Curso on-line forma brigadistas para o combate a incêndios

Treinamento de formação e reciclagem é exigência da NR-23 e agora pode ser realizado pela internet.

O trabalho das brigadas de incêndio é vital nos primeiros instantes de combate e extinção do fogo. Por isso, o curso de formação e reciclagem de brigadistas é uma exigência da Norma Regulamentadora 23, que diz respeito à proteção contra incêndios. Todas as empresas e até mesmo escolas devem ter um profissional treinado, fato descumprido em grande parte das organizações atualmente.

A principal dificuldade apontada pelas empresas para cumprir a norma é a necessidade de liberar por quase uma semana um profissional para o treinamento. Porém, uma empresa de Blumenau (SC) é pioneira no oferecimento do curso on-line de formação e reciclagem de brigadistas. A Evolke Treinamentos é a primeira do Brasil autorizada pelo Corpo de Bombeiros para ministrar o treinamento teórico de brigadistas de forma digital, integrada às modalidades presencial ou combinada.

O curso tem como objetivo formar pessoas para que estejam aptas a realizar ações preventivas e emergenciais nas empresas em que atuam. Os participantes recebem instruções sobre combate ao fogo, prevenção de incêndios, abandono de área e primeiros socorros.

Hugo Vogel, diretor comercial da Evolke, explica que todos os cursos têm a proposta de mostrar que aprender pode ser divertido e as aulas são focadas no aluno, de modo interessante e didático. Além disso, respeitam o ritmo de aprendizado individual. “Utilizamos recursos 3D, animações, vídeos, infográficos, personagens e jogos com o objetivo de gerar engajamento e garantir melhor aprendizagem para os participantes”, ressalta.

Além de treinamentos padronizados, como o de brigadista, a empresa elabora cursos de acordo com as necessidades do cliente, auxilia na implantação dos sistemas de gestão de conhecimento e ainda desenvolve vídeos e imagens em 2D e 3D para ser usado nos manuais interativos que a empresa entrega ou para serem utilizados como materiais de marketing. “A Evolke acredita que o desenvolvimento intelectual é determinado pela relação do usuário com a informação que está sendo transmitida, por isso, acreditamos que a interatividade é um ponto forte para melhor fixação de conteúdo”, explica o diretor.

EAD no Brasil

Os treinamentos a distância ganham mais adeptos a cada ano. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), cerca de 727 mil brasileiros cursam a graduação à distância. Já os cursos de educação corporativa, projetos paralelos de educação e cursos de idiomas, contam com mais de 400 mil estudantes. “Este é um sinal muito positivo e reforça que os cursos a distância são uma forte tendência no Brasil, mas friso que para se adquirir a competência desejada, o treinamento prático e contínuo sempre será fundamental”, afirma Vogel.

Saiba mais sobre a Evolke acessando www.evolke.com.br

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O futuro do livro infantil e juvenil

Tecnologias digitais não afetam o sucesso editorial impresso voltado para as crianças e jovens.

Os últimos anos se mostraram tecnológicos no Brasil e na maioria dos países do planeta. Aplicativos, redes sociais, smarthphones, tablets e tantas outras plataformas digitais avançadas e acessíveis surgiram para conquistar gerações. Mas uma dessas tecnologias parece ainda não ter sido aceita por todos. É o caso do eBook. Entre o público infantojuvenil, os livros físicos e diferenciados predominam na preferência.

De acordo com uma pesquisa realizada pela editora de livros digitais Simplíssimo Livros, em 2012 havia mais de 16 mil títulos de eBooks em português, com títulos únicos, sem repetições. Aproximadamente 80% deste número era comercializado por duas grandes livrarias do país. O que mostra que os eBooks ainda são novidades. Outra pesquisa, feita em 2012 pela Associação Nacional de Livrarias (ANL), em parceria com a GFK Brasil, apontou que apenas 27% das livrarias do Brasil comercializavam conteúdo digital, como eBooks, audioBooks, músicas e filmes para baixar.

