Sua empresa pode ter autoridade no mercado. Mas a inteligência artificial consegue enxergá-la?

Durante muito tempo, quando falávamos em presença digital, uma das principais preocupações das empresas era bastante objetiva: aparecer bem posicionada no Google. Essa preocupação continua válida, mas agora há uma nova pergunta que merece entrar na estratégia de comunicação: quando alguém pergunta a uma inteligência artificial sobre o seu mercado, o que ela encontra sobre a sua empresa?

As pessoas já recorrem ao ChatGPT, Gemini e outras ferramentas para pesquisar empresas, comparar soluções, entender assuntos e até pedir recomendações. Isso não significa que a busca tradicional deixou de importar, mas mostra que estamos acrescentando uma nova camada à forma como marcas e profissionais são encontrados.

Em determinadas situações, a disputa já não acontece apenas por uma posição em uma página de resultados. Existe também a possibilidade de uma empresa, um profissional, uma informação ou uma fonte fazer parte da própria resposta apresentada pela inteligência artificial.

É nesse contexto que termos como GEO — Generative Engine Optimization — e AEO — Answer Engine Optimization — começam a dividir espaço com o já conhecido SEO. Mas, quanto mais estudo esse assunto, mais me parece importante fazer uma ressalva: reduzir essa discussão a técnicas para “aparecer no ChatGPT” seria simplificar demais o que está acontecendo.

Antes de citar uma empresa, a IA precisa conseguir entendê-la

Imagine uma empresa com 20 anos de mercado, bons clientes, profissionais experientes e uma excelente reputação no seu segmento. Agora imagine que boa parte dessa história esteja apenas na memória das pessoas que conhecem a empresa: os cases não foram documentados, os diferenciais aparecem de maneiras diferentes em cada canal, os especialistas raramente são fontes em matérias, há pouco conteúdo aprofundado e os resultados conquistados ao longo dos anos nunca foram transformados em evidências públicas.

Essa empresa pode ter muita autoridade no mundo real e, ainda assim, oferecer poucos elementos para que a internet consiga compreendê-la em toda a sua dimensão.

Para uma marca aumentar suas chances de aparecer em respostas de inteligência artificial, portanto, não basta simplesmente publicar muito. É preciso construir um conjunto de sinais que ajude diferentes sistemas a compreender quem é aquela empresa, o que ela faz, em quais assuntos possui conhecimento, com quais temas deve ser associada e, principalmente, que evidências sustentam essa autoridade.

É justamente nesse ponto que a discussão sobre inteligência artificial começa a se aproximar muito de um trabalho que nós, profissionais de comunicação, já conhecemos há bastante tempo.

Ter conteúdo não é o mesmo que ter algo a dizer

A inteligência artificial tornou muito mais fácil produzir conteúdo. Em poucos minutos, qualquer empresa consegue criar textos sobre “cinco dicas para…”, “três tendências de…” ou “o que você precisa saber sobre…”. Esse tipo de material pode ser útil e cumprir determinadas funções na estratégia, mas também é facilmente reproduzido por dezenas ou centenas de outras marcas.

A lógica muda quando uma empresa publica conhecimento que nasce da própria experiência. Dados, pesquisas, metodologias, cases, análises, comparações, aprendizados acumulados e opiniões fundamentadas têm uma característica importante: acrescentam ao ambiente digital informações que não estavam disponíveis daquela mesma maneira antes.

Por isso, existe uma diferença importante entre explicar um assunto e construir autoridade sobre ele. Conteúdo genérico pode explicar aquilo que muitas pessoas já sabem; conteúdo autoral acrescenta algo que aquela empresa, a partir de sua experiência e conhecimento, tem condições de dizer.

E essa diferença ganha ainda mais importância quando pensamos em um ambiente no qual as informações publicadas não serão consumidas apenas por pessoas, mas também poderão ser encontradas, interpretadas, relacionadas e utilizadas por sistemas de inteligência artificial.

E onde entra a assessoria de imprensa?

Essa talvez seja a parte que mais me interessa nessa discussão, porque acrescenta uma nova perspectiva a um trabalho que existe há décadas.

Quando uma empresa fala sobre si mesma em seu site, blog ou redes sociais, ela está construindo seus canais próprios. Isso é fundamental, mas existe uma diferença entre a própria marca afirmar que possui determinada especialidade e outras fontes reconhecê-la como referência naquele assunto.

