Comunicação interna na nuvem
Sua empresa se comunica com o público interno pelas redes sociais? Saiba que esta é uma tendência que está sendo levada a sério por grandes empresas. Um exemplo é a multinacional alemã de ferramentas elétricas Bosch, que, percebendo a necessidade de inovar na maneira como se comunicava com seus quase 300.000 funcionários mundo afora, usou uma plataforma da empresa de tecnologia IBM para lançar a própria rede social. O alerta veio com a descoberta de que muitos profissionais na matriz, em vez de usar o e-mail corporativo, estavam trocando mensagens sobre o trabalho em diferentes redes sociais, um risco à segurança da companhia. A plataforma usada pela Bosch está armazenada na nuvem. Nela, os funcionários da empresa criam grupos de discussão, têm postadas em seu perfil informações que devem priorizar — como o prazo de entrega de um projeto — e trocam mensagens.
A companhia de telefonia TIM também seguiu esse exemplo. Em 2014, ela lançou, com a ajuda da empresa argentina de tecnologia GoIntegro, uma rede social corporativa com o propósito de incentivar 6.000 funcionários da companhia a destacar colegas por ações que executaram em relação a algum dos cinco novos valores definidos pela empresa, como “inovação” e “cuidado com o cliente”. Um levantamento da consultoria McKinsey realizado com 1674 companhias globais revelou que 82% adotaram alguma versão da ferramenta. Ao avaliar os resultados de seu uso, 62% disseram que ele melhorou significativamente o fluxo de trabalho.
Com informações do Portal Exame.
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A Responsabilidade Social e as redes sociais
Muito tem se propagado sobre o uso das redes sociais no mundo corporativo como uma estratégia de marketing e vendas. No entanto, as funções das mídias sociais no campo dos negócios podem ir muito mais além. Uma possibilidade ainda pouco explorada é o uso desses canais para propagação da Responsabilidade Social Empresarial (RSE). Neste artigo, damos algumas dicas para tirar o melhor proveito das redes sociais no compartilhamento das informações sobre RSE para os stakeholders.
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Oficina ensina arte milenar do Batik
Blumenau – A arte milenar do Batik – técnica artesanal de tingimento em tecido originária da ilha de Java, na Indonésia – será ensinada em uma oficina promovida pelo Atelier Arte da Mata em parceria com a isCool, no dia 23 de julho. Serão oito horas de atividades, que acontecem no Coletivo de Arte Balbúrdia e as aulas serão ministradas por João Tomazoni e Débora Mafra, de Piçarras.
O processo do Batik consiste em reservar a cor do tecido com ceras derretidas antes do tingimento feito a frio. A cera quente é utilizada para delimitar o desenho e cobrir o tecido pelos dois lados. Segundo os facilitadores, a técnica pode despertar um hobby, funcionar como terapia e até mesmo ser uma opção de renda. É possível produzir luminárias, almofadas, roupas, quadros, entre outros. Os participantes da oficina receberão todo o material necessário para aprender a técinca: tecido de algodão indicado para a atividade, ceras e parafinas, o Tjanting – instrumento específico para a prática do batik – e pequenas panelinhas para aplicação da cera.
Sobre a arte do Batik
Batik não é uma pintura sobre um pedaço de tecido; é tingir o próprio tecido com uma determinada figura ou padronagem. O método consiste em preparar algumas partes do tecido para que não recebam a tinta. O processo do Batik – técnica tradicional da Indonésia – consiste em reservar a cor do tecido com ceras derretidas antes do tingimento feito a frio. A cera quente é utilizada para delimitar o desenho e cobrir o tecido pelos dois lados. Esse processo de reserva e tingimento deverá ser repetido de acordo com a quantidade de cores aplicadas para se obter a estampa.
A reserva de cera pode ser aplicada com uma espécie de funil de cobre – o tjantjing – que conserva a cera quente em pequenas medidas enquanto ela vai escoando e definindo o desenho. O tjantjing, um instrumento assim chamado pelos javaneses, é utilizado para a execução de desenhos muito definidos, proporcionando grande beleza e delicadeza aos estampados no chamado batik tulis. Outro método para aplicar a reserva de cera consiste na utilização de um carimbo de metal: otjap. Este tipo de carimbo é mergulhado na cera quente e depois pressionado contra a superfície do tecido, marcando o desenho modelado no metal. Este procedimento, ao ser repetido várias vezes, rapidamente cria um padrão em qualquer parte do tecido. Uma característica exclusiva desta estamparia por reserva é o craquelê, um resultado muito peculiar que é revelado após os tingimentos e a retirada das ceras.
Sobre a isCool
A isCool é uma escola participativa, que estimula e simplifica a troca de conhecimento. O fundado, Rodrigo Oneda Pacheco, acredita que conhecimento só tem valor se for compartilhado. Por isso, o propósito da instituição, que oferece cursos e workshops sobre diversas áreas de atuação, é promover experiências de aprendizagem entre quem tem algo a ensinar com quem tem algo para aprender. Saiba mais em http://www.iscool.co.
Agenda – Oficina artesanal: Batik – arte milenar, com João Tomazonie Debora Mafra
Data: 23 de julho
Local: Rua Comandante Joãozinho Haeger, nº 112 – Centro/Blumenau.
Investimento: R$ 280,00 por pessoa. Depósitos ou pagamentos à vista têm 10% de desconto.
