somam mais de 50 anos de experiência. Leonardo Dignart é contrabaixista há 15 anos e Juan Codazzi é guitarrista há 10. Já Adrian Flores atua há 33 anos dedicado exclusivamente à música. Ambos já tocaram com grande nomes do blues, como Hubert Sumlin, Dave Myers, Magic Slim, Eddie C. Campbell, James Wheeler, Larry McCray e Phil Guy.
Os pratos BBQ Ribs, o Nibbles Special e o Milkshake de Bacon, entre outras delícias da culinária americana ficam ainda melhores com as atrações musicais no Nibbles Food & Fun, que fica na rua Otto Hennings, bairro Itoupava Seca. Reservas e informações podem ser obtidas pelo telefone (47) 3037-4451.
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Nem rosé, nem tinto
Tendência do mercado agora são os vinhos laranja, releitura dos vinhos produzidos na origem da viticultura. A Decanter é pioneira na importação deste tipo de bebida no Brasil.
Também conhecidos como Orange Wines, os vinhos laranja não são produzidos a partir de laranjas como o nome sugere. A bebida que vem conquistando o mercado é feita baseada em um estilo ancestral de produção, que surgiu há cerca de oito mil anos. Guilherme Corrêa, um dos mais premiados e experientes sommeliers do Brasil, da importadora Decanter, destaca que a coloração alaranjada decorre do processo de amassar as uvas brancas com o mosto, tal como se produzem os vinhos tintos a partir de uvas tintas. “No nariz, estes vinhos possuem uma complexidade ímpar, revelando desde notas florais, de cítricos confitados, de drupas e frutas secas, até notas saborosas de cogumelos, de “sottobosco”, vegetação rasteira que cresce à sombra das árvores, além de fortes acentos minerais. Na boca a sua estrutura é firme, fenólica, tal como um tinto, mas com o frescor e a mineralidade de um grande branco”, explica.
O sommelier conta que a Decanter possui o mais completo portfólio de vinhos laranja, sendo pioneira na importação da bebida no Brasil. “Josko Gravner, renomado enólogo do Friuli na Itália, foi o pioneiro em elaborar este tipo de vinho. Abandonou a vinificação quando era o melhor produtor de vinhos brancos modernos da Itália, em busca de reencontrar a essência da arte da vinificação perdida no tempo. Gravner optou pela produção em jarros trazidos da Geórgia, que amplificam a pureza dos seus vinhos”, comenta. Corrêa ressalta que estes vinhos são raros em qualquer parte do mundo e a Itália lidera a produção mundial do estilo.
O especialista recomenda como fazer uma boa harmonização com a bebida. “Na mesa os vinhos laranja fazem o papel de um grande branco, acompanhando peixes e crustáceos em preparações bem saborosas, mas harmonizam até com carnes intensas como a de cordeiro. A bebida também combina bem com queijos maduros, cogumelos e pratos com nozes”, indica.
O sommelier indica
Dettori Renosu Bianco Romangia (750 ml)
Uma bebida de coloração dourada intensa, com nuances alaranjadas. Olfato que remete a pêssegos, seguido de ervas mediterrâneas. Harmoniza com massa fresca com vieira e açafrão, perdiz cozida com lentilhas ou fettucine. Preço: R$ 115,10
Zidarich Malvasia 2011 (750 ml)
Vinho com coloração dourada-âmbar e leve opacidade. É ideal para completar o cardápio composto de Penne envolvido com lascas de atum, queijos frescos de massa cremosa ou até mesmo com mignon suíno cozido em baixa temperatura, servido com mostarda. Preço: R$ 279,40
Gravner Breg 2006 (750 ml)
Bebida de cor âmbar que apresenta no olfato frutas secas como damasco e avelãs, toques herbáceos como sálvia e tomilho ou cascas de laranja e açafrão. Ideal para ser servido com escalopes de coelho ao tomilho, cordeiro braseado com gengibre ou pombo estufado com curry. Preço: R$ 485,20
Sobre a Decanter
Fundada em Blumenau, em 1997, a Decanter tornou-se uma das maiores e mais destacadas importadoras do Brasil. Seriedade, respeito ao cliente e uma política de preços convidativos têm sidos alguns dos suportes desse crescimento, nos últimos 18 anos.