É aí que entra o conceito de earned media: a visibilidade conquistada por relevância e credibilidade, e não pela compra de espaço editorial.

Um estudo publicado pela Muck Rack em 2026 analisou mais de 25 milhões de links citados em respostas do ChatGPT, Claude e Gemini, em 17 setores. Entre as citações analisadas, 84% vieram do universo classificado pelo estudo como earned media. As fontes jornalísticas, especificamente, responderam por 27% das citações analisadas, enquanto conteúdo pago ou publieditorial representou apenas 0,3%.

É importante interpretar esses números com cuidado. Eles não significam que conseguir uma matéria fará o ChatGPT recomendar uma empresa, assim como não permitem afirmar que assessoria de imprensa seja uma fórmula para entrar nas respostas das IAs. O que o estudo ajuda a demonstrar é que fontes externas e confiáveis fazem parte do ambiente informacional utilizado por esses sistemas.

Isso acrescenta uma nova camada de valor à assessoria de imprensa. Uma matéria, entrevista ou participação como fonte continua cumprindo suas funções tradicionais de informar, gerar visibilidade e contribuir para a reputação, mas também deixa um registro público que relaciona nomes, empresas, especialistas, conhecimentos e assuntos.

Quando essa construção acontece de forma consistente ao longo do tempo, a internet passa a reunir mais evidências sobre quem aquela empresa é e sobre os temas aos quais ela está associada.

Fizemos esse exercício com a própria Presse

Antes de levar essa discussão para outras empresas, achei importante olhar para a nossa própria presença digital e entender o que a internet já consegue perceber sobre a Presse.

O diagnóstico mostrou uma situação interessante. Nossa história, nossas sócias, nossos serviços e nossa trajetória em assessoria de imprensa e comunicação empresarial estão bem documentados. Em alguns territórios, especialmente quando relacionamos assessoria de imprensa a Tubarão, ao Sul de Santa Catarina ou à atuação com entidades empresariais, encontramos sinais bastante consistentes.

Em outros, porém, percebemos que temos mais experiência no mundo real do que evidências organizadas no ambiente digital.

Temos, por exemplo, uma trajetória importante atendendo empresas B2B e indústrias, mas ainda podemos documentar melhor essa experiência por meio de cases, resultados, análises e conteúdos específicos. Da mesma forma, estamos começando a construir uma associação que nos interessa muito para os próximos anos: a relação entre assessoria de imprensa, reputação e presença das marcas nas respostas das inteligências artificiais.

Esse exercício nos levou a uma conclusão que acredito valer para muitas empresas: nem sempre falta autoridade; às vezes, o que falta é transformar a autoridade que já existe em evidências que a internet consiga encontrar, compreender, relacionar e validar.

E essa construção não acontece com um post isolado, uma matéria ou uma nova página no site. Ela depende da coerência entre aquilo que a empresa diz sobre si mesma, o conhecimento que compartilha, os resultados que consegue demonstrar e aquilo que outras fontes também dizem sobre ela.

Sua marca está preparada para ser uma resposta?

É justamente essa discussão que vou levar nesta quinta-feira, 8 de outubro, às 16h30, para o encontro do Núcleo de Estratégias Digitais da ACIT, em Tubarão.

Vamos conversar sobre SEO, GEO e AEO, mas quero ir além das siglas para discutir conteúdo, autoridade digital, reputação, fontes externas e o novo papel que a assessoria de imprensa pode assumir nesse cenário.

A proposta não é apresentar fórmulas para “fazer o ChatGPT falar da sua empresa”, até porque elas não existem. Quero discutir algo mais consistente: o que marcas, empresas e profissionais podem começar a construir hoje para aumentar suas chances de serem encontrados, compreendidos e considerados pelas inteligências artificiais.

Afinal, a próxima disputa por visibilidade pode não acontecer apenas entre os primeiros resultados de uma busca. Ela também pode acontecer entre as marcas, profissionais e fontes que têm autoridade suficiente para fazer parte das respostas.

08 de outubro | 16h30
ACIT — Tubarão
Participação gratuita
Encontro do Núcleo de Estratégias Digitais da ACIT

Você atrai aquilo que comunica

É comum ouvir profissionais e empresários dizerem que gostariam de atrair clientes que valorizassem mais o seu trabalho.

