5 tendências do Marketing de Conteúdo para 2017

Joe Pulizzi, do Content Marketing Institute, listou uma lista com cinco tendências para o Marketing de Conteúdo neste ano.

1 – Compra de influenciadores

O case do Youtuber Casey Neistat, que angariava seis milhões de seguidores em seu canal e vendeu seu app Beme para a CNN pode se tornar uma prática comum. De acordo com Pulizzi, “basicamente, a CNN está buscando atingir um novo público, o qual acredita que Neistat detém as chaves. Em vez de crescer organicamente uma plataforma ou encontrar um líder dentro de suas esferas, a CNN comprou Neistat e sua equipe por US$ 25 milhões”.

2 – Content Marketing como mecanismo de defesa

Um conselheiro de Donald Trump, Steve Bannon, ex-presidente da Breitbart.com, e a marca Kellog´s travaram uma disputa acirrada recentemente. Com um grande público, o portal de notícias criou uma campanha contra a Kellogg’s após a marca suspender a publicidade no site, quando Bannon foi nomeado para o governo Trump. Como qualquer empresa combate uma situação quando uma organização com um grande público vem atrás dela?

Pulizzi apontou que este tipo de ação da Breitbart e outras empresas de mídia contra marcas só se multiplicará em 2017. A única maneira para as empresas vencerem a batalha é criar seu próprio público, grande e leal.

3 – Reclamações contra as redes sociais

Influenciadores e empresas têm reclamado das constantes mudanças de algoritmos de redes como Youtube e Facebook. Para Joe Pulizzi, em 2017, haverá mais publicidade em plataformas de mídia social e menos orgânica. “Naturalmente, o compartilhamento de mídia social pode acontecer, mas a marca não precisa estar presente nessa plataforma para isso”, segundo o especialista.

4 – Renascimento do e-mail

De acordo com o Monitor Campaign, o BuzzFeed conquistou mais de 1 milhão de assinantes de e-mail nos últimos 12 meses. Como? A resposta pode ser encontrada na tendência número 3, de acordo com Pulizzi. “Com os canais de mídia social se movendo em direção ao crescimento das receitas, as marcas quase não têm controle sobre a comunicação com os fãs e seguidores. De todas as maneiras de fazer crescer uma audiência, o e-mail surgiu como o mais crucial.”

Outras marcas de mídia estão seguindo o exemplo, conforme enumera Pulizzi. O The Washington Post agora tem mais de 75 e-newsletters, enquanto o New York Times tem 12 pessoas dedicadas a boletins informativos. “Enquanto alguns acreditam que o e-mail está morto, a mídia está nos dizendo que o e-mail é uma área de crescimento. E, por último, mas não menos importante, o estudo CMI/MarketingProfs B2B descobriu que o e-mail foi classificado como a métrica de sucesso número 1 para medir o marketing de conteúdo.”

5 – A volta do impresso

A Airbnb e o parceiro editorial Hearst anunciaram recentemente o lançamento de uma nova revista impressa apropriadamente chamada Airbnb mag. A revista será distribuída às casas da Airbnb e inclui conteúdo criado por pessoas que fornecem e usam o serviço Airbnb. Joe Pulizzi enfatiza: “Eu espero que uma série de grandes marcas lance revistas impressas em 2017. As publicações segmentadas irão complementar alguns componentes on-line”.

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Para ler o conteúdo original do Content Marketing Institute, em inglês, acesse: http://contentmarketinginstitute.com/2016/12/content-marketing-trends-watch/

 

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