A mesma análise da ANL revelou que 55% das livrarias brasileiras dedicavam na época mais de 50% da área de vendas para livros impressos. Outra pesquisa, também realizada pela ANL em 2012, evidenciou que a venda de livros impressos representava 56,25% do faturamento das livrarias. No caso de livros para crianças e adolescentes, os dados se repetem. Segundo a ANL, em 2011 os livros para este público representaram o segundo lugar em faturamento, perdendo somente para livros de literatura estrangeira. Além disso, os livros infantojuvenis foram os que mais cresceram em vendas em 2011.

Segundo a pedagoga Adriana P. Battisti, os livros para o público infantil e juvenil estão cada vez mais em evidência pela diferenciação no mercado. “As crianças e os adolescentes gostam do que chama a atenção, do que é colorido e possui recursos diferentes. Esses elementos são fundamentais para atrair o interesse pela leitura durante essas fases da vida”, explica. Por isso, o mercado de eBook ainda não compete com os livros impressos infantojuvenis.

Livros impressos

Um exemplo de que o impresso ainda não perdeu espaço para o digital está na Editora Vale das Letras, que desde 2002 atua com o segmento de livros infantis e juvenis e vem crescendo a cada no mercado tradicional. De acordo com o diretor, Eduardo Silva, os eBooks não influenciaram no trabalho da editora. “A venda e a produção dos nossos livros continuam em expansão. A cada mês lançamos novos títulos e todos os anos trazemos ao Brasil diversas licenças internacionais, com livros que possuem personagens já consagrados entre o nosso público”, destaca.

Eduardo Silva ressalta que todos os meios de comercialização da editora permanecem com resultados expressivos, seja através de livrarias e papelarias, e-commerce, revendedores ou porta a porta. Para o diretor da editora, o eBook chegou como uma novidade tecnológica, ganhou um público fiel, está conquistando outros adeptos, mas não deve prejudicar o mercado tradicional impresso. “Sempre haverá o leitor que prioriza o papel e o contato com o livro. No caso de crianças e adolescentes, esse contato é um dos fatores fundamentais para o interesse pela leitura, muitas vezes muito mais do que as próprias palavras. Interação que o eBook não permite que aconteça.”

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Incubadoras ampliam desenvolvimento de empresas

Blumenau conta com entidade que oferece este tipo de serviço, localizada no bairro Progresso.

A principal dificuldade encontrada ao investir em uma empresa são os gastos iniciais e a necessidade de estrutura física. Em muitos casos, a incubadora de empresas surge como opção para auxiliar o desenvolvimento dos negócios em estágio inicial.
Uma das entidades que oferece este benefício em Blumenau é o Instituto Gene, localizado no bairro Progresso. A incubadora foi fundada em novembro de 2002 após a ação de um grupo de professores da Universidade Regional de Blumenau (Furb), que iniciou o projeto em 1996. Na época, foi criado um projeto de extensão do Departamento Sistemas e Computação da Furb, apoiado pelo CNPq. O projeto contou com o apoio da Sociedade Softex, por meio do pioneiro Projeto Genesis (Geração de Novas Empresas em Software, Informação e Serviços).

O principal foco do Instituto é a inovação e o empreendedorismo. Os projetos captados são multissetoriais e, de acordo com o diretor do Instituto Gene, Charles Schwanke, uma incubadora traz muitos benefícios. “Para uma cidade ou região, os benefícios decorrentes da instalação de uma incubadora são muitos. Ocorre a mobilização e a coordenação de recursos locais já disponíveis e o surgimento de novos negócios. Em longo prazo, caso sejam bem-sucedidas, acabam por gerar empregos diretos e indiretos”, afirma. O Instituto Gene já graduou 43 empresas e atualmente apoia com 14 incubadas.