Que não escolhessem apenas pelo preço.
Que entendessem a diferença entre contratar um profissional experiente e simplesmente contratar o mais barato.
Que percebessem tudo o que existe por trás de uma entrega bem-feita.

Mas existe uma pergunta que precisa vir antes:

O que a sua comunicação tem ensinado as pessoas a valorizarem em você?

Porque um cliente não chega ao primeiro contato sem nenhuma referência.

Antes de mandar uma mensagem, pedir um orçamento ou marcar uma consulta, ele provavelmente já viu alguma coisa. Pesquisou seu nome no Google. Entrou no seu Instagram. Visitou seu site. Leu uma matéria. Assistiu a um vídeo. Recebeu uma indicação e foi conferir quem você era.

E, nesse percurso, começou a formar uma percepção.

A comunicação participa da construção dos critérios pelos quais você será avaliado.

Se a maior parte do que você comunica gira em torno de preço, promoção e condição comercial, não deveria surpreender que o preço tenha um peso enorme na decisão.

Mas, se você mostra conhecimento, explica critérios, apresenta casos, compartilha bastidores, demonstra experiência, sustenta opiniões e deixa evidente a forma como trabalha, começa a oferecer ao público outros elementos para avaliar seu trabalho.

Você deixa de disputar atenção apenas pelo que vende e começa a construir valor pela forma como pensa e entrega.

É por isso que posicionamento não se constrói com uma publicação que teve muitas visualizações.

Nem com uma frase bonita na bio.

Muito menos com uma campanha pontual.

Posicionamento exige repetição.

Você precisa decidir quais ideias quer que sejam associadas ao seu nome e sustentá-las ao longo do tempo, em diferentes formatos e pontos de contato.

Se quer ser reconhecido pela excelência, precisa produzir evidências de excelência.

Se quer ser percebido como especialista, precisa tornar seu conhecimento visível.

Se quer atrair um público mais exigente, sua comunicação também precisa ser mais criteriosa.

Se quer que as pessoas entendam seus diferenciais, precisa parar de pressupor que elas já os conhecem.

O mercado não adivinha o seu valor. Ele interpreta os sinais que você oferece.

Mas há um ponto que considero ainda mais importante.

A comunicação pode construir uma expectativa, mas a experiência precisa confirmá-la.

Não adianta comunicar excelência e entregar descuido. Defender atendimento personalizado e tratar todo mundo da mesma maneira. Falar em qualidade e não demonstrá-la na prática.

Quando comunicação e experiência caminham na mesma direção, uma fortalece a outra. É aí que imagem, reputação e posicionamento começam a ganhar consistência.

Por isso, quando alguém diz que está atraindo o “cliente errado”, talvez valha fazer uma análise mais profunda antes de responsabilizar o mercado.

Que sinais a minha comunicação vem emitindo?

O que aparece quando alguém pesquisa meu nome ou minha empresa?

Quais características ficam evidentes depois de acompanhar meus conteúdos por algumas semanas?

O que estou repetindo tanto que já pode ser associado a mim?

E, principalmente: estou dando às pessoas razões suficientes para me escolherem pelos critérios pelos quais quero ser escolhido?

Porque, muitas vezes, não estamos atraindo o público errado.

Estamos atraindo exatamente o público que a nossa comunicação aprendeu a chamar.

Se você deseja mudar quem chega até a sua empresa, clínica ou escritório, talvez uma das primeiras mudanças precise acontecer naquilo que você escolhe mostrar, repetir e sustentar.

Você atrai aquilo que comunica.

A pergunta é: sua comunicação hoje está atraindo o cliente ou paciente que você realmente deseja?

Núcleo de Estratégias Digitais da ACIT promove encontro sobre como marcas podem ganhar visibilidade nas respostas de IAs

Evento gratuito será realizado nesta quinta, dia 8, e abordará SEO, GEO, AEO, produção de conteúdo, reputação digital e o papel da assessoria de imprensa no novo cenário de buscas

A forma como consumidores pesquisam empresas, profissionais, produtos e serviços está mudando. Além dos mecanismos tradicionais de busca, ferramentas de inteligência artificial passaram a ser utilizadas para tirar dúvidas, comparar alternativas e até pedir recomendações. Diante desse novo comportamento, surge uma questão para as empresas: o que é preciso fazer para que uma marca seja encontrada, compreendida e tenha chances de ser citada nas respostas geradas pelas IAs?