No entanto, é a esmerada seleção de vinhos que dá corpo à empresa, alavancando seu crescimento que hoje conta com mais de 50 distribuidores por todo o país, além da rede de Enotecas Decanter.
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Indústria automotiva também se beneficia da impressão 3D
Empresas de Blumenau desenvolvem peças inovadoras para o segmento, utilizando prototipagem em 3D. Economia de tempo e de recursos é de aproximadamente 75%.
A impressão 3D está estimulando o processo de inovação na indústria automotiva, imprimindo em algumas horas e com baixo custo protótipos de peças que em outros tempos demorariam semanas para serem confeccionados. Diferente de outras técnicas, como o processo manual, a usinagem CNC ou eletroerosão, geralmente caras e demoradas, a prototipagem 3D pode economizar até 75% do tempo e dos custos envolvidos na fabricação dos produtos. Segundo a fabricante de protótipos Criar 3D, o setor automotivo é um dos que mais investem em inovação e tem se beneficiado com a tecnologia de impressão 3D.
Em Blumenau (SC), a Criar 3D modelou e imprimiu um novo tipo de flange – item utilizado como elemento de ligação entre tubulações de motores automotivos, criado por um empresário local. A peça, que será testada em turbinas da marca HKS, foi idealizada pelo empresário e teve a ajuda da Criar 3D na criação do modelo digital e impressão do protótipo. A peça foi impressa em plástico ABS, mas diversos outros tipos de polímeros podem ser utilizados, como poliláticos (PLA), nylon, plástico flexível (EVA e PVC) e até mesmo composto com partículas de madeira.
O principal benefício da peça impressa em plástico ABS é o baixo custo, comparado a outros materiais como ferro fundido, aço carbono ou inox. A partir da peça impressa, serão feitos testes, validação e readequações de forma mais econômica, para só então produzir a peça definitiva, que representará um custo bem maior.
Nos últimos anos, a Ford também aderiu às novas tecnologias e já produziu mais de 500 mil peças utilizando a impressão 3D. Segundo a marca, se um engenheiro criasse um modelo de coletor de admissão – a parte mais complicada de um motor, usando os métodos tradicionais, teria de esperar por aproximadamente quatro meses pela produção de um protótipo, ao custo de 500 mil dólares. Com a impressão 3D, a mesma peça é feita em alguns dias, com o custo médio de três mil dólares.
Outro exemplo é do apresentador americano Jay Leno, que possui mais de cem carros antigos em sua garagem. Ele viu na impressão 3D uma saída de um problema comum entre os colecionadores: peças antigas são raras e muitas delas inexistentes. Para um dos carros que não funcionava mais, um Stanley Steamer 1909 movido a vapor, ele encomendou peças para uma equipe de prototipagem. Hoje seu carro anda como novo.
A indústria de autopeças fabrica uma grande diversidade de produtos utilizados em automóveis, caminhões e ônibus, além da indústria de tratores, máquinas agrícolas e motocicletas. Segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores – Sindipeças, 59% dos custos do setor é com matéria prima, 22% com mão de obra e 10% com energia elétrica. Outro custo relevante – 9% – é com investimentos em moldes quando uma nova peça é desenvolvida. Cada componente pode ter um período de desenvolvimento entre seis meses a três anos, dependendo da complexidade.
No Brasil, a projeção do Sindipeças para o faturamento da indústria de autopeças em 2015 é de 67,9 bilhões de reais – entre montadoras, mercado de reposição, exportação e vendas intersetoriais, e mais de 830 milhões de dólares em investimentos. Este é o setor base para a inovação, pois fornecem peças para todas as montadoras brasileiras e o mercado de reposição, suprindo a demanda de mais de 40 milhões de veículos.