A entidade oferece assessoria para o planejamento estratégico, assessoria jurídica e de imprensa e consultoria especializada. São realizadas reuniões individuais com cada empreendedor, para monitorar e avaliar o andamento da empresa. Além disso, os incubados recebem diversos treinamentos no período de incubação e precisam elaborar um plano de negócios, para posteriormente apresentá-lo a uma banca. Os empreendedores também poderão usufruir de toda a estrutura oferecida pelo Gene, como salas mobiliadas, sala de reunião, auditório, ramais telefônicos, internet e rede de network. Para ingressar na incubadora, os interessados devem se inscrever nos editais de seleção e passar por uma banca avaliadora, que analisa questões como grau de inovação do projeto, viabilidade mercadológica e econômico-financeira, comprometimento, disponibilidade e capacidade gerencial e técnica da equipe, impactos sociais e econômicos para a economia local ou regional e sustentabilidade e impactos ambientais.

Cases de sucesso

O Instituto Gene acumula em seu currículo cases de sucesso. A LZT Sistemas foi comprada em novembro do ano passado pela paulistana Linx, líder em tecnologia de gestão para o varejo. Com mais de 11 anos de experiência, a LZT Sistemas tornou-se referência em desenvolvimento de software e consultoria na área de automação comercial e gestão empresarial para postos de combustíveis. Em menos de um mês, a G2KA também foi vendida. A empresa iniciou no instituto em 2008, ganhou destaque no mercado e foi comprada pela Neogrid, uma das maiores fornecedoras de soluções fiscais do Brasil.

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Vidro influencia na qualidade de vida de morador

É preciso conhecer as características e benefícios de cada tipo para acertar na escolha.

Em um primeiro momento, a escolha do vidro pode parecer bobagem e até passar despercebida. Mas cada variedade disponível no mercado atende a um requisito e é necessário estar atento para fazer a escolha certa. A tecnologia é um dos itens principais no momento da escolha do vidro, seja para janelas, portas ou fachadas da casa.
Os vidros do tipo cristal incolor são os mais comuns na construção civil, por conta do baixo custo. Este tipo de vidro é transparente e quebradiço, deixando pedaços cortantes e pontiagudos. Portanto, não é indicado para quem tem crianças ou procura segurança. Já os vidros temperados são conhecidos por sua alta resistência e podem ser usados para portas de vidro e boxes de banheiro.
Os laminados têm ganhado espaço no mercado, principalmente por sua alta tecnologia e maior segurança oferecida. É formado por duas ou mais chapas de vidro unidas por uma resina, o que faz com que o vidro não se solte em caso de quebras, como o para-brisas de um carro. Outro benefício oferecido por este tipo de vidro é a filtragem dos raios ultravioleta, permitindo um melhor controle da luminosidade e garantindo mais durabilidade aos móveis.

Conforto
Na Bellevue, empresa que produz portas e janelas de PVC, os vidros mais utilizados são os duplos e laminados, graças ao conforto térmico e acústico que proporcionam em conjunto com as esquadrias de alta tecnologia da empresa. “Com estes tipos de vidros, os níveis de atenuação acústica proporcionada pelas nossas portas e janelas são de 30db a 45db, o que faz com que um apartamento ou escritório em uma avenida movimentada conquiste a tranquilidade sonora próxima a encontrada em um sítio”, destaca Luiz Felipe Rebellato, diretor da Bellevue.
Ele destaca que também tem crescido, principalmente, nas grandes cidades a busca por vidros laminados, o que aumenta a segurança das esquadrias em PVC. No caso das portas e janelas da Bellevue, as esquadrias possuem reforços internos em aço galvanizado, borrachas de vedação e sistema de ferragens diferenciado, com diversos pontos de travamento. “Esses materiais contribuem com sua resistência, minimizando efeitos do tempo e garantindo estanqueidade, por exemplo.”, explica.