O tema será discutido no próximo encontro do Núcleo de Estratégias Digitais da Associação Empresarial de Tubarão (ACIT), no dia 8 de outubro, às 16h30, na sede da entidade. A participação é gratuita.

A conversa será conduzida pela jornalista e empresária Fernanda Momm, da Presse Comunicação, e vai abordar as transformações na maneira como as pessoas encontram informações na internet e os impactos desse movimento nas estratégias de comunicação e posicionamento das empresas.

Entre os assuntos estarão o já conhecido SEO (Search Engine Optimization) e dois conceitos que vêm ganhando espaço com o avanço das ferramentas de inteligência artificial: AEO (Answer Engine Optimization), relacionado à otimização de conteúdos para mecanismos que oferecem respostas diretas, e GEO (Generative Engine Optimization), que busca ampliar a presença de marcas e fontes nas respostas produzidas por mecanismos de IA generativa.

Segundo Fernanda, a discussão, no entanto, vai além das novas siglas. “Durante muito tempo, uma das principais perguntas das empresas era se elas apareciam bem posicionadas no Google. Isso continua importante, mas agora precisamos acrescentar outra: quando alguém pergunta a uma inteligência artificial sobre o nosso mercado, o que ela encontra e quais empresas aparecem na resposta?”, explica.

O encontro também discutirá como conteúdo relevante, informações consistentes, conhecimento próprio, presença digital e reputação podem contribuir para que os sistemas de inteligência artificial compreendam melhor uma empresa e sua área de atuação.

Assessoria de imprensa também ganha nova dimensão

Outro ponto da apresentação será o papel das fontes externas na construção de autoridade digital, incluindo a assessoria de imprensa.

Um estudo da Muck Rack* publicado em 2026 analisou mais de 25 milhões de links citados em respostas do ChatGPT, Claude e Gemini e apontou que 84% das citações analisadas vieram de earned media, conceito que engloba fontes conquistadas por relevância e credibilidade, como conteúdo jornalístico, acadêmico, governamental e enciclopédico. Fontes jornalísticas representaram 27% das citações analisadas.

“Uma matéria ou entrevista continua tendo seu papel tradicional de informar, gerar visibilidade e contribuir para a reputação de uma empresa ou profissional. Mas agora existe também uma camada tecnológica capaz de encontrar, relacionar e utilizar informações publicadas na internet. Isso amplia a importância de construir autoridade também fora dos canais próprios da marca”, destaca Fernanda.

A proposta do encontro é apresentar caminhos práticos para empresas, marcas e profissionais começarem a analisar sua presença nesse novo ambiente, sem promessas de fórmulas para “aparecer no ChatGPT”. A discussão parte do princípio de que quanto mais clara, relevante, consistente e reconhecida for a presença digital de uma marca, mais elementos existirão para que ela possa ser compreendida e considerada pelos diferentes mecanismos de busca e inteligência artificial.

Serviço

Encontro do Núcleo de Estratégias Digitais da ACIT
Tema: Como marcas, empresas e profissionais podem construir presença para serem encontrados, compreendidos e citados pelas IAs
Data: 8 de outubro
Horário: 16h30
Local: ACIT — Tubarão
Participação: gratuita
Palestrante: Fernanda Momm, da Presse Comunicação

* Earned media still drives 84% of AI citations. Here’s what that means for PR – Earned media still drives 84% of AI citations. Here’s what that means for PR. | Muck Rack

Jaraguá do Sul recebe etapa da LIVE! Run com corrida, experiências e tecnologia têxtil

Cidade onde a LIVE! nasceu e mantém sua estrutura produtiva será palco da etapa no dia 27 de setembro; Diklatex assina tecido das camisetas entregues aos corredores

Correr em casa tem outro significado. Jaraguá do Sul, a cidade que abriga a sede da LIVE!, recebe no próximo domingo, 27 de setembro, mais uma etapa da LIVE! RUN XP. O ponto de encontro de corredores de diferentes idades e níveis de experiência será o Palco Via Verde, na Ilha da Figueira. “É diferente quando a gente corre em casa. A etapa da LIVE! Run em Jaraguá do Sul tem um significado especial para nós. Nossa cidade, nossa comunidade e mais uma manhã para viver a corrida juntos. Vem correr com a gente”, convida a organização.