Impressão 3D na indústria automotiva
Segundo o engenheiro eletrônico Marco Aurélio de Oliveira, sócio da Criar 3D, a tecnologia permite a rápida fabricação de modelos físicos usando dados tridimensionais de um software de design. A tecnologia já é usada em diversos setores, permitindo que as empresas transformem ideias inovadoras em produtos finais. “A impressão 3D é uma tecnologia de manufatura aditiva, após a criação do design em software específico, a máquina lê os dados do desenho em 3D, combina suas seções transversais e deposita sucessivas camadas do material líquido, criando o modelo físico em apenas algumas horas”, explica Marco Aurélio.
O benefício da impressão 3D na indústria automotiva está justamente na aceleração da inovação. No processo de desenvolvimento de um novo produto, o investimento do projeto se destaca pela utilização de muitas horas de mão de obra especializada, encontrando problemas, dificuldades ou oportunidades de melhorias. A utilização de protótipos facilita esta etapa, pois garante os requisitos técnicos de um produto, economizando tempo e custos.
As impressoras 3D são capazes de fabricar objetos com alta precisão e integridade estrutural, o que permite a avaliar a aparência de um produto e testá-lo. Se determinada peça não atender a expectativa de seu projetista, rapidamente o projeto pode ser alterado e uma nova peça ser impressa.
Impressão em 3D
Os primeiros registros de um modelo sólido impresso em três dimensões foram em 1981 no Japão, pelo pesquisador Hideo Kodama, do Instituto de Pesquisas de Nagoya, e nos Estados Unidos, em 1984 por Chuck Hull, fundador da 3D Systems. Mas foi o método desenvolvido por Scott Crump, na Universidade do Texas, que popularizou e modernizou o processo de prototipagem.
Apesar de existir há mais de 30 anos, a tecnologia popularizou-se apenas em 2009, ano em que as patentes registradas por Crump expiraram. O surgimento de startups e o incentivo financeiro das empresas também ajudou o mercado de impressoras 3D se expandir em todo o mundo. De maneira colaborativa ou não, dezenas de modelos e prototipagem foram desenvolvidas. Apesar do valor de investimento ainda ser alto no Brasil, a aquisição do equipamento tornou-se possível em escolas, hospitais, pequenas e médias empresas.
As impressoras 3D montam os objetos em camadas, a partir de pedaços dos mais variados materiais. Diferentemente das impressoras convencionais que criam imagens através da tinta, as 3D fabricam o objeto com altura, largura e espessura. O primeiro passo é a criação da peça através de softwares de modelagem tridimensional, depois disso, é enviada para a impressora que aquece a matéria prima e começa a criar o objeto.
O tempo de impressão varia de acordo com a peça projetada – tamanho e detalhes, podendo acabar em minutos ou horas. Após a conclusão, o objeto está pronto para ser usado: seja um simples brinquedo, próteses e instrumentos médicos ou até mesmo peças de uma grande e engenhosa estrutura automotiva.
A Criar 3D
A Criar 3D Prototipagem foi fundada pelos sócios Marco Aurélio Vilela de Oliveira e Milton Borensztejn, engenheiros eletricista e mecânico. A empresa se propõe a suprir as necessidades das indústrias, instituições de ensino, consultórios médicos e odontológicos com o objetivo de difundir a tecnologia no mercado e apoiar o desenvolvimento de novos métodos e processos. A empresa oferece os serviços de modelagem digital, venda de impressoras 3D, treinamento e suporte, além da manutenção dos equipamentos e venda de insumos.
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Rock acústico no feriadão do Nibbles
O restaurante Nibbles Food & Fun, além de servir o melhor da culinária norte-americana, também proporciona um cardápio musical diversificado. Nesta sexta-feira, feriadão de Páscoa, o Nibbles recebe o músico J.B. para tocar o melhor do rock em versões acústicas.
Juliano Baltazar – o J.B., é um velho conhecido do público do Nibbles. Vocalista da banda Dr. Brown, J.B. mantém o projeto solo para apresentar os clássicos do rock em versões acústicas de Beatles, Creedence, Elvis Presley, entre outros. O músico se apresenta na sexta-feira (3) a partir da 22 horas.
Entre as atrações da semana estão o grupo De A a C, na tradicional Quinta-feira do Blues às 21 horas, e a Live Trio, com o melhor do pop nacional e internacional no sábado, às 22 horas. No feriadão de Páscoa, o restaurante abre normalmente de quinta a domingo, a partir das 18 horas.
