Espumantes da Vinícola Hermann estão entre os melhores do Brasil

A família Hermann, proprietária de vinícola que leva o seu sobrenome e também da rede Decanter, comemora mais uma importante conquista. Os espumantes Lírica Crua e Lírica Brut, ambos 2015, estão entre os 10 melhores do Brasil, de acordo com o ranking elaborado pelo aplicativo Vivino e divulgado pela Revista Exame. O levantamento, chamado Vivino’s 2017 Wine Style Awards, apresenta os melhores vinhos de diferentes países e categorias, segundo avaliações dos consumidores.

Feita a partir das uvas Chardonnay, Gouveio e Pinot Noir, a Lírica Crua não passa pelo processo de dégourgement, que é a retirada das leveduras e posterior colocação da rolha definitiva. Por este motivo, o espumante mantém sua pureza e essência, tornando-o ainda mais rico ao olfato e paladar. “Isso também limita o envelhecimento, pois dificulta a entrada de oxigênio minimizando o efeito oxidativo, ou seja, a Lírica Crua é perfeita para o longo envelhecimento e estará melhor a cada ano”, explica o sommelier Sidney Lucas.

Considerado também o melhor do Brasil no International Wine Challenge 2015, o espumante Lírica Brut é produzido a partir de uva Chardonnay e Gouveio (Verdelho ou Godello). Apresenta aromas focados na fruta citrina, na pêra fresca, nas flores brancas delicadas e no leve toque de pão, com ataque gustativo de ótima cremosidade, fresco, com final limpo e refrescante, conforme descreve com Lucas.

Decanter

Uma das maiores e mais destacadas importadoras de vinhos do Brasil, a Decanter foi eleita a Importadora do Ano, na edição anual de vinhos da revista Gula. Fundada em Blumenau, em 1997, conta com mais de 50 distribuidores por todo o país, além da rede de Enotecas Decanter. Seriedade, respeito ao cliente e uma política de preços convidativos têm sidos alguns dos suportes desse crescimento.  No entanto, é a esmerada seleção de vinhos que dá corpo à empresa.

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Cervejas Bierland para brindar o Natal e Ano Novo

Com a proximidade do Natal e o Ano Novo os preparativos para as ceias que reúnem os entes queridos já começam. Para deixar essas confraternizações ainda mais especiais e acrescentar um toque diferenciado, uma boa opção é harmonizar os pratos típicos com cervejas artesanais. Segundo o sommelier de cervejas da Bierland, Yuri Holbrich, além dos tradicionais espumantes, as cervejas artesanais são excelentes opções para brindar estes momentos, agradando os mais exigentes paladares. Confira abaixo as dicas de pratos e harmonizações com cervejas que o sommelier preparou:

Bierland American Red Ale – Harmoniza com peru assado com mini cebolas, cogumelos e bacon. Segundo Yuri, as notas de malte, que remetem a caramelo, mel e biscoito, harmonizam por semelhança com a caramelização da carne. “Enquanto isso, o amargor proveniente dos lúpulos cítricos corta a gordura e equilibra com o dulçor natural da carne, formando um ótimo par com esse prato”, destaca Yuri. A Bierland American Red Ale eleita foi eleita a Melhor American Red Ale do Brasil pelo World Beer Awards em 2016.

Bierland Belgian Blond Ale – Harmoniza com lombo recheado ao molho de laranja. Segundo o sommelier, o dulçor do molho, juntamente com a leve acidez da laranja e os condimentos harmonizam muito bem com esta cerveja, que possui notas de mel, frutas maduras e especiarias. “O moderado amargor harmoniza com contraste, enquanto a carbonatação generosa se encarrega de limpar o palato, convidando a uma próxima porção”, ressalta. A Bierland Belgian Blond Ale recebeu medalha de prata no Concurso Brasileiro de Cervejas 2016.

Bierland Weizen – Harmoniza com mexidão de bacalhau. “Cerveja típica do sul da Alemanha, é leve, refrescante, com notas de frutas amarelas, especiarias e alta carbonatação. O bacalhau, por ser uma carne leve, delicada, harmoniza com esta cerveja pelas mesmas características”, explica. O sommelier diz ainda que a carbonatação vigorosa “corta” a gordura dos outros ingredientes, proporcionando uma agradável experiência gastronômica. A Bierland Weizen já recebeu a medalha de ouro no World Beer Awards.

Para conferir as receitas destes três pratos, acesse o blog da Bierland: www.bierland.com.br/blog.