A etapa de Jaraguá do Sul faz parte de um circuito que ganhou dimensão nacional. Em 2025, a LIVE! RUN XP chegou a 51 etapas em 44 cidades e esteve presente em todos os estados brasileiros, consolidando uma das maiores abrangências entre os circuitos de corrida de rua do país. A expansão levou a experiência da marca a diferentes regiões e perfis de corredores, mantendo em cada cidade a proposta de combinar corrida, bem-estar e experiências para além da prova.

Tecnologia que acompanha cada quilômetro

Experiências que começam antes mesmo da largada. Entre os itens do kit dos participantes das provas de 5 km e 10 km está a camiseta de atleta, confeccionada com tecido assinado pela Diklatex, têxtil de Joinville especializada em tecidos tecnológicos e que desenvolve com a LIVE! projetos voltados à performance para running.

A parceria aproxima duas empresas catarinenses que têm na atividade física e na inovação parte importante de suas trajetórias. Na corrida, o tecido é um dos elementos que acompanham o atleta durante todo o percurso, contribuindo para sua performance. 

Nas etapas patrocinadas pela Diklatex, o tecido utilizado na confecção das camisetas é feito 100% com poliamida biodegradável: o Bio Flow, que traz leveza, respirabilidade, gerenciamento de umidade, elasticidade e conforto como características centrais. São atributos que ganham relevância à medida que o corpo entra em movimento e enfrenta calor, suor e esforço repetitivo, aspectos considerados no desenvolvimento de materiais para o esporte.

Para a Diklatex, estar presente na etapa de Jaraguá do Sul também significa levar a tecnologia têxtil para uma situação concreta de uso. A camiseta deixa de ser apenas parte do kit e passa a acompanhar o corredor durante cada quilômetro da prova, permitindo que a experiência com o tecido aconteça na prática. É no esforço contínuo, no suor e nas mudanças de ritmo que atributos como leveza, respirabilidade e conforto térmico mostram seu valor. Esse contato direto com os atletas também gera aprendizado para a empresa, já que a percepção de quem corre contribui para o desenvolvimento de novas soluções. “Nosso tecido é desenvolvido para desempenho, e não há teste mais verdadeiro do que a prova. Ver os corredores usando a camiseta do primeiro ao último quilômetro, em uma comunidade presente em todos os estados brasileiros, é a confirmação de uma parceria de sucesso e um privilégio para a Diklatex”, pontua o CEO, André Jativa.

Em Jaraguá, a empresa também estará presente na Arena LIVE! e após a prova conversa com os corredores para coletar percepções sobre o tecido e a modelagem das camisetas utilizadas durante o percurso, aproximando ainda mais o desenvolvimento dos produtos da experiência de quem está em movimento.

Para Bruno Lustre, Head de Eventos da Live!, além de aproximar duas pontas importantes: quem desenvolve a tecnologia e quem efetivamente a utiliza, a parceria transforma o evento em um ambiente onde inovação, produto e esporte se encontram na prática.

“A LIVE! RUN XP acredita muito na construção de um ecossistema em torno da corrida, e parceiros como a Diklatex ajudam a ampliar essa experiência. Quando aproximamos empresas que possuem conhecimento, tecnologia e capacidade de inovação do universo esportivo, conseguimos mostrar ao corredor que existe muito trabalho por trás de cada detalhe de um produto pensado para a prática esportiva. No caso dos materiais, isso é ainda mais perceptível. Para quem corre, questões como leveza, respirabilidade, conforto térmico, elasticidade e liberdade de movimento fazem diferença durante a atividade. Por isso, a escolha de materiais e o desenvolvimento tecnológico estão diretamente ligados à experiência que queremos proporcionar ao atleta”, afirma Bruno 

Uma corrida para diferentes perfis

A programação amplia a experiência para além da corrida. A Arena LIVE! terá atividades, aulas e bate-papos com integrantes do Team LIVE! e convidados, além de espaço de saúde, com serviços voltados ao relaxamento da musculatura, e personalização de produtos. 