Os pratos BBQ Ribs, o Nibbles Special e o Milkshake de Bacon, entre outras delícias da culinária americana ficam ainda melhores com as atrações musicais no Nibbles Food & Fun, que fica na Rua Otto Hennings, bairro Itoupava Seca. Reservas e informações podem ser obtidas pelo telefone (47) 3037-4451.
J.B. toca no Nibbles na sexta-feira a partir das 21 horas (Foto: Divulgação)
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BluSol apresenta dados sobre microcrédito e ações para 2015
Só no ano passado, entidade liberou R$ 35,5 milhões em 9680 operações.
Na manhã dessa terça-feira, 31, a BluSol, instituição de microcrédito com sede em Blumenau, realizou um café da manhã para a apresentação da prestação de contas, as ações para o próximo ano e, pela primeira vez, do balanço social e ambiental (BSA). Participaram do evento o prefeito Napoleão Bernardes, secretários municipais e representantes do poder legislativo, além do conselho de administração, composto por oito entidades. O encontro teve início às 8h30, na sede da Associação das Microempresas, Empresas de Pequeno Porte e Empreendedores Individuais de Blumenau (Ampe).
Há 17 anos fomentando os micro e pequenos empreendedores formais e informais, profissionais liberais e autônomos, a BluSol liberou, em 2014, R$ 35,5 milhões em 9.680 operações. “O objetivo é a geração de trabalho e renda, sendo uma ferramenta de inclusão social e promovendo o desenvolvimento socioeconômico local e regional”, destacou o presidente da BluSol, Ido Steiner. Atualmente a BluSol atende 69 municípios catarinenses.
O presidente da instituição destacou ainda que em 2014, a BluSol teve 11.372 clientes ativos com uma taxa de inadimplência de 1,87%, que segundo Ido é muito abaixo de outros segmentos que emprestam dinheiro.
O prefeito Napoleão Bernardes ressaltou a importância do microcrédito e os resultados alcançados. “Há muitas teorias sobre empreendedorismo, mas empreendedor mesmo é aquele que faz acontecer na prática”, lembrou. Napoleão ainda parabenizou todo o trabalho da instituição por oportunizar tantas pessoas.
Para falar sobre a importância do Balanço Social e Ambiental, o professor e economista Nazareno Schmoeller fez uma breve apresentação, incluindo as ações da BluSol. “É um instrumento estratégico para avaliar e multiplicar o exercício da responsabilidade social corporativa, sendo que sua função principal é tornar pública a responsabilidade social, construindo maiores vínculos entre a empresa, a sociedade e o meio ambiente”, explicou Nazareno.
Também estiveram no evento três clientes da BluSol que participaram do vídeo institucional desse ano. Maria Elizia de Goos, de Blumenau, Belmiro Pereira, de Rio do Oeste, e Roseli Pscheidt, de Barra Velha receberam uma lembrança pela colaboração. O vídeo pode ser assistido em https://www.youtube.com/watch?v=nQZrn8h32Fg
Perfil do cliente
O presidente Ido Steiner falou do perfil dos empréstimos e dos clientes. Em 2014, 68,17% do capital emprestado foi para a área de serviços, 26,31% para o comércio e 5,52% para a indústria. A maior parte dos recursos foi para empreendedores informais, totalizando 74,66%. Um dado que chamou muito a atenção foi da participação das mulheres nos negócios. Em 2005 elas eram responsáveis por 47,01% dos empréstimos, já em 2014 esse número subiu para 57,80%.
BluSol
A Instituição Comunitária de Crédito Blumenau Solidariedade (BluSol), com sede em Blumenau, oferece crédito ao empreendedor de micro e pequenos negócios, seja ele formal ou informal. O objetivo é gerar emprego e renda por meio do fomento aos empreendedores. A BluSol tem filiais em 12 cidades catarinenses, que contemplam o atendimento em 69 municípios.
Como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), concede crédito para compra de matéria-prima e mercadorias, para a compra ou reforma de máquinas e equipamentos e reformas e ampliação dos espaços destinados aos negócios.
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