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Recuperação econômica do Brasil deve acontecer somente no segundo semestre de 2017

“Diante das incertezas no campo político, a perspectiva de melhoria no cenário econômico de 2017 está se deteriorando rapidamente”. A afirmação é do professor da FGV e palestrante nas áreas de Finanças, Gestão e Governança, Andriei Beber. De acordo com ele, o fato pode ser observado pelo Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que tem por objetivo antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do País e é um parâmetro para medir a evolução da atividade econômica brasileira. O cálculo desse índice também auxilia a autoridade monetária a definir a meta da taxa básica de juros – a Selic. “Além do indicador do BC, o mercado tem identificado fortes evidências de que a recuperação econômica deve ficar somente para o segundo semestre do próximo ano”, opina Beber.

Na última reunião deste ano, ocorrida em novembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduziu em 0,25 ponto percentual a Selic, passando de 14% para 13,75% ao ano, o que voltou a sinalizar a possibilidade de intensificar a distensão monetária. De acordo com o professor, do lado positivo, o ritmo de desinflação nas suas projeções pode se intensificar caso a recuperação da atividade econômica seja mais lenta do que a antecipada. Do lado dos riscos negativos, para o PIB baixar ainda mais a inflação, depende de um ambiente externo propício.

Especialistas têm discutido sobre o ritmo adequado de queda da Selic, tendo em vista as perspectivas e riscos de cumprimento da meta de inflação. O BC aponta que as projeções de inflação apuradas pelo relatório Focus – que reúne as projeções dos principais economistas do mercado – recuaram para 4,9% para 2017 e mantiveram-se em 4,5% para 2018. As cobranças são para que o BC use os juros para tirar o País da recessão e reanimar a economia.

Indústria em queda

A atividade do setor industrial brasileiro segue em queda. A recessão econômica do Brasil continuou a pressionar o desempenho do setor industrial, com queda da demanda, redução do volume de produção, da compra de insumos e do número de funcionários. Os estoques de pré-produção e de produtos finais também diminuíram. Analistas projetam que a indústria deve ter uma recuperação modesta somente em 2017.

A indústria automobilística também esperava uma recuperação econômica mais rápida. Para representantes das fábricas, a esperança de juros mais baixos só virá com a aprovação de medidas importantes.

Possibilidades econômicas

O PIB do terceiro trimestre foi o pior do ano, com queda de 1%. Como os dados não mostram mudança de cenário, parte dos analistas começa a avaliar que a atividade pode crescer menos de 1% no ano que vem. Em fevereiro de 2013, o Boletim Focus previa crescimento do PIB de quase 4% ao ano para 2014, 2015 e 2016. Após o crescimento de 0,5% em 2014, a economia do país caminha para o segundo ano consecutivo de retração de quase 4%.

“As fábricas estão ociosas. Empresas são forçadas a ajustar seus balanços diante das perspectivas de queda da demanda e do salto do serviço da dívida. Para cada uma delas era racional dispensar trabalhadores. Para cada banco, era recomendável subir o custo do crédito e racionar a oferta de novos empréstimos. Consumidores reduzem os gastos. Uns estão desempregados e outros com medo do desemprego. O comércio não vende e reduz as encomendas aos fornecedores, que acumulam estoques e cortam ainda mais a produção. As demissões disparam. A arrecadação cai, decorrente do declínio da atividade econômica. E a dívida pública cresce sob o impacto dos juros reais”, aponta Beber.

Recuperação da economia

“Ainda há pessimismo quanto à velocidade e força da recuperação da atividade econômica”, observa Beber. Embora a melhora da confiança de consumidores e empresários favoreça o aumento do consumo e do investimento, essa é apenas uma condição necessária, mas não suficiente. Para o professor, na atual situação, a expansão da demanda do setor privado se encontra limitada, principalmente pelo excesso de endividamento das pessoas físicas e jurídicas.

Por outro lado, a demanda externa, que teoricamente também poderia ser um caminho de recuperação do PIB, encontra restrições, seja no próprio baixo grau de abertura da economia brasileira, ou na atual fraqueza dos principais mercados internacionais.

 

“A vitória de Donald Trump na presidência dos EUA trouxe incertezas ao mercado internacional e local, mas não abalou a expectativa dos economistas com a extensão do ciclo de alívio monetário em curso no Brasil”, analisa Beber. Segundo analistas, a Selic mais alta projetada para dezembro de 2017 é 13%. O aumento da incerteza com relação à política econômica a ser adotada nos EUA deve levar o Copom a ser mais cauteloso no curto prazo.