A etapa terá provas de 5 km e 10 km, com largadas previstas para as 7h e 7h30, respectivamente. Para as crianças, a Corrida Kids terá distâncias entre 40 e 400 metros, organizadas de acordo com a faixa etária. O percurso contará com apoio do Departamento de Trânsito de Jaraguá do Sul e poderá ter trechos parcial ou totalmente fechados ao trânsito, conforme as autorizações dos órgãos competentes. A organização é do Instituto Eu Vivo LIVE, com supervisão técnica da Federação Catarinense de Atletismo.

As inscrições são realizadas pelo site da LIVE! Run e pelo aplicativo LIVE! Experience. A retirada dos kits ocorre antes da prova, em local e horários divulgados pela organização. 

Um evento termina quando o último convidado vai embora?

Existe uma diferença importante entre um evento que aconteceu e um evento que efetivamente gerou resultado. E ela raramente está na decoração, no buffet ou no tamanho da estrutura.

Está na capacidade de transformar tudo aquilo em percepção, relacionamento, conteúdo, notícia e reputação.

Empresas investem valores expressivos em lançamentos, inaugurações, encontros com clientes, convenções e eventos institucionais. Planejam o espaço, a experiência, os convidados, o cerimonial.

Mas ainda é comum que a comunicação entre nessa equação apenas no final: para fazer algumas fotos, publicar stories ou enviar um release.

Um evento não deveria ser tratado apenas como um acontecimento presencial. Ele é uma plataforma de comunicação.

Em poucas horas, uma empresa pode reunir clientes, parceiros, lideranças, formadores de opinião, imprensa e outros públicos estratégicos que talvez levasse meses para acessar individualmente.

Pode materializar seu posicionamento.
Pode criar um fato capaz de despertar interesse da imprensa.
Pode gerar histórias, depoimentos, dados, imagens e conversas que sustentem sua presença nas semanas seguintes.
Pode estreitar relações que dificilmente seriam construídas por um anúncio ou uma publicação nas redes sociais.
E pode fazer tudo isso simultaneamente.
Mas nada disso acontece automaticamente.

Um evento comunica mesmo quando sua comunicação não foi planejada.

A lista de convidados comunica.
O tema escolhido comunica.
Quem ocupa o palco comunica.
As pessoas e instituições às quais a empresa se associa comunicam.
A experiência oferecida comunica.
As imagens que circulam comunicam.
Aquilo que vira notícia comunica.

E aquilo que ninguém comenta depois também diz alguma coisa.

Por isso, para nós, a comunicação de um evento começa muito antes da abertura das portas.

Começa quando pensamos: qual percepção queremos construir com esse encontro?

A partir daí, o trabalho muda.

Antes do evento, existe uma narrativa a construir, públicos a mobilizar, pautas a desenvolver e oportunidades de relacionamento a identificar.

Durante o evento, não basta registrar o que aconteceu. É preciso reconhecer o que merece ser transformado em notícia, quais histórias precisam ser contadas, quais depoimentos devem ser captados e que imagens serão necessárias para sustentar a comunicação posteriormente.

E existe uma etapa que muitas empresas ainda subestimam: o depois.

Talvez seja justamente aí que parte do retorno sobre aquele investimento seja construída.

Quando termina o encontro presencial, começa a possibilidade de ampliar sua audiência.

O que foi vivido por 100 pessoas pode chegar a milhares por meio da imprensa, das redes sociais, dos canais institucionais e das próprias pessoas que participaram.

Uma fala pode virar conteúdo.
Um dado apresentado pode se transformar em pauta.
Um encontro pode gerar relacionamento comercial.
Uma imagem pode reforçar posicionamento.
Uma história pode continuar circulando semanas depois.

É assim que um evento deixa de ocupar algumas horas na agenda e passa a ocupar espaço na memória.

Há quase 20 anos, na Presse, acompanhamos empresas e profissionais em eventos dos mais diversos formatos. E uma coisa ficou muito clara nesse período:

o evento é o fato. A comunicação é o que determina até onde esse fato pode chegar.

Por isso, talvez a pergunta depois do próximo evento da sua empresa não deva ser apenas “quantas pessoas participaram?” ou “foi um sucesso?”.

Vale perguntar:
O que esse evento fez as pessoas pensarem sobre a nossa marca?
Que relações ele fortaleceu?
Que conversas ele iniciou?
Que histórias ele gerou?
E quanto tempo ele continuou trabalhando pela nossa reputação depois que o último convidado foi embora?

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