A Bellevue
Fundada em 1995, a empresa é pioneira na fabricação de esquadrias em PVC no Brasil. Atua em todo o processo de produção, desde a equipe de projeto, fabricação e instalação de portas e janelas, o que permite desenvolver produtos sob medida para a necessidade de cada cliente. Outro diferencial da Bellevue é a matéria-prima utilizada, que vem da parceria com a alemã Veka, a maior fabricante de perfis de PVC do mundo.

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Mudanças no cenário econômico da Classe C

Empresas devem se adaptar para continuar atraindo este público caso as perspectivas se confirmem.

O panorama da economia do país está mudando e a Classe C, que vinha em constante ascensão, pode sofrer queda no padrão de vida se as previsões para o segundo semestre, após Copa do Mundo e eleição, e o próximo ano, com aumento da inflação, ocorram. É hora de pensar em novos planos para e garantir que estes consumidores permaneçam sendo importantes para o sucesso dos mercados brasileiros.

De acordo com a pesquisa “Faces da Classe Média”, realizada recentemente pela Serasa Experian e pelo Instituto Data Popular, a Classe C é composta, atualmente, por 108 milhões de pessoas. Comparando com uma nação, este público equivale a 12ª nação mais populosa do planeta, à frente da Alemanha e França. Em 2013, a população da Classe Média movimentou R$ 1,17 trilhão em compras e 58% do crédito no Brasil, o que representaria a 18ª nação em consumo. Segundo os dados da análise, a maior parte desta faixa econômica está no Sudeste (43%), Nordeste (26%), Sul (15%) e Centro-Oeste e Norte (8%).

A pesquisa aponta ainda que a Classe C pretende consumir ao longo de 2014 8,5 milhões de viagens nacionais, 7,8 milhões de notebooks, 6,7 milhões de aparelhos de TV, 4,8 milhões de geladeiras, 4,5 milhões de tablets, 3,2 milhões de viagens internacionais, 3 milhões de carros e 2,5 milhões de imóveis, além de vários outros itens.

O publicitário e sócio da Free Multiagência Romeu Reichert destaca que, apesar de ocorrer o aumento no poder de compra com as futuras mudanças econômicas no país, estes consumidores tendem a continuar com as pesquisas por melhores preços, pensando no custo benefício, porém também vão optar por produtos e serviços que tenham valores agregados – os chamados produtos premium. “A Classe C se permite ter algo diferenciado, tenta ser fiel a algumas marcas, entretanto, se um concorrente a encanta, não deixa de consumir a determinada marca. É um público que está apto a experimentar”, ressalta.

Para o publicitário, neste cenário se sobressaem as mulheres, que foram para o mercado de trabalho em busca da independência e passaram a consumir mais e melhor, e os jovens, já que estão com níveis de escolaridades melhores, presentes no mercado de trabalho e passaram a colaborar com a renda de casa. Estão consumindo mais e querendo o novo, a tecnologia e as roupas “de marca”. Desejam ganhar destaque na sociedade.

Adaptações

Com as possíveis mudanças econômicas, Romeu Reichert explica que as estratégias para atrair este público deverão estar cada vez mais focadas, de maneira constante, em relacionamento e experimentação. “As marcas deverão criar um clima, um cenário que permita experiências com os clientes. Não poderá haver qualquer tipo de enganação com a Classe C, pois com o amplo acesso às informações disponíveis em todos os ambientes, seja de maneira online ou offline, se torna difícil de convencer esta parcela da população com argumentos vazios. A possibilidade de comparação dos produtos e serviços está cada vez mais acessível, e isso não terá retrocesso, pelo contrário.”

Segundo o publicitário, a comunicação – ferramenta fundamental no mundo dos negócios – terá que ser mais verdadeira e mais apaixonante. As empresas precisarão cativar ainda mais os consumidores para buscar garantir um relacionamento sério e fiel. “São chaves essenciais para não deixar que a economia mude em relação a um público tão importante. É importante que as empresas, dos mais variados ramos, se preocupem com esta futura mudança”, finaliza.

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