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Para professor da FGV, Andriei Beber, ainda há pessimismo quanto à velocidade e força da recuperação da atividade econômica

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Microempreendedores se preparam para o Natal

O Natal é uma época de otimismo para a economia, sobretudo para o comércio. Em Blumenau, clientes da Instituição Comunitária de Crédito Blumenau Solidariedade (BluSol) desse segmento já sentem a diferença nas vendas.

Os microempreendedores da Arte Encanto Artesanato, Jerusa K. da Costa Fuck, 34, e Adilson Marcelo Fuck, 40, são casados há 12 anos e há cinco, apostam no artesanato local. “O nosso objetivo é, além de inovar com o artesanato, incentivar essa prática para outras pessoas”, conta Jerusa. Segundo ela, a loja oferece aos clientes materiais para a realização do artesanato como pincéis, telas, entre outros. Como também, peças prontas para quem deseja presentear um ente querido.

De acordo com a microempreendedora, ainda não há previsão referente aos lucros durante o mês de dezembro, pois a procura dos clientes tende a aumentar após o dia 15. No entanto, o auxílio do microcrédito tornou-se uma alternativa fundamental para os negócios. Isso porque Gerusa e o marido, Adilson, realizaram o primeiro empréstimo com a BluSol para dar início ao empreendimento, na compra de produtos.

Foram, aproximadamente, R$ 3.000,00 que transformaram um sonho em realidade e fizeram os rendimentos aumentarem. “Ainda podemos contar com novos empréstimos caso seja necessário. Assim, estamos preparados para eventos como os finais de ano. Conseguimos fazer girar um produto novo que não teríamos capital sem esta carta financeira”, explica Gerusa.

A artesã destaca que, diferentemente dos anos anteriores, a procura aumentou por acessórios específicos de Natal. “Até em 2015, por exemplo, percebi que os clientes procuravam peças peculiares de acordo com o gosto da pessoa que seria presenteada. Hoje, as encomendas estão mais voltadas para a data que marca o final de ano”, conta.

BluSol

A Instituição Comunitária de Crédito Blumenau Solidariedade (BluSol), com sede em Blumenau, oferece crédito ao empreendedor de micro e pequenos negócios, seja ele formal ou informal. O objetivo é gerar emprego e renda por meio do fomento aos empreendedores. A BluSol tem filiais em nove cidades catarinenses e uma em São José dos Pinhais (PR), que contemplam o atendimento em mais de 70 municípios.

Como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), concede crédito para compra de matéria-prima e mercadorias, para a compra ou reforma de máquinas e equipamentos e reformas e ampliação dos espaços destinados aos negócios.

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Aposte nas cestas para presentear neste Natal

O Natal está chegando e, com ele, vem a época de escolher o presente ideal para amigos, familiares, clientes, colaboradores e colegas de trabalho. Para auxiliar e deixar o momento ainda melhor, a importadora Decanter oferece uma seleção especial de cestas típicas de final de ano.

O sommelier Sidney Lucas frisa que, além de serem ótimas opções de presentes, as cestas da Decanter trazem vinhos renomados e surpresas exclusivas. “Uma das sugestões de cesta traz o espumante Lírica Brut, produzido pela Vinícola Hermann e considerado o melhor do Brasil no International Wine Challenge 2015, que ocorreu em Londres. A mesma cesta oferece ainda queijo Melt, bombons suíços Lindt e salgadinhos de arroz da Tailândia”, conta.

Outra excelente sugestão de presente aos amantes de vinhos, segundo Sidney, é uma opção que traz Espumante Bella Conchi Brut, da Espanha, e o vinho rosé Caliterra, do Chile. “A cesta é composta ainda por mais 23 acompanhamentos que harmonizam perfeitamente com as bebidas”, enaltece o sommelier.

A seleção completa pode ser conferida no link: http://www.youblisher.com/p/1574305-Catalogo-de-Cestas-Enoteca-Decanter-2016/

 

Decanter

Uma das maiores e mais destacadas importadoras de vinhos do Brasil, Decanter foi eleita a Importadora do Ano, pelo Grupo Baco Multimídia. Fundada em Blumenau, em 1997, conta com mais de 50 distribuidores por todo o país, além da rede de Enotecas Decanter. Seriedade, respeito ao cliente e uma política de preços convidativos têm sidos alguns dos suportes desse crescimento.  No entanto, é a esmerada seleção de vinhos que dá corpo à empresa.

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