Telefone: (47) 3035-1294
Email: atividades@iscool.co
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Imposto sobre grandes heranças pode chegar a 25%
Diante de um cenário de instabilidade econômica e previsão de aumento de impostos sobre heranças e doações, torna-se cada vez mais necessário o planejamento da sucessão familiar nas empresas. “O momento pelo qual estamos passando é propício para planejar a sucessão em vida, antes que o Imposto sobre Causa Mortis e Doação (ITCMD) aumente e que o Imposto Federal sobre Heranças seja criado. Em Santa Catarina, o ITCMD é de até 8% e pode chegar a 20%. Já o imposto federal sobre Herança pode chegar a 25% do total”, explica o advogado especialista em Direito Tributário Marco Aurélio Poffo, do escritório BPH, de Blumenau (SC).
A tributação das heranças acima de R$ 5 milhões e das doações acima de R$ 1 milhão foram algumas das medidas sugeridas pela equipe econômica do Governo Federal para compensar a perda de arrecadação com a correção da tabela do Imposto de Renda em 5% a partir de 2017, proposta pela presidente afastada Dilma Rousseff ao Congresso Nacional. A proposta é de tributar em 15% as heranças entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões; em 20% entre R$ 10 milhões e R$ 20 milhões e em 25% as heranças acima desse valor.
O projeto de Lei 96/2015, que cria o chamado Imposto sobre Grandes Heranças e Doações, está na lista de prioridades anunciada pelo presidente do Senado Renan Calheiros no último dia 30 de junho. O reajuste das alíquotas sobre grandes heranças e doações deve gerar de R$ 12 a R$ 15 bilhões de receita para a União. O ITCMD é um tributo estadual e sua alíquota pode variar de Estado para Estado, no entanto, a taxa máxima atual é de 8% em SC. O tributo é devido por pessoas físicas ou jurídicas que recebem bens ou direitos como herança ou diferença de partilha. Além disso, também é válido em casos de doações de bens, inclusive quotas sociais.
“Os empresários devem estar atentos a essas novas medidas que certamente serão aprovadas e buscar alternativas. Um planejamento da sucessão familiar de maneira eficiente e com o menor custo tributário possível diminuirá riscos e perdas futuras”, aponta Poffo. Segundo o especialista, além de permitir a continuidade do patrimônio da família, a elaboração do planejamento permite organização e proteção dos bens e evita custos operacionais e tributários elevados no processo de inventário. Poffo explica, ainda, que o planejamento sucessório prevê a antecipação da sucessão dos bens familiares ou de grupos econômicos mediante a doação em vida e distribuição dos bens entre os herdeiros. Com ele, é possível conseguir uma economia significativa de tributos a longo prazo, já que se aproveitará a atual alíquota do imposto.
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Três maneiras de usar o microcrédito de forma consciente
O atual cenário econômico tem acelerado o microempreendedorismo no Brasil. Mas, apesar de o setor ter se mostrado lucrativo, tem situações que pode ser importante o reforço de capital para avançar ou manter o próprio negócio. De acordo com o economista e presidente da Instituição Comunitária de Crédito Blumenau Solidariedade (BluSol), Ido José Steiner, saber usar o microcrédito, na hora certa, é fundamental para manter os benefícios e gerar novos rendimentos.
Para dar este passo decisivo, Steiner listou três momentos em que o empreendedor pode fazer um empréstimo, renegociando uma operação de maneira responsável para evitar o endividamento excessivo. São eles:
- Ativo fixo na compra de máquinas ou equipamentos: É importante quando o microcrédito realmente servir para investir em um equipamento que este seja moderno e necessário, que melhore a renda e/ou as condições de trabalho, aumente a produção e, consequentemente os resultados. Afinal, a própria melhoria financeira propicia a quitação das parcelas devidas.
- Matéria-prima: Pode ser uma boa opção quando o microempreendedor realiza um empréstimo para melhorar ou ampliar o estoque – consequentemente vende mais, e ainda com dinheiro disponível por comprar melhor, conseguindo aproveitar o desconto melhores direto com os fornecedores.
- Reorganização financeira: Quando precisa reorganizar a situação financeira da atividade ou empresa. Por exemplo, sua empresa encerrou o mês com baixo faturamento e é preciso deixar as contas em dia, aí o conselho é buscar apenas a quantia necessária para cobrir essa necessidade, fazendo um novo contrato com parcelas suaves, para manter a atividade sem problemas de restrições.
“No microempreendedorismo torna-se ainda mais importante do que nos outros setores, manter o pagamento das parcelas em dia. Afinal, na maioria dos casos, esta é a única fonte que o empreendedor tem para conseguir recursos. E pagando certo, tem condições de realizar novas operações e melhorar o empreendimento”, destaca o presidente.
BluSol
A Instituição Comunitária de Crédito Blumenau Solidariedade (BluSol), com sede em Blumenau (SC), oferece crédito ao empreendedor de micro e pequenos negócios, seja ele formal ou informal. O objetivo é gerar emprego e renda por meio do fomento aos empreendedores. A BluSol tem uma unidade no Paraná e mais 11 unidades em cidades catarinenses, que contemplam o atendimento em 69 municípios.
Como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (11), concede crédito para compra de matéria-prima e mercadorias, para a compra ou reforma de máquinas e equipamentos e reformas e ampliação dos espaços destinados aos negócios e também para capital de giro.
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